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3 de julho de 2012

Jardim da Babilónia











Porque hoje estou numa de natureza.

Quando a população intervém, quando há vontade e acção, fazem-se obras fantásticas.
Esta rua não tem nome, não existe no mapa da cidade.
Dos pátios ou logradouros que existiram, do arregaçar de mangas das senhoras (sim, é uma obra no feminino) que os habitam, da sua vontade e trabalho nasceu um jardim.
Tudo o que aqui está foi plantado, construído, trazido, arranjado com todo o cuidado por quem, dentro de si, encontrou espaço e tempo para se dedicar a um projecto comum em que o ganho é a satisfação de passar e/ou permanecer num mundo à parte.
Não sei quantas senhoras se envolveram nem quanto tempo demorou a obra, sei que pediram à junta ajuda com a água para a rega e meteram mãos ao trabalho.
Que ideia tão boa.
Aqui no meio da pedra nasceu um pequeno oásis povoado de centenas de espécies de plantas, de pássaros, repuxos com peixes e gatos que se passeiam. Em pouco mais de 50 metros.
Haja vontade.

29 de junho de 2011

A casinha da árvore



Fica ali em Algés, ao pé do Aquário Vasco da Gama, sim , o esquecido Aquário que é fantástico para os mais pequeninos, estivémos lá o ano passado e tencionamos repetir este ano. Mas dizia eu, a casinha da árvore, vê-se da estrada (vê-se melhor até do combóio que é mais alto), não sei o que é, de quem é, ao que pertence ou para que serve, mas apetece, apetece ter um puleiro assim, um refúgio, um bocadinho de imaginário no mundo real.

13 de abril de 2011

Praia do Terreiro do Paço

Esta tarde.


No hemisfério norte é Primavera, no hemisfério sul é Outono mas aqui, aqui é Verão.
Com tanta coisa má que nos tem calhado na rifa, pelo menos do tempo não nos podemos queixar. Nem nós nem quem nos visita.