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26 de junho de 2015

Antes de morrer quero...


Por causa desta publicação (aqui), baseada neste projecto, embora com as diferenças que a idade e história de cada um implicam, foi-me inevitável pensar naquele balanço que de vez em quando fazemos das nossas vidas.

Fazer uma pausa e pensar em que ponto do caminho estamos e, optar por tentar melhorar, é sempre desejável. O problema, é quando andamos a mil, sem tempo nem espaço para carregarmos na pausa.
Ver pessoas com uma idade avançada, ainda com objectivos, aspirações ou mesmo sonhos, é, no mínimo, inspirador. Há muito pouco disso por aí, nos dias que correm. 

Quanto ao projecto original, ler as aspirações pessoais de cada um (maioritariamente gente mais nova), coloca muita coisa em perspectiva.
O que para um poderá ser algo extremamente fácil, para outro poderá ser um projecto ou objectivo de vida mais difícil de atingir. No fim, se nos fizer pensar um pouco, já é bastante positivo.

Por causa disto lembrei-me de algo (alguém ou um filme, não sei) que nos sugeria escrevermos o nosso próprio elogio fúnebre para sabermos como gostaríamos de ser recordados (algo do género "se não o fazemos pelos outros, façamo-lo pelo nosso próprio ego"), e depois, agir em conformidade.  
Parece-me ser um objectivo a considerar, não?

A publicação do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo é simplesmente maravilhoso. Espero que todos eles consigam realizar o seu sonho.

10 de janeiro de 2015

Frio, muito frio


A imagem já é da outra semana mas é como se fosse de hoje. 
Quando ninguém a vê, quando ninguém a ouve, é certo e sabido que ela anda a fazer pela vida. 
Imaginamos o frio que está lá fora só de observar a gata.

8 de janeiro de 2015

2014

Ainda nos trouxe festas de anos no parque





Idas ao Teatro

Passeios na Praia


Passeios no Campo



Festas de Natal



Constatações importantes por parte da nossa criança

E uma espera quase em desespero pelo Pai Natal que nunca mais chegava

13 de maio de 2014

A nova campanha da National Geographic


Demorou cerca de dois meses a campanha que Silvio Medeiros criou com a Diomedia stock Images.
Aproveitando o balanço da moda das "selfies" e o facto de hoje em dia quase toda a gente ter acesso a telefone e máquinas digitais, criaram uma campanha divertida para apelar à utilização de boas imagens de animais. Cá para mim acho que resultou na perfeição. Está brilhante. Se puderem, não deixem de ver.

4 de março de 2014

A promessa dos dias


Parece que a barreira dos 20º se aproxima... para fazer jus ao ditado de Março... maçagão, manhãs de Inverno e tardes de Verão.
Que bom vai ser deixar as camisolas interiores e deixar de andar enchouriçada os dias inteiros.

6 de dezembro de 2013

De outros tempos


Andava eu nas buscas da arrecadação quando encontrei um saco cheio de tralha de tempos que já lá vão. E lá dentro outros sacos de outras tralhas e de outros tempos... encontrei esta "preciosidade" de uma época em que os números de telefone não incluíam o indicativo da cidade... (anterior a 1999).
Mas mais importante é a memória dos Por-fi-ri-os. Haverá alguém (das minhas idades) que não se lembre?
O "tão à frente" que eram os modelitos. 

7 de novembro de 2013

O que nos diz a emoção

Tropecei neste pequeno filme por acaso e fiquei... não sei explicar, talvez de coração partido. Afligiu-me ver um bebé chorar... de emoção.

9 de setembro de 2013

Viseu (parte II)

A primeira vez que pensei a sério em Viseu foi quando me inscrevi na faculdade. Tínhamos (acho que ainda é assim) que colocar as várias faculdades por ordem de preferência, primeiro vinha Lisboa porque era cá que vivia, depois coloquei Viseu e em terceiro lugar coloquei o Porto. Tinha a certeza que ía entrar em Viseu - entrei em Lisboa. E Viseu ficou para mais tarde.
A parte velha de Viseu é a que mais me atrai, acho que à medida que vou envelhecendo, me vão encantando cada vez mais as histórias por contar. Há uma atracção generalizada pelo campestre antigo e eu não sou excepção. Pudesse eu ter uma casinha com um quintal numa qualquer aldeia e acho que nunca mais de lá saía. Ainda não perdi a esperança, talvez um dia ganhe o totoloto, só preciso de começar a jogar.
 





E Viseu


 Viseu é muito mais que cinco ou seis fotografias. Acho que foi amor à primeira vista, gostei dela assim que a vi.
Mas Viseu com o desenrolar do tempo tem-se tornado família, Viseu não é uma cidade onde vamos passear e tirar fotografias (tal como Grândola), a Viseu vamos para estar com as raízes. Para falar do quanto a cidade mudou ao longo do tempo, para ver onde moravam amigos, onde se passavam noites em festa, onde antes era a escola, onde se fez o exame de não sei quê. Onde era a quinta da bisavó.







Ericeira

Eu sei, é um exagero mas pronto, foi o máximo a que consegui reduzir. Há que reconhecer que temos um país lindo e é um trabalho difícil fazer a seleção das fotografias. E se temos muitas é porque gostámos mesmo.
Para quem tiver paciência, seguem-se 10 conjuntos (ou 34 em 10).