A vila do Luso
E a mata do Buçaco
Dá para perceber que por muito bonito que este nosso país seja e mereça ser divulgado, eu tenho um problema em me conter quando se trata de fotografias... (e tantas, tantas outras que não vão aparecer por aqui).
Temos um tesouro cultural inestimável, talvez valha a pena vir conhecer ao vivo (não só aqui, claro). Ao vivo é sempre diferente, o peso do trabalho esmaga-nos, pensar como certas obras poderão ter sido feitas, erguidas, pensadas, quem as pensou e com os meios da época. De onde terá vindo a inspiração (quase sempre da natureza) e como hoje tudo é tão diferente.
Ainda bem que (mesmo a custo) estas obras ainda permanecem, nada melhor do que a obra de Arte para nos ensinar sobre a beleza.
31 de agosto de 2012
30 de agosto de 2012
Tesouros de viagem
O caminho que se faz pela mais velha estrada para Águeda.
Do mais "primordial" que ainda se pode ver por muito lado. E adoro. Adoro coleccionar estes pequenos tesouros. Do cimo das Serras e dos fundo dos vales. Demorámos uma eternidade mas guardamos imagens lindas.
29 de agosto de 2012
As férias
Férias são férias, há quem escolha não "tocar" em nada do dia-a-dia de todos os dias, há quem faça um esforço, há quem não ligue muito a essa diferença e há que queira mas não possa.
Sinceramente não ligo muito a essa diferença, o blog é algo do meu dia-a-dia mas como também é o meu mundo à parte, nada tem a ver com o lado chato da minha vida. É algo que alimento com muito muito gosto. Não vir cá, só mesmo porque não posso.
Mesmo do meu quotidiano é impossível desligar completamente, há sempre coisas que se colam a nós e nos seguem por todo o lado, todos os dias, para o bem ou para o mal.
Pertenço àquele grupo enorme de pessoas que gostaria de fazer outra coisa para viver mas, como por enquanto não é possível, vivo com o que tenho, sem dramas (acho eu, quem me atura poderá dizer melhor). Talvez seja esta a razão, este meu cantinho e as fotografias, são os meus vícios, tenho que os alimentar, isto e o meu filho.
Sinceramente não ligo muito a essa diferença, o blog é algo do meu dia-a-dia mas como também é o meu mundo à parte, nada tem a ver com o lado chato da minha vida. É algo que alimento com muito muito gosto. Não vir cá, só mesmo porque não posso.
Mesmo do meu quotidiano é impossível desligar completamente, há sempre coisas que se colam a nós e nos seguem por todo o lado, todos os dias, para o bem ou para o mal.
Pertenço àquele grupo enorme de pessoas que gostaria de fazer outra coisa para viver mas, como por enquanto não é possível, vivo com o que tenho, sem dramas (acho eu, quem me atura poderá dizer melhor). Talvez seja esta a razão, este meu cantinho e as fotografias, são os meus vícios, tenho que os alimentar, isto e o meu filho.
Dois dias no Caramulo
Uma vista de cortar a respiração, um ar puro de aroma silvestre, sempre a cima das nuvens, nascer do sol digno de postal ilustardo, tudo como não temos em Lisboa (e em muitas outras partes dos país).
Faz-lhe bem, faz-nos bem.
Seguem-se dois dias no Luso!
Dois dias em Viseu
Viseu e a Feira de S. Mateus.
O meu filho estreou-se nos carrosséis e nas farturas.
A ida à feira trouxe-lhe aquele misto de diversão e vida nocturna. As farturas, no António das Farturas são diferentes, mais finhinhas e estaladiças, e as meias dúzias são de nove!
A senhora do carrossel dos barcos ofereceu-lhe uma volta extra, foram só alegrias!
Agora que já não temos a nossa feira popular!...
27 de agosto de 2012
Primeira semana
Foi uma primeira semana de trabalho, o G ganhou uma caminha nova, vá, um quarto novo, aproveitaram-se umas coisas, mudaram-se outras e o resultado agradou.
Embora as duas primeiras noites tenham gerado alguma insegurança, ultrapassou-se a questão da "mudança". Algo de que me apercebi desde cedo no meu piolho, é a resistência à mudança, mais do que aquela resistência inerente à idade.
Aqui, foi um misto, o facto de antes dormir numa caminha de grades que lhe dava uma contenção de espaço, dava-lhe também a segurança de se saber contido :)
Jogámos com a questão da autonomia, explicámos-lhe que pode subir e descer da caminha sempre que quiser, já não precisa de esperar pela mãe ou pelo pai. E teve mesmo que ser, mais um pouco e ele deixava de caber lá dentro
Ultrapassada mais uma etapa, seguem-se milhares de outras... a próxima, não contando com a mudança de escola, penso que seja a chucha... não me posso queixar, ele até tem colaborado bastante nestas coisas de etapas.
Vamos ver!
17 de agosto de 2012
Going
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