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1 de agosto de 2013

As pessoas e a vida

Para quem não tem estado a ouvir rádio, hoje houve aí um pequeno alarido por causa de um blog do tumblr.
Uma rapariga (acho que alemã) foi de férias para Ibiza e a certa altura, durante a noite, já bem bebida, ela e os amigos (as) resolveram ir "skinni dippin" para refrescar as ideias. Mas como por todo o lado há gente sempre atenta às movimentações e vidas alheias, tudo o que o grupo de amigos retirou do corpo (roupa, carteiras, telefones, etc), desapareceu.
O... "rapaz" que achou por bem levar os pertences do grupo ficou com o smartphone da pequena e não sabendo que o upload automático das fotos para a dropbox estava ligado, nem tendo feito nenhum reset ao aparelho, começou a usá-lo.
Resultado, ela vai a cada dia que passa sabendo mais sobre a vida dele. Assim como toda a web.
Podem ver aqui se quiserem.  Mas, gostava só de parar um bocadinho para pensar sobre isto.
A vida é incrível, e neste mundo cada vez mais global as distâncias vão sendo encurtadas a cada dia que passa.
 
Nos meios... mais esotéricos (se é que possa chamar assim) existe uma designação para quem faz o trabalho do bem, chama-se trabalhador da luz. O trabalhador da luz existe em qualquer sítio, em qualquer sociedade, em qualquer tempo. O trabalhador da luz, o trabalho da luz é assim designado por oposição ao trabalho das trevas. A luz é o que nos permite ver, saber. Trabalhar para a luz é trazer à luz, é a partilha da informação. Informados fazemos melhores escolhas e colocando o ego de lado fazemos escolhas humanas e para o bem geral.
Às vezes pensamos e dizemos relativamente a algum assunto pior que "não queremos nem saber", é legitimo. Mas devemos saber. Do bom e do mau. Devemos estar atentos, temos a obrigação de fazermos as melhores escolhas possíveis.
 
Quando tenho conhecimento de casos destes, alguém que é "apanhado" por alguma coisa que fez penso sempre na vida e de como ela é mestra em ensinar-nos lições. Não sei qual é a lição deste senhor, não interessa, interessa que ele a aprenda e interessa tirarmos nós também uma lição disto tudo. A vida encarregar-se-á de levar as consequências até onde têm que ir. O mundo está cada vez mais global a todos os níveis. Temos colegas de trabalho em todas as partes do mundo, qualquer pessoa que se cruze connosco numa qualquer rua pode de algum modo ficar ligada a nós para sempre. Se for por bem é muito bom.

26 de fevereiro de 2013

Afinal

...parece que as boas acções compensam.
Aqui
E é bom, para variar, ver alguém ser tão compensado por uma boa acção. Num mundo em que a chicoespertice vence sempre, ver algo puro, é tão "reparador".

17 de janeiro de 2013

Amor e perda

 
Foi logo num dos primeiros dia do ano, pela hora do almoço, vi-o ali perdido no canto da entrada de uma porta.  Alguém o tirou do caminho e o abrigou dos passos anónimos.
Não podia deixar de o fotografar.
E ali ficou porque o João pode não o ter recebido, e em mim viveu o desejo que ele não partisse sem o ver. 


2 de setembro de 2011

Oportunidade de estacionamento



Depois da CML fechar (vedar) ao estacionamento livre as duas faixas que não estavam a ser usadas, eis que há sempre quem esteja atento às oportunidades de negócio e trate logo de implementar esquemas para ganhar dinheiro fácil. O terreno de terra batida em frente á entrada da obra dá para muito boa gente estacionar ali em plena Baixa Lisboeta, dias inteiros sem gastar um cêntimo, e eis que dois jovens senhores, dois espiritos (de corpos) livres resolvem acampar por ali e como já ali estão há uns tempos acharam por bem pôr o espaço a render.
2 € por dia para os carros não aparecerem cheios de riscos ou de vidros partidos. Será que a Câmara tem comissão ou será este mais um caso de usucapião?

21 de agosto de 2011

Bons exemplos de civismo

19 de Agosto - Oeiras Parque
Estou farta da falta de civismo que se vê por aí. Farta, farta, farta, tão farta que resolvi colocar aqui a foto com matricula e tudo.
Excelentíssimo senhor condutor (ou senhora condutora ) deste Volkswagen, sim, fui eu que lhe deixei um papel no vidro a reclamar da falta de civismo. Não sou perfeita nem tenho pretensões a santa mas incomoda-me a falta de atenção para com os outros.
Se calhar o senhor (a senhora) até estava cheio de pressa e teve que estacionar assim à papo-seco, ou talvez fosse da fome, era hora de almoço e a fome era tanta que nem viu o que fez. Pois é, todos os outros que queriam almoçar conseguiram estacionar bem, e um pouco mais longe.
Eu sei, não é grave. É só (talvez) descuido, e mais qualquer coisinha...

29 de julho de 2011

Querida Sónia

A Sónia com os resistentes (os outros já foram de férias)
Como em todas as escolas e como com todos os pais, nada é perfeito e em sintonia com aquilo que pensamos e queremos para os nossos filhos.
A escolinha do G não é excepção, e eu não sou excepção, mas, no que toca à "educadora" "que lhe calhou", nada (ou ninguém) poderia estar mais próximo daquilo que eu queria para o G.
A Sónia não foi só óptima em tudo o que fez com eles, tudo o que foi conseguindo transmitir, o que conseguiu trazer para fora deles e como os levou a "construir". A Sónia é também uma excelente pessoa, é meiga, é tranquila, é carinhosa e é firme, e, para um bébé que ali chega aos 9/10 meses que nunca viu o mundo e as pessoas sem ser dos braços de alguém, ser gentilmente recebido com a leveza e o amparo das nuvens, faz toda a diferença.
A Sónia é uma pessoa atenciosa, sempre teve tempo para qualquer questão ou dúvida ainda que às vezes existencial, por parte dos pais. Nunca atrapalhou assunto ou atalhou conversa, recebeu sempre tudo e todos com igual dispinibilidade e atenção. Senti-me sempre atendida e amparada, nunca saí de uma conversa com dúvidas ou baralhada ou de algum outro modo que não fosse de sorriso nos lábios, com se tivesse estado com uma amiga.
A Sónia esteve nesta escolinha durante 16 anos, parte agora para novos vôos, num projecto que lhe diz muito ao coração e que a preenche como mulher e como profissional.
Eu e o G vamos ter muitas saudades mas desejamos à Sónia toda a felicidade do mundo, força, ternura, carinho e amor, muito amor para espalhar por todos os meninos.
Boa sorte Sónia e Obrigado.

8 de julho de 2011

Imagens que ficam















Somos todos fotógrafos, uns mais que outros, claro.
Mas o que é que nos move?
Não falando nas fotografias para as campanhas publicitárias, fotografamos porque queremos lembrar, porque queremos mostrar algo ou um sitio, porque achamos bonito ou feio, porque queremos "capturar" um momento e mantê-lo para sempre.
Não sei porque se fotografam certas coisas, eu por exemplo, fotografo portas, adoro portas, principalmente antigas. Tenho centenas de fotografias de portas e não sei porquê. Tenho fotografias de portas com mais de 20 anos (as fotografias, não as portas), vá-se lá saber porquê. Qualquer dia trago umas para aqui.
Mas hoje, hoje resolvi entrar um bocadinho (sem permissão) na intimidade "menos privada" destas pessoas. Não é por cusquice, é um tema como outro qualquer mas aqui especialmente, partilha-se algo, uma cumplicidade que só se tem com algumas pessoas.
Não é o caso mas há imagens que valem 1000 emoções e é tão interessante testemunhar estas partilhas.

30 de junho de 2011

O que ditam os censos


Então lá parece que feitas as contas, crescemos 1,9% desde 2001 (crescemos em quantidade, e acho que em largura também). Segundo estes últimos censos, somos 10.555.853 habitantes neste país (e o meu filho já entrou para as estatísticas).
Entretanto já emigraram uns quantos, não?

4 de junho de 2011

Da minha janela vejo


Tantos Cristiano Ronaldos "wannabes".

Portugal vs Noruega

Noruegueses.
Cá estão eles.


E se não levarem mais nada, pelo menos a barriguinha cheia de sol já não é nada mau.

Hoje é dia de reflexão


Não é preciso reflectir muito para perceber o mal que vai o nosso o país.
Não é preciso reflectir muito para perceber que os sonhos para o futuro permanecerão, durante muito tempo, isso mesmo, sonhos.
Não é preciso reflectir muito para constatar a desilusão geral na cara, nas palavras e nos actos de cada um.
O importante aqui, creio eu, é fazer uso do direito que temos. Se nada fizermos pela mudança não nos adianta queixar. É-nos dado um voto a cada um e se não o usarmos a oportunidade passa.
É fácil, muito fácil cair na inércia que a desilusão política nos traz. Velhos tubarões que sabem bem manusear tudo e todos com um cardume partidário de piranhas a seguir-lhe os passos, "votar para quê se eles são todos iguais?" E que tal acreditar que "eles" só para lá irão se o permitirmos.
Durante uns anos, achei (na minha ingenuidade e ilusão) que se votasse (e muitos outros) em branco, a classe política pararia e reflectiria no aumento de votos em branco e talvez repensasse os caminhos que percorre... Pois, serviu-me (nos) de muito. Nunca se ouve falar de percentagens nem no que isso implica, quanto mais em repensar políticas com  ideias novas.
Talvez os futuros candidatos devessem deixar de se organizar em partidos. Para quê uma máquina partidária? Para quê todo esse peso ás costas, esse monstro gordo de que se arrasta atrás e que é preciso alimentar constantemente? Para quê toda essa obrigação?
Porque não uma pessoa com as suas ideias e objectivos (exequíveis, claro) e integridade, principalmente, candidatar-se e formar um governo sem vínculos de vícios e velhas directrizes que implicam gastos idiotas do dinheiro de todos nós.
Mas, dizia eu, importante é usarmos a nossa voz. Não nos calemos sob pena de perdermos este direito (de voto). Ou será que só quando fôr obrigatório e com sanções pesadas é que vamos todos fazer aquilo que em liberdade e democracia nos assiste como direito?
No Brasil é obrigatório votar, quem não o fizer paga uma multa de um ordenado mínimo e se não pagar vai preso. E dizia ontem a brasileira que me explicava isto, "Acho muito bem!". E sabem que mais? eu também!

2 de junho de 2011

Apelo Nacional


Anda por aí a circular na net um apelo nacional ao "Made in Portugal". A expressão usada é "Torna-te proteccionista da nossa economia", e com razão, diga-se de passagem.
Achei interessante e passo a transcrever uma ou outra medida que certamente a maioria de nós já colocou em prática, mas que nunca é de mais reforçar nem relembrar que são acções que talvez valham a pena adoptar de vez. É a mudança de comportamento que se quer e que precisamos por excelência.
A saber:
"Experimenta comprar preferencialmente produtos fabricados em Portugal. Começar pelas idas ao supermercado (carne, peixe, legumes, bebidas,conservas, etc)
Adia por seis mesas a um ano todas as compras de produtos estrangeiros, que tenhas planeado fazer, tais como automóveis, tv, e outros electrodomésticos, produtos de luxo, telemóveis, roupa e calçado de marcas importadas, férias fora do país, etc.
(...)O desafio é, durante seis meses a um ano evitar comprar produtos fabricados fora de Portugal. Fazer o esforço em cada acto de compra, de verificar as etiquetas de origem e rejeitar comprar o que não tenha sido produzido em Portugal, sempre que existir alternativa. Desta forma (...) apresentaremos resultados a nível de indicadores de crescimento económico e consequentemente de redução de desemprego.
Há quem afirme que, bastaria que cada português substituísse em somente 100€ mensais as compras de produtos importados, por produtos fabricados no país, para que o nosso problema de falta de crescimento económico ficasse resolvido. Representaria para a nossa industria, só por si, um acréscimo superior a 12 000 000 000 de euros por ano (...)."
Já dizia o outro senhor, vale a pena pensar nisto.

Ainda e sempre o Dia da Criança

Sou uma privilegiada.
Sim, tenho uma sorte imensa em ter a vida que tenho e em ter nesta minha vida, as pessoas que nela habitam - família e amigos.
Quando temos um filho, é e será o nosso bebé para o resto da vida, nunca conseguiremos vê-lo com outros olhos.
Lembro-me da minha avó, pouco antes de falecer, falar ainda com o meu pai como se ele tivesse 4 ou 5 anos, ou de uma tia-avó que tenho, falar com todos os sobrinhos (que já são eles avós), como se fossem todos crianças mal comportadas. Confesso que presenciar este tipo de situações funciona como "revelação" e isso permitiu-me há já algum tempo o distanciamento necessáro para conseguir analisar e tecer todo o tipo de considerações sobre a vida...
Lembro-me também de ter o meu filho recém-nascido nos braços, de o observar e de me deixar assaltar por um quase pânico por ele ser tão pequenino, e por toda a protecção  que necessitaria até ao fim da vida, e imaginá-lo passar por todo este difícil percurso de crescer, mais difícil ainda, ser adulto e chegar à velhice e estar só, sem ninguém para o proteger... pois, aqueles dias que se seguem a um parto são, estranhos...
Mas isto porque, os nossos bebés serão sempre isso mesmo, os nossos bebés. E é natural que quando se tem filhos, se faça o exercício de analisar toda essa relação aplicada a todos os que nos são próximos.
Sei que sou e serei sempre a menina pequenina dos meus pais, mesmo com 40 anos, não há como mudar esse... dogma (sim, é uma verdade absoluta).
Por essa razão, ontem até tive direito a prenda do dia da criança!
Não há palavras.

28 de maio de 2011

O acampamento de Lisboa







Puerta del Sol para aqui, Rossio para ali, confesso que já andava a ficar um bocadinho baralhada. Vai daí, resolvi lá dar um saltinho e ver o ambiente da coisa.
Algo que começou no consulado espanhol em solidariedade com os contestatários de Madrid, foi depois transposto para o Rossio (adoptado por espanhois "residentes" e depois por portugueses).

Concordo e defendo o direito á indignação e ao protesto, assiste-nos a todos (cidadãos livres em democracia), mais ainda se de uma forma pacífica e respeitadora da liberdade dos outros.
Mas há aqui duas questões fundamentais para mim.
A primeira é quando as crianças ("importa assinalar que a dormida de ontem contou, pela primeira vez, com a presença de crianças, que dormiram na Praça juntamente com os seus pais. As ruas, que são nossas, são agora também delas…")  começam a ser usadas como veículo de protesto dos pais (ou de quem for) e colocadas deliberadamente em condições menos próprias de segurança, higiene, e conforto.
E a segunda, se aminha liberdade começa onde termina a liberdade do outro, o recíproco também é verdade. Daí que eu sinta com habitante, cidadã cumpridora de leis, normas e regras que me são impostas diariamente (nomeadamente em termos de impostos) que tenho o direito a ter uma Praça do Rossio, o local emblemático que é, liberta, limpa, habitável, atractiva e segura para um passeio a qualquer hora, para uma caminhada, para o turismo, que no fundo ainda é o que vai valendo aos comerciantes desta zona não tão protegida e intocável como se possa pensar.

As pessoas estão cansadas, estão desiludidas, têm cada vez menos poder de compra e talvez por isso se agarrem a tudo ao seu alcance porque pode ser que de algum lado venha algo de bom. E pode até daqui sair um movimento brilhante de cidadãos, não contesto isso, mas há condições e regras de boa cidadania.
Também me assusta o desemprego, claro que assusta, e é de facto urgente uma reinvenção da política e dos governos, mas acções de "marcha e resistência", trazem  consigo uma conotação de "ir até às últimas consequências", e isso, logo á partida, não me revela preocupação com o próximo.

Numa altura da minha vida em que tive mais disponibilidade, estive ligada a uma campanha de mobilização por um assunto que me é muito caro (a pobreza), e em nome de ajudar o próximo, nunca ultrapassei (nem eu, nem quem comigo estava) limites nem tive comportamentos irreverentes (independentemente da idade). Porque não nos pode ser tudo permitido e desculpado o tempo todo.

Sim, façam-se campanhas, apelos, manifestos, marchas pacíficas, o que fôr, mas respeitemo-nos mutuamente, faça-se valer a palavra e não se perca a razão pelos actos. Há que pensar um bocadinho, nós já vivemos em democracia, e lá porque importámos um movimento, não significa que o tenhamos que importar com todas as suas fraquezas e ameaças. Somos diferentes na nossa maneira de estar, de pensar, e de agir.
Há que levar isso em conta.

26 de maio de 2011

Compreendam

Senhoras de Lisboa,
Compreendam que um dia como o de hoje, cinzento e chuvoso, nesta altura, com este calor, é bom, refresca, limpa o pó do ar, é saudável e é só um dia (ou dois) de chuva, não é um Inverno inteiro que aí vem. Por isso, voltem lá a pôr os casacos e roupas escuras de malha nos armários que dias assim só nos lavam a alma e refrescam-nos o corpo.

25 de maio de 2011

Educação e Educação

É de facto abismal a diferença que 30 anos provoca em tudo, quanto mais no ensino. Lembro-me de a minha mãe dizer, quando eu era miúda e estudava ainda no (que é hoje o) ensino básico, e ela falava no que aprendia: os rios, as serras, as 11 provincias de Portugal e as suas capitais, coisas que nós aprendemos também. Falava na quantidade de exames que fazia, que para começar tinham logo a admissão ao liceu. E era a doer (em vários sentidos).

Hoje em dia, vamos vendo e vamos ouvindo falar do que se vai passando. E fico... siderada.
Este post fez-me lembrar Aldo Naouri que no prefácio do livro Educar os Filhos (Livros D'Hoje), diz:

"...[no panorama Francês] no seio do qual o louvável ideal democrático entende dar a mesma oportunidade a todas as crianças, sem excepção. A questão que, desde logo, importa levantar é a de saber se devemos manter no ensino um nível de qualidade que produza forçosamente excluídos, ou se o devemos nivelar por baixo(...)". 
Mais à frente ele acrescenta:
"É a experiência que dá a reposta certa, pondo em relevo que o que é comum a todos os casos é uma falha de educação precoce (...) da bagagem que a criança dispõe para encontrar o outro, e os outros, sem medos e sem surpresa, e fazer a experiência do vínculo social com as suas vantagens, mas também com as suas contrariedades, à cabeça das quais se apresentaria a relação com o esforço."

Provavelmente utilizarei este livro para futuras referências. Acho que qualquer pai/mãe que tenha crianças pequenas, lhe deveria dar uma olhadela. Põe em perspectiva uma série de pontos interessantes. Ainda que fale no exemplo Francês, está muito actual e também muito ao nosso alcance. Assim haja por cá quem se preocupe e se proponha alterar as coisas. Estamos mesmo a precisar.

Tudo isto engloba também a questão da agressão das "miúdas" que faz agora a manchete das notícias e anda aí por todo o lado. Devo confessar que como mãe, não consegui ver o filme até ao fim  (nem sei se o vi até meio) e digo e afirmo que não sendo já a primeira, nem a segunda, nem a terceira, nem a "por aí adiante" vez da violência deste género e passividade de quem observa, espero sinceramente (com toda a força, e faço muitas figas por isso) que seja aplicado um castigo exemplar, mas exemplar mesmo!
Não há direito que com medo de magoar, e melindrar, e traumatizar os meninos, se perpetuem comportamentos destes. Umas boas "galhetas no focinho" que deveriam ter tido a tempo e horas teriam evitado tudo aquilo que se passou e se está a passar. E os pais deveriam também ser responsabilizados, as escolas são o complemento da educação que se dá em casa (e vice-versa), não pode haver demissão nem responsabilização das escolas pela parte dos pais (até porque sabemos todos muito bem o estado em que as escolas andam). Há "trabalho" que tem que ser feito em casa. Por acaso também se chama educação, mas de outro tipo.
E se pareço "dura", só tenho a acrescentar que me estou a conter (muito).
Estas coisas revoltam-me, estou tão zangada!

19 de maio de 2011

Dia 22 de Maio, walk the world


Maio é um mês profícuo em Marchas e Caminhadas. Faz sentido, já não está "aquele" frio e ainda não faz "aquele" calor.
É já no próximo domingo 22 a Marcha Contra a Fome. É uma iniciativa anual de vários países. O objectivo é reunir fundos para as acções do Programa Alimentar Mundial (das NU). Pretende-se melhorar a alimentação e a saúde das crianças em idade escolar que vivam em situação de pobreza extrema. A inscrição é de 5€ e assim cada participante já está a assegurar 25 refeições a crianças dos países mais pobres do mundo.
Dia 22 de Maio ás 10:00h na Torre de Belém.

E no domingo seguinte, dia 29 também ás 10:00 mas no Parque das Nações, há a 2ª Caminhada  a Favor da Cura da Diabetes, vi no blog "Cocó na fralda", não sabia. A inscrição é de 10€ e a caminhada de 5 Km.

9 de maio de 2011

Esta tarde


A fotografia não é das melhores, foi tirada à pressa e não faz jus ao que realmente se passava, era uma azáfama tal, em plena Praça do Comercio, toda a gente a fazer exercício...

8 de maio de 2011

Hoje na Feira do Livro



A Rita vai lá estar para assinar a sua mais recente obra: "A Herança de D. Filipa e D. João I".
A Editora é a 7 Dias e 6 Noites e o stand é o D54.