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14 de julho de 2016

16 de abril de 2016

22 de fevereiro de 2016

As árvores

Tudo o que vemos transforma-nos de algum modo.
Estas fotos têm já algum tempo, estavam "da lado" passou-se quase um ano, embora elas (árvores) se mantenham no mesmo local, com a mesma roupa.  
Hoje lembrei-me delas, não sei porquê, talvez porque tenha visto andorinhas no sábado e a Primavera esteja a querer fazer-se anunciar dentro de nós, quem sabe?
Partilho pela mesma razão que as fotografei, não só porque acho piada, mas porque implica uma ideia, um projecto, um tempo de dedicação e um resultado engraçado, colorido, que anima o local. Não acho que as árvores se importem. Acho que o facto de olharmos e sorrirmos as transforma também.
Coisas minhas.











12 de janeiro de 2015

Da Pneumonia e da Objectividade

A maternidade é uma injecção de maturidade que recebemos sem aviso no dia em que a criança sai de dentro de nós, ou em alguns casos, no dia em que o teste e gravidez dá positivo. É como um balde de água que nos cai em cima, e, a partir dali passamos a viver sempre molhadas e geladas e não temos nem a noção que podemos secar-nos e mudar de roupa porque não faz mal nenhum pensarmos um bocadinho em nós.

A maternidade dá-nos uma nova perspectiva sobre a vida, o futuro, e principalmente, o passado. Em menos de um fósforo, tudo aquilo em que tínhamos a certeza que sobre educação os nossos pais estavam completamente errados, altera-se. A ponto de mesmo não concordando (porque estimamos profundamente os nossos auto-infligidos traumas), reconhecemos que fizeram o melhor que sabiam, porque nos amaram.

A maternidade tira-nos a objectividade, tira-nos também o sono. Se antes, depois de um dia cansativo dormíamos tão profundamente que um comboio podia passar junto à cama sem darmos por isso, agora podemos não dormir há quatro dias que mesmo assim despertamos com uma simples respiração mais profunda da nossa cria, no quarto ao lado.
Ficamos a vê-los dormir em adoração e maravilhamo-nos com a nossa capacidade e ter criado uma tão maravilhosamente bela criatura. Não há no mundo coisa mais perfeita.
Como dizia, perdemos a objectividade. É assim que é suposto funcionar.

No dia em que a pneumonia foi detectada ao G, a médica recomendou 10 dias sem sair de casa, e sem contacto nenhum com quem quer que fosse que apresentasse sinais de gripe. Assim foi.
No trabalho perguntavam-me por ele, e eu, mãe nada dada a essas coisas de pôr o pintainho debaixo da asa, e com medo de criar uma flor de estufa, dizia que lá para o décimo dia já iria à escola. Ouvi coisas como: “oh, vê lá, está tanto frio, nem tanto ao mar nem tanto à terra”. Da escola fui sabendo de outros casos que iam e vinham do médico para reavaliação. À minha volta vi mães que ao primeiro espirro enfiavam a criança em casa por três e quatro dias. E comecei a duvidar deste meu “desembaraço”. Comecei a pensar que já não era desembaraço, era imprudência mesmo.

Dez alucinantes dias preso em casa. Ao oitavo dia começa a espirrar e surge a boa da ranhoca. Ao décimo primeiro dia (sábado) sai um pouco à rua e ao décimo segundo dia (domingo) também. Surge um pouco de tosse. Injurio-me mentalmente. Que raio de mãe sou eu? Que mãe no seu perfeito juízo age como se de vulgar gripe se tratasse? Caio em mim e reconheço, o tal do “nem tanto à terra, nem tanto ao mar”. Agora retomo a objectividade e penso como uma mãe perfeita, pondero o resto do Inverno dentro de casa. Para o ano proponho à escola um período de hibernação.

É fácil perdermo-nos no exagero, mas às vezes, no meio de todo um mar de emoções, culpas, desejos, contradições, preocupações (…) é mesmo difícil perceber onde está o equilíbrio.  
Apelando a uma objectividade e a uma lucidez que nem sempre alcanço, espero ter a capacidade de fazer escolhas equilibradas no que toca ao meu filho. Seja em relação à saúde, seja em relação a tudo o resto. Afinal uma mãe perfeita nunca erra e a sua cria nunca sofre com as suas decisões… Pois!...


Seguem-se mais um ou dois dias de adaptação à verdadeira temperatura do Inverno e depois levamos com a vida real em cima que até andamos de lado. 
Tem que ser. 

1 de agosto de 2014

Não parece...

... mas é Verão.














No Verão tudo se passa calmamente, até o tempo demora um pouco mais. 
Vejo as fotos do meu filho no Alentejo e lembro-me dos meus Verões de miúda, dos três intermináveis meses de férias e de todas as aventuras que inventava para me entreter. Lembro-me sempre de me sentar em cima das calhas velhas da rega para ficar mais perto das ameixas e encher a barriga de fruta directamente da árvore. A água passava, e o som que fazia era a única coisa que se ouvia.
E as melancias, as melancias de vários quilos que nasciam por lá. O meu tio Eduardo (tio avô) tinha um orgulho, acho que por estes dias de Verão inchava tanto como elas. Toda a gente lhe conhecia as melancias. 
Pelo fim de Agosto a chuva aparecia e perfumava a terra inteira, era uma chuva rápida e refrescante, eu tinha sempre a desculpa de ajudar a tapar a palha (para não apodrecer) para andar à chuva. 
Andava muitas vezes descalça, tomava banhos no tanque grande (da rega), aprendi a ordenhar, aprendi a conhecer as plantas, aprendi a respeitar os ciclos. 
Nunca me apercebi do tanto que estas férias me davam até ter ficado alguns anos sem lá ir (de férias) e depois voltar. Às vezes tenho vontade de voltar de vez, como se tudo aquilo fosse parte de mim e também as minha raízes lá tivessem ficado plantadas na terra. 
Este sitio onde passei a minha infância, perdi-o de vista lá pelos 15 anos quando os meus tios-avós se mudaram porque o dono quis vender a quinta, as minhas memórias pertencem um pouco a outro lado mas vivem com muita força dentro de mim. Talvez um dia passe por lá para ver se ainda existe, se tiver coragem.
Entretanto, o Verão finge demorar-se, estende-se, entorpece-nos os sentidos e achamos que vai durar para sempre. Até nestes dias menos quentes, o "frio" não pede casaco, o chuvisco não pede guarda-chuva, não incomoda tanto. Estamos mais em sintonia, protegemo-nos menos, somos mais saudáveis. 
Não parece mas é Verão.

23 de maio de 2014

O começo do fim-de-semana

A semana de trabalho parece ganhar todo um novo sentido quando chega a sexta-feira ao final do dia, quando muda aquele último minuto que nos dá a permissão de nos levantarmos mesmo antes de desligar o computador, arrumamos a secretária a correr e saímos porta a fora. Há dias em que me esqueço das horas mas à sexta-feira é imperdoável, a tarde já pesa tanto que literalmente nos arrastamos de um lado para o outro, o silêncio que reina naquele escritório à sexta à tarde, denuncia a dormência colectiva que se apodera de nós. É penoso, a sério!
Adoro chegar a sexta à noite e saber que posso (se quiser), ver um filme ou uma série sem ter que me preocupar com o número de horas que (não) vou dormir. Levanto-me sempre muito cedo e normalmente às 10 da noite já caio para o lado. À sexta à noite é rara a vez que não adormeço em frente à TV. Hoje já cabeceei várias vezes, mas é sexta-feira, é dia de inabalavelmente me manter acordada só porque sim, ir para a cama é dar o braço a torcer e perder  estas tão desejadas primeiras horas. É ponto de honra, é sexta-feira e é dia de ficar sentada no sofá nem que seja para dormir.

4 de abril de 2014

Das histórias dos outros


Porque sempre me perdi nas histórias dos outros. 
Ralph Fiennes dá (apesar de tudo) uma imagem mais humana de Charles Dickens e Felicity Jones dexou-me completamente maravilhada.
É um filme de época baseado na história verídica de Charles Dickens com Ellen Ternan. Não sei se faz o vosso género mas para mim é completamente a não perder. Recomendo.

27 de março de 2014

Não percebo

Não tenho tido muito tempo para aqui vir, nem para organizar uma série de blogs que agora sigo e outros que deixei de seguir porque deixaram de ser alimentados... 
Mas tenho estado de volta dos "botões" de "torne-se membro" dos blogs que me quero tornar membro e simplesmente não consigo. Mas o que será que mudou? O google teima em dizer-me que não dá e que tente mais tarde mas... já tentei tantas vezes... que raios.

5 de março de 2014

18 de fevereiro de 2014

O chocolate e a menta


Dizem os senhores da rádio que hoje é dia do chocolate de menta.
Este é o meu preferido, chocolate cru com menta. Podia comer disto os dias inteiros para o resto da vida.... (se calhar enjoava mas isso agora não interessa nada).

O chocolate cru no seu processo de fabrico não é aquecido acima dos 40º  para manter a integridade de todos os nutrientes. É dos alimentos com maior concentração de antioxidantes e magnésio.
Só faz bem portanto.

4 de fevereiro de 2014

Em casa


Há quatro dias que não saio de casa, até a gata já saiu para uma vacina entretanto.
Estranhamente ainda não estou a dar em doida, talvez porque tenha a gata a fazer-me companhia, não sei. Relaxa-me vê-la dormir, acho que um gato a dormir é a imagem perfeita de como o sono deveria ser para todos nós...  por outro lado, talvez esteja mesmo a ficar maluca.
Estar constipada (muito constipada) em casa parece-me uma perfeita perda de tempo, há tanta coisa que queria fazer em casa, imaginei reorganizar os livros, por emails em dia, escrever no blog até mais não, cozinhar montes de coisas boas, ler muito. Depois fico quatro dias em casa e não tenho capacidade anímica para coisa nenhuma. Olho pela janela, fotografo as nuvens, os pingos da chuva, a gata, enrolo-me na manta e amaldiçoo a tosse que não me deixa forças para mais. As noites sem dormir também não ajudam, se calhar é por isso que reparo mais nos sonos da gata, tenho inveja é o que é.
O trabalho também me preocupa, fico cheia de problemas por faltar... fico a imaginar o trabalho a empilhar na secretária, as pessoas a torcerem o nariz por eu não estar presente (e a vontade que às vezes tenho de os mandar a todos... passear).
Somos tão pouco por nós às vezes, conseguimos colocar tudo e todos à nossa frente e se por um momento nos colocamos em primeiro, lá vem a cabeça fazer-nos sentir culpadas. Lembro-me de uma frase de Heinlein: " o homem não é um animal racional, é um animal que racionaliza".
A gata dorme, vou acordá-la e vou fazer o jantar.


31 de dezembro de 2013

Para o novo ano



O calendário diz-nos que o ano muda e nestas alturas, por todo o simbolismo, pelo fim de um tempo e o começo de outro, decidimos que é o momento de implantar mudanças nas nossas vidas.
Procuramos uma vida mais plena, queremos uma vida profissional mais realizada, uma vida financeira mais equilibrada, uma vida sentimental mais satisfatória e uma vida familiar mais preenchida, queremos ser mais felizes e temos todo o direito de o querer. 
Pessoalmente cada um de nós tem a obrigação de ser cada vez mais único. Esperar sempre pelo melhor é o mínimo que devemos a nós próprios.
Compreender e aceitar para transformar é quem somos, e não nos perdermos no caminho é essencial para o plano pessoal de cada um vingar.
Manter as emoções sinceras, não permitir que o medo e as memórias tomem conta da nossa vida. Força, coragem, alegria interior e o resto virá naturalmente.
São os meus votos de ano novo para quem por aqui passa. 
E se por acaso não der para começar assim o ano, qualquer um dos próximos 365 dias é um bom dia para começar.
Uma excelente viagem para 2014.

24 de dezembro de 2013

O ritmo alucinante

O Inverno chegou e instalou-se, oiço o vento empurrar algo no terraço dos vizinhos de cima e embrulho-me mais na manta, a gata dorme em cima das minhas pernas.
Foram três dias alucinantes, e neste momento só o cansaço me mantém acordada.

Não sei porque às vezes decidimos chamar a nós certas responsabilidades ou tarefas que nos consomem, ou talvez essas tarefas nos pertençam mesmo. Não sei quantas horas passei hoje na cozinha, seguramente umas dez, entre bolos, bolinhos, bolachinhas e sobremesas com direito a versão normal e versão tolerada por diabéticos. Na verdade sinto-me bem, tenho aquela sensação de tarefa cumprida e em principio, tudo saiu bem (o que nem sempre acontece).

O piolho começou febril ontem (anteontem, domingo) e embora a coisa não tenha evoluído, passa as noites muito agitadas. Sempre que vai para a cama pergunta-me se a hora dos sonhos já passou, percebo que quer que lhe diga que sim, gostava que fosse verdade, lembro-me quando miúda tinha medo de sonhar, e combatia o sono o máximo que podia, quem me dera poder mudar tudo o que o assusta e magoa, quem me dera.

Estamos de férias, e o Pai Natal está a caminho e por estes dias é só o que interessa. Amanhã (hoje) rumamos em direcção à família. Sei que será o último Natal de um dos meus tios e apesar de isso me entristecer, dá-me também mais vontade de fazer parte e sei que o viverei de forma mais intensa e o guardarei para sempre no coração. Por isso também todo este empenho. 
O G é pequenino, não tem noção mas terá memória, terá fotografias, muitas, claro.
É estranho, mas se soubéssemos sempre quando as pessoas da nossa vida estivessem para nos deixar, talvez reavaliássemos mais a própria vida e agíssemos mais como deveríamos agir sempre. Nunca validamos as pessoas quando estamos com elas, porque nunca achamos que é a última vez que as vemos, nem tão pouco o deveríamos fazer só porque é a última vez.
Enfim, face à impotência perante a inevitabilidade, a aceitação é o melhor que temos, principalmente porque nos permite estar mais tranquilos apesar de tudo, e, com tranquilidade vivemos melhor o que temos.

A noite vai longa e embora me apetecesse ficar aqui a escrever como se não houvesse amanhã, não posso, não só existe um amanhã como está mesmo a chegar (e é véspera de Natal). 
Por estes dias o tráfego da net estará um pouco menos intenso mas se alguém ainda por aqui passar, quero deixar os votos de Feliz Natal, tranquilidade, bons e intensos momentos com a família (seja a de origem ou a de escolha). Validar quem está perto de nós, estreitar laços e criar boas memórias. E depois, que o Pai Natal seja amiguinho.

9 de dezembro de 2013

Foi um domingo em cheio

Apanhar salsa para  o almoço

Limpar as folhas de Outono

Apanhar medronhos

Marmelos para a marmelada

E não podiam faltar as laranjas
Agora diz que quer ser lavrador, quando o levamos mais a sério sobre o assunto diz que gostava mais de ser bombeiro mas isto é conforme o vento, às vezes de norte e outras vezes de sul.
Fomos aos anos da tia e como adora lá ir desta vez empenhou-se e trabalhou a sério. Ver o esforço que fez a varrer as folhas e colocá-las no saco, foi encantador.
E é teimosinho, leva um saco só para ele, e lá só coloca os marmelos/laranjas que ele apanha, não há cá misturas.

Não tem havido chuva mas a natureza é brilhante, ver as árvores assim, são autenticas imagens natalícias, tanta cor, tanto aroma, tanta tranquilidade, não consigo evitar de sentir gratidão quando colho a fruta. A vida quase que se transforma e ganha um novo sentido com tanto que a natureza nos dá.
Momentos destes fazem-me questionar por vezes certas opções que tomo em relação à minha vida. Não seria tão mais saudável em todos os aspectos ter uma vida completamente diferente?
Levanto-me antes do sol nascer, obrigo uma criança pequenina a sair da cama contra a sua tão manifesta vontade, dói-me claro, enfrentamos um transito diabólico e mal disposto, entrego-o na escola onde é dos primeiros a chegar, corro para o escritório onde enfrento não só dias difíceis como pessoas difíceis. Almoço a correr para continuar o resto do dia. Saio rapidamente para pegar no puto e fugir para a auto-estrada antes do grosso das filas, chegamos a casa já com o sol posto, dou-lhe banho a maior parte das vezes contra a vontade dele, faço o jantar e planeio deitar-me cedo o que nem sempre consigo. Corro muito em todas as direcções para manter sempre a vida do mesmo modo. Não alcanço nada de novo, e canso-me muito.
Ás vezes penso mesmo, e se?

30 de outubro de 2013

Um lado bom da vida

Costumava defender com unhas e dentes a mudança da hora. Mesmo a semana passada, antes do piolho adoecer, mal podia esperar pela mudança de hora, mais uma hora durante a noite e ele ao dia seguinte levantar-se-ía melhor, sem a birra de sono habitual. Mas, a vida tem destas coisas e ele ficou doente. Mudança ou permanência, o resultado foi o mesmo. A única diferença (que não muda em nada a cena do levantar) é que quando saímos de casa já temos luz do sol. 
Podia queixar-me aqui que a luz baixinha do sol para quem conduz a esta hora só serve mesmo para encandear... podia, mas não queixo, o sol é precioso, vem aí o Inverno (que se adivinha bem frio e bem escuro) e vamos ter muitos dias a suspirar por ele (o sol).
E se por um lado saímos de casa já com luz solar por outro chegamos a casa já no lusco-fusco... também me podia queixar por isso... E depois do esforço do levantar a mim e ao piolho e encarar as birras e o transito, chegar ao trabalho com a sensação que o dia já vai a "meio" e constatar que afinal ainda são oito da manhã.... também me podia queixar por isso... E o frio?... (tudo coisas simples).
Respiro fundo.
Está um dia lindo, está um sol maravilhoso, tenho saúde, tenho emprego, tenho um filhote fantástico, tenho casa e comida. Pronto, tenho frio e tenho sono mas bolas, se não tivermos coisas menos boas para comparação, não sabemos dar valor às melhores.
Ontem à noite o meu filho era um super-herói: 
- Mãe, imagina que fazes uma situação e eu apareço e vou salvar-te!
Eu fingi que tropecei 
- Socooooorro, tropecei e vou cair! (mãe faz cada coisa).
Ele "voou" e agarrou-se às minhas pernas para me salvar:
- Pronto, salvei-te!
- Oh, obrigada meu herói!
Ele virou-se levantou os braços em "L" à altura dos ombros (a mostrar os músculos) e disse:
- Super G...! 
E pronto, há lá coisa melhor que ter um super-herói em casa? Queixas para quê? Ele resolve tudo.

16 de outubro de 2013

Bananas

A flor antes de ser o fruto.



Para quem como eu não faz/fazia a menor ideia da beleza da banana em flor.

4 de outubro de 2013

Dia Mundial do Animal


Parece triste. Mas talvez esteja apenas absorto.
Habita um segundo andar.
Conheço-o aqui das redondezas e encontro-o a passear algumas vezes.
Acho que aprendeu a aceitar esta vida se é que alguma vez conheceu ou desejou outra.
No fundo, envelheceu. E assim como nós, aprendeu que se encara a vida conforme a idade. Talvez nesta fase as suas prioridade sejam apenas comida no prato e um sitio quente para dormir. E já não é nada mau.
Algum carinho e o conforto de um telhado. Assim o pudessem ter todos. Assim o pudéssemos ter todos.