24 de dezembro de 2016
10 de novembro de 2016
Orçamento a votos
Para o cidadão lisboeta mais distraído, o Orçamento Participativo de Lisboa está a votos. São 182 projetos para eleger 88.
No site [Aqui] explica tudo. Clicando em "Edição Atual" e depois em "Projetos em Votação" dá para ficar a conhecer cada um deles. Cada cidadão tem dois votos - um para projeto estruturante e outro para projeto local. Votar é fácil, pode ser presencialmente, por internet ou, o meu preferido, mandar um SMS gratuito para o nº 4310 com o nº do projeto que queremos.
A votação decorre até 20 de Novembro.
9 de novembro de 2016
Democracia
Chama-se democracia, é o poder do
povo, na sua mais simples definição. E é isso que é preciso respeitar.
Claro que nos perguntamos como
tal foi possível, mas na verdade não interessa porque não muda nada. Já
conhecemos a imprevisibilidade americana nestas coisas, de outros carnavais.
Não que as pessoa não possam decidir, de repente, votar à esquerda ou à direita mas, votarem em alguém que não tem valores nem princípios
nem ética, deixa-me um bocadinho
arrepiada.
Mas pronto, muito já se disse e escreveu (e se viu) sobre as “virtudes”
do senhor em questão.
Mas a ideia aqui era outra, de
manhã queria explicar ao meu filho o que se tinha passado durante a noite. Não
tive muito sucesso porque a atenção dele estava mais virada para o jogo que estava
a jogar do que para a minha conversa.
Comecei por lhe dizer que nas eleições dos Estados Unidos tinha ganho um
senhor que não era nada educado e não me parecia ser boa pessoa, disse-me que já sabia… era Donald (como o pato) Trump, tinha ouvido nas notícias.
Eu tinha imaginado uma conversa, nos
trinta minutos que temos de trânsito para a escola, em que lhe falaria dos
valores humanos, dos direitos, das diferenças culturais e do quanto isso pode
ser enriquecedor, na satisfação de aprender uma língua e comunicar porque se somos
todos iguais no mais importante que define o ser humano, também somos todos diferentes
nas escolhas e gostos e vontades, e, essa descoberta no outro é valiosa, e o respeito deve prevalecer sempre.
Claro que a conversa ficou para
outro dia. Disse-lhe que sim, é Donald
como o pato e pensei no boneco a explodir de raiva quando as coisa não lhe
correm de feição, e cheguei à conclusão que talvez o meu filho soubesse mesmo
do que estava a falar.
E sobre isso, de
explicar às crianças… vale a pena ler este artigo do Público e mais este Huffington Post.
7 de novembro de 2016
Vem aí o S. Martinho
Quentinhas, agora sim, já apetece!
É já na próxima sexta, dia de S. Martinho, das 11:00 às 22:00h.
A CMO oferece aos munícipes e a quem quiser lá dar um saltinho, no Centro Histórico de Oeiras, 3 toneladas de castanhas - assadas!!!
E às 18:30h inauguram-se as luzinhas de Natal.
Fica o convite.
3 de novembro de 2016
A magia de crescer
Na semana em que perdeu três dentes, fez também os sete anos e recebemos este video por email.
O tempo passa demasiado depressa e a pressa de crescer é tanta que quase não têm tempo para apreciar a magia. Por isso fazemos questão de insistir um bocadinho, a magia na infância é poderosa, daí virão memórias e emoções que nos fortalecerão ao longo da vida.
Até 2086
E posto isto, (aqui), já vamos com dois dias de atraso, era já hoje, agora mesmo, sair porta afora e voltar (provavelmente sem vontade) só lá para janeiro.
Aproveitar os 20º e dar um passeiozinho no paredão em Oeiras, ou ir já para o alentejo e só voltar a falar em Lisboa para o ano, ou aproveitar qualquer outra coisa, uma qualquer.
Já que valemos menos, façamos alguma coisa que nos alegre.
Não consigo, no entanto, deixar de pensar no porquê?
Valemos menos porquê? Temos dois braços, duas pernas, estudamos, trabalhamos, organizamos a casa, a família, tratamos dos filhos, dos pais, do marido...
Talvez façamos demasiadas coisas. Talvez seja a ideia de "o que é demais enjoa", talvez seja isso. Estamos demasiado lá, as pessoas enjoam-se de nós, fartam-se. Não lhes damos oportunidade de sentirem a nossa falta, aconteça o que acontecer, estaremos sempre lá, garantidamente, têm-nos por garantidas. Somos um mal necessário.
Brinco, mas, estarei assim tão longe da verdade?
O que faremos para mudar isto?
O doce (de) Halloween
Entrar a matar (ou a cortar)
Uns dedinhos de zombie, cortados de fresquinho, para acompanhar o café ou o chá.
A criança da casa não achou muita piada, diz ele que não gosta de amêndoas... e pensando bem, é verdade, não que não goste de amêndoas, mas todo o resto implícito, se calhar andamos todos a exagerar um bocadinho. E é em escalada, não sabemos fazer a coisa de mansinho.
Quando eu era miúda (nem havia halloween), se por acaso nos apetecesse brincar a alguma coisa assim mais visualmente forte, fazíamos um risco na cara com uns tracinhos atravessados e tínhamos uma cicatriz para nos assustarmos umas às outras na brincadeira. Não havia nada tão visualmente descritivo de coisas nojentas e assustadoras como hoje. É um milagre eles não acordarem com pesadelos.
Ainda assim este ano deu-me para isto, nem faria nada se na escola não pedissem sempre aos pais para fazerem umas coisas horripilantes para comer. Na escola tudo é uma festa.
Caso interesse, é a massa das bolachas de manteiga, vai ao forno com a amêndoa e depois (para que a amêndoa não caia), é colada com doce de morango. A massa fica mais escura que o normal porque uso açúcar de côco (que é castanho escuro). A ideia veio da net.
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