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25 de março de 2015

Quando o Inverno já chateia


Só para me lembrar que, por vezes, mesmo contra todas as probabilidades, de um momento para o outro, tudo pode mudar para melhor.

18 de março de 2014

O tempo


Quase, quase que o tempo quente nos fez acreditar que seríamos sobejamente compensados pelo que suportámos em Janeiro e Fevereiro. O frio, a chuva e o cinzento foi tanto que quando o sol chegou tudo parecia estranho. Depois o calor, os dias que cheiram a Verão e as nossas saudades. Ter uma costa maravilhosa e não a poder desfrutar. 
Quase que acreditávamos. E depois recomeça o frio lentamente a voltar, a lembrar-nos que a Primavera ainda lá vem. Tudo a seu tempo, nada de pressas.

18 de fevereiro de 2014

As cores desta manhã


E São Pedro lá permitiu o sol, esta manhã a sair de casa, o meu filho que vem sempre a reclamar do frio e do sono até queria ir procurar o pote de ouro.

26 de dezembro de 2013

As Figueiras


As Figueiras não são propriamente um assunto desta estação mas por estes dias, completamente despidas, ilustram na perfeição a imagem da solidão e da tristeza. E não querendo eu colocar aqui uma nota triste, não consegui deixar de partilhar esta ideia. 

No meio de toda a aparente desolação do Inverno, prepara-se a vida que brotará na próxima estação. E a chuva tem o papel principal nessa explosão que se aproxima.
É tempo de recolha, é tempo de deixar a natureza em paz para que se renove, deixar o preto, o cinza e o verde terem os papeis principais.

11 de dezembro de 2013

3 milhões para salvar as abelhas


Existem pesticidas que estão a matar as abelhas e a colocar em risco a nossa cadeia alimentar.
Faltam cerca de 450 mil assinaturas para atingirmos os 3 milhões.
Vale a pena lutar por um mundo melhor. Aqui para saber mais ainda e assinar a petição.
Haverá sempre desinformação e haverá sempre falta de acção, não nos conseguimos unir para atingir as assinaturas necessárias contra a privatização da água, talvez seja tempo de começarmos uma união forte e uma campanha estruturada de informação para conseguirmos aos poucos deixar um mundo melhor para os nossos filhos. Não custa nada, e mesmo que custasse, é o mundo das nossas crianças, merece empenho.

9 de dezembro de 2013

Foi um domingo em cheio

Apanhar salsa para  o almoço

Limpar as folhas de Outono

Apanhar medronhos

Marmelos para a marmelada

E não podiam faltar as laranjas
Agora diz que quer ser lavrador, quando o levamos mais a sério sobre o assunto diz que gostava mais de ser bombeiro mas isto é conforme o vento, às vezes de norte e outras vezes de sul.
Fomos aos anos da tia e como adora lá ir desta vez empenhou-se e trabalhou a sério. Ver o esforço que fez a varrer as folhas e colocá-las no saco, foi encantador.
E é teimosinho, leva um saco só para ele, e lá só coloca os marmelos/laranjas que ele apanha, não há cá misturas.

Não tem havido chuva mas a natureza é brilhante, ver as árvores assim, são autenticas imagens natalícias, tanta cor, tanto aroma, tanta tranquilidade, não consigo evitar de sentir gratidão quando colho a fruta. A vida quase que se transforma e ganha um novo sentido com tanto que a natureza nos dá.
Momentos destes fazem-me questionar por vezes certas opções que tomo em relação à minha vida. Não seria tão mais saudável em todos os aspectos ter uma vida completamente diferente?
Levanto-me antes do sol nascer, obrigo uma criança pequenina a sair da cama contra a sua tão manifesta vontade, dói-me claro, enfrentamos um transito diabólico e mal disposto, entrego-o na escola onde é dos primeiros a chegar, corro para o escritório onde enfrento não só dias difíceis como pessoas difíceis. Almoço a correr para continuar o resto do dia. Saio rapidamente para pegar no puto e fugir para a auto-estrada antes do grosso das filas, chegamos a casa já com o sol posto, dou-lhe banho a maior parte das vezes contra a vontade dele, faço o jantar e planeio deitar-me cedo o que nem sempre consigo. Corro muito em todas as direcções para manter sempre a vida do mesmo modo. Não alcanço nada de novo, e canso-me muito.
Ás vezes penso mesmo, e se?

26 de novembro de 2013

A praia


E como nós estamos a ficar viciados em praia nas tardes de "Inverno".
E o que eu adoro esta fotografia do meu pirolito.

3 de novembro de 2013

O eclipse de hoje


Foi o último eclipse do ano e talvez porque o que seria visível para nós era tão pouco que nem se tivesse falado por aí além do assunto.
Por aqui fotografou-se uma ou outra coisinha. Era meio dia e vinte e o eclipse ía a meio.

20 de setembro de 2013

Oh não, a Lua outra vez!...



Eu sei, sou uma chata mas gosto mais desta fotografia (de ontem à noite) do que da de ante-ontem (3 posts atrás)...
E pronto, é só.

Lisboa e o Verão

A previsão para hoje aponta para temperaturas acima dos 30 graus em grande parte do país.
Sei que já deve haver quem esteja farto de calor, sei que por estas alturas já começamos a desejar um fresquinho para variar o guarda roupa. É natural e é desejável que assim seja é a nossa ligação à terra e à natureza. 
"Talvez" esteja a ficar velha, sou friorenta (sempre fui) e noto que me agarro a certas nostalgias, por isso, estou numa de Verão, quero é tempo quente e sol, muito sol. Acho que se vivesse num qualquer país mais a norte, já me tinha dado o badagaio com a falta de horas solares.
Temos quase 9 meses entre tempo frio e tempo fresco, e ainda por cima este ano já andavam para aí umas teorias malucas de um Verão invernoso (para lembrar os mais esquecidos do prolongamento que este inverno teve), quentinho que é bom só mesmo nestes três meses. E por muito que ache que a coisa devesse ser mais equilibrada, não há voto na matéria, não há presidente de junta que a ser eleito consiga chegar à fala com S Pedro.
Mas, só tenho a acrescentar que não sou só eu, ou aqui em Benfica andam coisas estranhas no ar ou estou bem em sintonia com a natureza. A bananeira aqui do jardim está a ficar cheia de bananas... imagine-se, em plena Lisboa.
Fica a prova.


19 de setembro de 2013

E porque ontem foi dia (e noite) de lua cheia


Aqui fica um registo. Não estava tão escuro (quase oito da noite), o contraste é que foi necessário para a lente focar a lua no céu.


E às 7 da manhã, quase a desaparecer nas nuvens, ainda estava assim. Linda!

27 de junho de 2013

As flores


O meu filho gosta de apanhar florinhas para dar à mamã. A vovó já o ensinou a pedir antes de o fazer porque às vezes as flores pertencem a jardins e não se pode simplesmente andar a colher a flor alheia.
Mas na semana passada na escola não se livrou de ficar de castigo porque resolveu apanhar um malmequer e teve tanto azar que veio logo um terço do arbusto atrás.
Ficou sentadinho no recreio a ver os outros brincar...
Tento explicar-lhe que as plantas são lindas onde estão, e pessoalmente não concordo com a apanha de flores, a alegria/cor/luz que dão a uma casa é demasiado efémera, como se o custo (e não estou a falar de dinheiro) fosse demasiado alto. As flores são bonitas no jardim sempre, mesmo até ao fim.
E não tenho nada contra as floristas.

12 de abril de 2013

A Primavera


A Primavera é daquelas primas que às vezes é fantástica e outras vezes pode ser bem mázinha, daquelas com quem passamos muitas reuniões de família mas nunca um Verão inteiro. Companheira de brincadeiras por quem desarrumamos o quarto inteiro e a quem emprestamos todos os brinquedos.
Daquelas primas muito presentes na intensidade da infância e que depois, quando crescemos, recordamos com saudade porque nunca mais nos tivémos como antes, como se a idade adulta nos afastasse e só muito de vez em quando nos encontramos e usufruímos verdadeiramente na companhia uma da outra. Faço algum sentido? 
Porquê? Porque a Primavera aquela muito presente tem viagem marcada para a próxima semana, vem visitar-nos. Está tudo preparado, o programa das festas é o que acima copiei.
Tudo aqui, no seu original (não sei por quanto tempo mas, obviamente, aguardam-se alterações - para um lado ou para o outro).
E eu aqui numa tristeza porque ainda não vi andorinhas este ano.

5 de abril de 2013

Viver no Campo













Assim foi a nossa Páscoa e já estamos cheios de saudades.
O tempo até colaborou (deve ter lido o blog), obrigada!
Correr, brincar, saltar, pisar nas poças, apanhar laranjas, observar os bichinhos, apanhar flores, fazer bolinhas de sabão, cavar a terra, apanhar limões, interiorizar paisagens diferentes, explorar, deixar a imaginação voar, respirar fundo, brincar com o Boris. Tudo o que viver na cidade não é.
Dois minutos depois de se sentar ferrou a dormir.
Qualquer dia mudamo-nos de armas e bagagens.

22 de fevereiro de 2013

O tempo que o tempo faz


Não se fala noutra coisa. Vêm aí minimas de fazer inveja (não sei é a quem).
Façam o favor de se gasalhar!