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22 de fevereiro de 2016

As árvores

Tudo o que vemos transforma-nos de algum modo.
Estas fotos têm já algum tempo, estavam "da lado" passou-se quase um ano, embora elas (árvores) se mantenham no mesmo local, com a mesma roupa.  
Hoje lembrei-me delas, não sei porquê, talvez porque tenha visto andorinhas no sábado e a Primavera esteja a querer fazer-se anunciar dentro de nós, quem sabe?
Partilho pela mesma razão que as fotografei, não só porque acho piada, mas porque implica uma ideia, um projecto, um tempo de dedicação e um resultado engraçado, colorido, que anima o local. Não acho que as árvores se importem. Acho que o facto de olharmos e sorrirmos as transforma também.
Coisas minhas.











26 de outubro de 2013

Mensagem para o Bruno


Bruno, és um homem de sorte, não só porque ela (ele?) te ama de uma forma diferente como te ama sem medos. E no fundo isso é o mais importante.

7 de agosto de 2012

Tenho tantas saudades




Já me lembrei hoje tantas vezes de Estocolmo que tive que ir buscar estas fotos ao baú...
Será? Será alguma mensagem da vida? Lembrar-me assim tanto de uma coisa no mesmo dia?
Assim de repente não vejo jeitos de tal acontecer, só posso ter férias daqui a uns 15 dias e não há propriamente "T€mpo" para uma aventura destas, por isso, não sei o que poderá ser...

A primeira vez que fui a Estocolmo foi no Verão de 2005, fui (entre muitas outras coisas) conhecer o Sol da Meia-noite.
A viajem foi um escape, um "refúgio", uma dádiva, uma benção para a altura em que foi. Foi maravilhosa, apaixonei-me perdidamente pela cidade.
Voltei lá em Janeiro de 2009, a "empresa-mãe" era sueca e fomos todos a "casa" para um festa, foi-nos oferecida a viagem por termos atingido os objectivos propostos. Foi igualmente bom, conheci Estocolmo de uma maneira completamente nova e tal como da primeira vez, voltei a apaixonar-me perdidamente.
Quero lá voltar milhares de vezes e não preciso de mais, quero apenas ser igualmente feliz.

Tenho tantas saudades!
.

Apenas e só por Benfica










3 de julho de 2012

Jardim da Babilónia











Porque hoje estou numa de natureza.

Quando a população intervém, quando há vontade e acção, fazem-se obras fantásticas.
Esta rua não tem nome, não existe no mapa da cidade.
Dos pátios ou logradouros que existiram, do arregaçar de mangas das senhoras (sim, é uma obra no feminino) que os habitam, da sua vontade e trabalho nasceu um jardim.
Tudo o que aqui está foi plantado, construído, trazido, arranjado com todo o cuidado por quem, dentro de si, encontrou espaço e tempo para se dedicar a um projecto comum em que o ganho é a satisfação de passar e/ou permanecer num mundo à parte.
Não sei quantas senhoras se envolveram nem quanto tempo demorou a obra, sei que pediram à junta ajuda com a água para a rega e meteram mãos ao trabalho.
Que ideia tão boa.
Aqui no meio da pedra nasceu um pequeno oásis povoado de centenas de espécies de plantas, de pássaros, repuxos com peixes e gatos que se passeiam. Em pouco mais de 50 metros.
Haja vontade.

22 de junho de 2012

Cores


No meio do cimento, do alcatrão, dos carros, das pessoas. Ainda que para venda e naqueles minúsculos quadradinhos de terra que nos fazem duvidar da sua força para vingar, ainda assim, são natureza e são cor e são uma lufada de ar fresco.

16 de junho de 2012

A casa, o lar




"Pensar que possamos vir ao mundo num lugar que a princípio não saberíamos sequer nomear, que vemos pela primeira vez; e que, nesse lugar anónimo, desconhecido, possamos crescer, circular até conhecermos o seu nome, pronunciá-lo com amor, que o chamemos de lar, onde lançamos nossas raízes, onde abrigamos os nossos amores; de forma que, cada vez que, falamos dele, o fazemos como amantes, em cantos nostálgicos, em poemas transbordantes de desejo."
William Goyen

E quando aqueles que os habitam desaparecem, os lares desaparecem com eles.

8 de junho de 2012

Só para quem gosta







Tudo o que se pode imaginar para bolos, bolinhos, bolachinhas e companhia.
Adoro passar por aqui à hora do almoço, é um lugar cheio de cor e de alegria, parece que passámos pelo espelho da Alice e entrámos no mundo mágico do chá das 5.
Só as ideias, só as possibilidades...
Aqui informação mais detalhada.

5 de junho de 2012

Amoreiras


Carregadinhas de amoras. Mesmo aqui ao virar da esquina.
Os pombos é que de amora em amora enchem bem o papo.

31 de maio de 2012

Colombo e arredores

Esta manhã é má ideia e se alguém tiver mesmo que para lá ir, não se assuste com aparato. Ambulâncias e polícia por causa de um simulacro de evacuação.
Reabre de novo por volta do meio-dia.

5 de dezembro de 2011

Encontrei o Pai Natal




-"Xá-li, xá-li!" - como diria o meu filho.
Prometo que se o encontrar mais vezes (e o conseguir fotografar), vou dando conta do que anda por aqui a fazer.