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12 de julho de 2016

Domingo de jogo





Saímos do Alentejo já pelas 19:30.  A ideia era ver  o jogo já em casa mas, há sempre qualquer coisa que nos atrasa - o meu marido diz que sou eu -  eu tenho outra opinião mas agora, para o caso, não interessa nada.
À hora certa (a do jogo) começam as rádios com os seus relatos. O locutor da RR (se não me engano) diz que Ronaldo a entrar em campo passou pela taça (o tal do caneco) e lhe piscou o olho: "... e pisca-lhe o olho, Ronaldo quer segurar no caneco!..." e lá continuou.
A estrada, deserta, fantástica, o sonho de qualquer automobilista. Até a entrada na ponte Vasco da Gama, sempre com aquela fila nas portagens, estava vazia.

Decidimos comprar uma pizza para o jantar porque com o jogo e àquela hora, era o melhor a fazer. A pizzaria de eleição estava com 3 horas de espera, sim, 3! E era pizza para levar para casa... e o rapaz da pizzaria pediu desculpa mas era por causa do jogo... pois era, por causa do jogo, tivemos todos a mesma ideia. Passámos noutra, não é a mesma coisa.

O tempo passou e todos sabemos o que aconteceu, o pessoal gritou e vibrou e quase toda a gente chorou. Eu não chorei, não que seja insensível, mas porque me recuso a chorar por causa de futebol. A sério. E desculpem-me por não entender como posso estar errada.
Adoro o meu país, e nos jogos vibro e defendo-o com unhas e dentes mas... choro por outras causas. Claro que fiquei feliz, muito feliz. E acompanhei a chegada da seleção e adorei que depois de tudo de menos bom  que o mundo (França) disse de nós, tenha tido que o engolir.

A piada maior surgiu ontem à noite com a petição francesa para repetir a final do Euro. Oh, coitadinhos, eu explico, na box podem andar para trás na setinha dupla, aquela virada para a esquerda (mais ou menos isto: <<) e voltar a ver as vezes que quiserem. Vejam, vejam muitas vezes e aprendam. Em 2004 demos ao mundo uma lição de desportivismo, depois de perder com a Grécia na final (em casa) fomos juntos festejar com eles. Alguém morreu por isso? Ficámos tristes sim, mas é a vida, ganham-se umas e perdem-se outras. Ninguém ficou ressabiado.  E tenham vergonha, já chega, calem-se lá com isso. Para o ano há mais - ah é verdade, não, para o ano é a taça das confederações, só lá vão os campeões... pois, azar!  
Querem tanto ser os melhores e mostrar ao mundo, então sejam homenzinhos, deixem-se de birras. E pronto, não merecem nem mais uma palavra.

E viva Portugal!

1 de junho de 2014

A festa da criança



A festa de todas as crianças (acho até que de todas as idades - a julgar pelos brindes que as famílias carregavam).
Este ano em vez de rumarmos aos jardins do Museu da Electricidade (como no ano passado), resolvemos ser diferentes - "Ah não, vamos antes para o jardim Marechal Carmona (Cascais), deve ser mais sossegado... não há tanto sol e a entrada é gratuita..." - pensámos nós, e pensou o resto do país.
Muita muita gente, mais que muita, muitíssima, uma multidão (ou várias!). O tempo esteve bom, o local é agradável mas com menos gente, é que às tantas não há regras, não há cuidado, não há educação. E quando as ofertas são muitas, resulta em muita coisa estragada pelo chão. 
As minhas queixas não são mais do que estas, porque a ideia é boa, eles merecem ter dias assim onde podem brincar e divertir-se em coisas diferentes, o pior é o caos instalar-se, o pior é serem muitos miúdos entregues a si próprios nas brincadeiras... e num sitio tão cheio, em menos de um segundo perdem-se todos de vista, é complicado. É um bocadinho assustador. Já nem tivemos coragem de descer à baía para ver o resto da festa. Talvez para o ano.

4 de março de 2014

O Carnaval



A sério que não percebo. Não sei qual é o fascínio que a aranha exerce, detesto aranhas... bom, não detesto assim tanto, simplesmente não gosto, deixo-as tranquilamente na sua existência e dedico-me à minha. Estamos cá todos, logo todos temos direito ao nosso pedacinho de planeta.

Ele não conhece a história do Peter Parker, não sabe que foi mordido por uma aranha muito especial e que ficou com super poderes por causa disso. Não sabendo isto, como é que a aranha exerce o fascínio? Ele nem nunca viu os desenhos animados. Nem sabe que luta contra os maus... bom, antes talvez desconfiasse, agora já sabe.
E porquê em todos os miúdos de 4 anos (e em volta). Não sei quanto Homem-aranhas contei este ano, eram mais que muitos. 
O pai diz que é moda, talvez seja, este ano vi muitos bonecos de acção do homem-aranha e eles não são mesmo indiferentes à publicidade. Infelizmente.

Resultado: um mini-homenzinho super musculado com um fato colorido, aos saltos a espalhar teias imaginárias por tudo quanto é lado, eram todos iguais mas estavam todos tão felizes.
E que mais podemos querer? 

28 de janeiro de 2014

Dias de muita tosse e muito ranho

É difícil mantê-lo tranquilo nestes dias. A constipação quer descanso mas com crianças pequenas e enérgicas, tranquilidade é sonho de mãe muito cansada.
Lembrei-me da prenda que o tio R ofereceu no Natal, aliás, quem se lembrou foi ele e em dois dias montámos um puzzle de 1000 peças. No fim faltou uma peça e havia outra repetida por isso, alguém por aí está também com um puzzle incompleto.
Quanto à experiência, foi uma ideia genial, evitou que andasse tanto aos saltos e acalmasse mais, deu umas boas ajudas e no fim ficou com a fama toda.
Depois diz que é o Manny Mãozinhas, coloca a lupa no bolso e chama-lhe o ajudante João. Aterroriza a gata, corre atrás dela com um camaroeiro (é verdade, um camaroeiro). Traz os brinquedos para a sala. Nos livros de actividades recusa-se a fazer o 4. Junta missangas e quer fazer-me uma pulseira mas ao fim de 10 peças já está cansado. Gosta de ver o 24 Kitchen que é o outro canal cá de casa (só "temos" dois) e pergunta-me o que leva amanhã para os amigos comerem na escola... 
Foram dois dias de intenso combate à constipação, amanhã descanso no trabalho!

26 de novembro de 2013

A praia


E como nós estamos a ficar viciados em praia nas tardes de "Inverno".
E o que eu adoro esta fotografia do meu pirolito.

21 de novembro de 2013

Um dia bem diferente

Seis e meia da manhã, tomava o meu pequeno almoço quando liguei o telefone. Entraram as mensagens e àquela hora não é costume ter muita energia nem vontade para abrir os olhos quanto mais, mas hoje, hoje foi diferente, hoje entrou uma mensagem que dizia que eu ganhei, e não é que ganhei mesmo? Ganhei a massagem que a M do Vidas da nossa vida estava a sortear. Fiquei logo com outra disposição para encarar o dia. Oba!  Não costumo ganhar assim muita coisa mas hoje parece que foi o meu dia.
Obrigada M.
Obrigada pela massagem e pela iniciativa de espalhar assim miminhos e fazer a diferença.

11 de novembro de 2013

O magusto da cidade










Eram quentes e boas, algumas tão boas que traziam inquilino. 
Fomos ao magusto no centro histórico de Oeiras. Tal como no ano passado (o primeiro a que fomos) tirámos a barriga de miséria (de castanhas) e ficámos os três a cheirar bem (bem de muito) a fumo.  Foi pena o frio e o vento mas para o ano estamos lá outra vez.

3 de novembro de 2013

Tardes boas






E o dia estava tão bom que nos pareceu perfeito um passeio na praia. Tantas saudades. Tanta diversão.

Ainda o Halloween


Foi uma pequena viagem no tempo. A escolinha antiga do G caprichou e fez uma festa de Halloween à "séria". O meu piolho foi a uma festa à noite, caçou tesouros escondidos, andou às escuras em explorações no jardim e fez com toda a certeza muitas mais coisas que não teve tempo de me explicar.
As regras eram deixar a criança às 19:30 e voltar às 22 :00. A recolha de doces pelas redondezas (previamente combinada com os vizinhos) estava a cargo dos mais velhos. Os mais pequenitos ficariam confinados ao jardim e todas as surpresas que este contivesse. Poderiam mascarar-se a rigor ou não. E era festa com jantar.

Não sabia muito bem como a coisa ía resultar mas ver a "Cala" e a Dita trouxe-lhe de certeza memórias, depois o L e a G com quem continua a encontrar-se também ajudaram a que se sentisse melhor. É curioso mas apesar de ter várias memórias do espaço (e ainda por cima estava escuro) e de algumas pessoas, não se lembrava de muitos dos colegas, assim como eles não se lembrava do G.
Quando cheguei às dez da noite (é verdade, ainda nem acredito!) veio a correr mostrar-me o balde com os smarties no fundo. Estava divertido aos saltinhos mas disse-me que não se riu muito e sei que queria toda a atenção (que não pode ter) dos amigos. Expliquei-lhe que os amigos queriam brincar com todos, não podiam brincar só com ele e disse-lhe que era um sortudo porque era o único menino que tinha amigos em duas escolas. Isso pareceu fazer toda a diferença porque apesar de não dizer nada fez um grande sorriso.

Foi bom, foi bom pela festa e foi bom pela etapa. Estar num ambiente quase desconhecido, ter amigos, partilhá-los e perceber (ou ver) que a amizade não pode ser exclusiva, que a vida também tem outros caminhos, não gira à volta dele.
Resta-me acrescentar que a Carla e a Dita (e mesmo as outras educadoras que o conheciam) lhe fizeram uma grande festa, todos gostaram de o ver, fomos muito bem recebidos, foi muito bom.
O G não se mascarou, desde o primeiro Halloween da vida dele que nunca permitiu sequer uma teia de aranha pintada na cara, ainda levou um chapéu de bruxa, perdão, de feiticeiro que colocou por um ou dois minutos, depois, voltou a ser ele mesmo. Escusado será dizer (apesar de não parecer possível) que não tenho fotos do evento... estava mesmo muito escuro e os pais não estavam convidados.

30 de setembro de 2013

Do nevoeiro e da humidade



Não percebo de meteorologia, aprendi aquilo que todos aprendemos (ou aprendíamos, sei lá) sobre altas e baixas pressões e massas de ar e ... não sei mais o quê (a memória já lá não vai). Lembro-me, mais tarde de falar de calor específico e humidade relativa, mas da humidade do ar, não percebo mesmo nada, para mim faz sentido que humidade a cem por cento seja estar dentro de água mas, a meteorologia diz que a humidade hoje está a 96% e realmente, sinto-me como se vivesse num aquário.
Às sete e meia da manhã o meu filho dizia:
-"Mamã, hoje o nosso mundo está todo branco!"