8 de fevereiro de 2016

Um bolo diferente

Uma amiga apresentou-me a um sujeito simpático e doce, conheci-o, achei-lhe piada, e com o tempo passei a gostar bastante dele. Hoje em dia, evito-o. Não que me tenha zangado com ele, mas porque não me faz muito bem. 

De há uns tempos para cá, a minha glicémia já não anda nos valores de antigamente e tudo o que tenha açúcar e farinha já não circula tão livremente cá por casa como um dia circulou.
Habituei-me  a fazer bolos com metade do açúcar, a substituir farinhas, a alterar receitas. Já o fazia por causa do maridão e agora, o stress apanhou-me a mim também, bem pelos açúcares.

O sujeito que a minha amiga me apresentou foi o Reese's (peunut butter cups), só é pena o chocolate ser tão doce, de resto, o equilíbrio entre doce e salgado no "recheio" não é mau. Os mini cups são os melhores.
Foi por não os comer há já bastante tempo e ter algumas saudades, que esta receita teve um impacto maior em mim.

As alterações: metade do açúcar (para quem não tolera coisas muito doces), e usar açúcar de côco (é mais caro mas tem um índice glicémico de 35, é mais saudável).  Os pedacinhos de chocolate podem e devem ser sem açúcar (adoçados com stevia, por exemplo).
E é verdade, o resultado é incrível, parece mentira que o bolo não tenha farinha.
O piolho cá de casa adorou.
A diferença no meu forno a 180/190º C é que demorou cerca de 50 minutos a cozer. E mal coza, sai logo do forno para não ficar duro e queimado. Depende de forno para forno.

Para quem gosta de manteiga de amendoim, é a não perder, e a baunilha corta-lhe um bocado a intensidade do amendoim. É bom mesmo.



imagem daqui



7 de fevereiro de 2016

Oeiras BRInCKa aos LEGOS

Como cá por casa habita um entusiasta dos legos (da Lego, como ele emenda), o nosso programa esta manhã foi dar um saltinho à exposição de Porto Salvo.
Não há muito a dizer, é a LEGO no seu melhor. E é tão giro.
5€ o adulto e 3€ crianças dos 4 aos 12 (menos de 4 não pagam). Termina terça-feira e, para quem gosta, vai altamente recomendada.
Tive alguma dificuldade em eleger as fotos, por isso, é melhor não julgar o evento só pelo que se vê aqui.
Vale a pena, e quem quiser pode sempre ajudar a completar o mosaico. Ah, e é provável que os mais pequenos pedinchem até mais não, por isso, é melhor ir prevenido,  mesmo até para aquela(s) peça(s) em falta nos conjuntos lá de casa.





















5 de fevereiro de 2016

Carnaval

E estava instalada a confusão.  
Esta tarde, a estrada de Benfica esteve por conta das escolas. Mesmo quem esperava por um autocarro que não viria, se deixou encantar pela festa.
A alegria era tanta, e o alarido era de tal forma que foi impossível não nos deixarmos ficar.  Era contagiante, eles deliraram.
Musica (bem alta) brasileira bem ao ritmo do Carnaval, muita cor, muita animação e muita gente a ver.  E o dia até colaborou, parece que no meio do frio que tem estado, naquele momento a temperatura até deu uma ajudinha.









4 de fevereiro de 2016

A começar de novo

Será apanágio de Outono? Terão as folhas a cair algum efeito de inércia virtual sobre mim?
Tanto assunto para partilhar no blog (sem interesse profundo, é certo) e eu, sem conseguir colocar organização em mim para dar corda aos pés (ou mãos) e fazer destas pequenas coisas que tanto gosto.
E com muita vontade, abro a página numa nova mensagem e penso que quem me segue (ou seguia) merece melhor.
E as palavras para mais um recomeço escapam-me. 

Passaram-se uns meses e não tenho bem noção se terei mudado muita coisa cá por dentro, sei que, como todos, descubro a cada dia novos degraus no caminho que pretendo seguir, mas, que por enquanto, se a vida me colocou aqui, é porque devo permanecer onde estou, nem que seja só por mais um dia. Há dia calmos em que tranquilamente vivo com esta "solução", outros, nem tanto assim.
No meio da confusão e da corrida da vida, faço um esforço por me ligar ao que verdadeiramente interessa, mas no meio do rio, somos levados pelo caudal.


A vida segue, o puto cresce a olhos vistos, já escreve, já lê e já opina a torto e a direito. E o nosso pensamento do futuro que antes parecia simples e longínquo, toma toda uma nova dimensão.

E por falar em futuro, saiu no passado domingo, no DN, uma entrevista a Josep Menéndez (homem da linha da frente da transformação do ensino nos Colégios Jesuitas da Catalunha). Muito interessante para quem sentiu um desajuste profundo na realidade do ensino no nosso país ou, para quem simplesmente se preocupa com o rumo e evolução da educação. Tudo aqui.

Escrevia eu que a criança já lê. É verdade. Dizia-me o mês passado (quando leu o primeiro livro todo sozinho), "Mãe, estou tão feliz, não sabia que ler era tão fácil."
E o meu coração enche, e mesmo ao escrever enquanto revivo o momento na minha cabeça, não consigo deixar de sentir uma alegria imensa e sorrio.
A vida às vezes é tão boa.

E um pouco por todo o lado percebem-se pequenas mudanças no comportamento humano, parece que se começa a ver um bocadinho mais de tolerância, aqui e ali, de empatia, ou até mesmo (trevo-me a dizer), de compaixão. Estarei enganada?  Não vale responder logo após ver as notícias na televisão. 
São novos tempos, ou talvez seja apenas cansaço da estupidez.

E seguimos com a vida.

19 de novembro de 2015

O Dia do Homem

Não sou daquelas pessoas que acha que um dia comemorativo deprecia todos os outros [364] dias do ano.
Gosto de dias comemorativos, dão-nos razões em barda para falar e trocar ideias sobre temas (e às vezes direitos) que por termos como garantidos, nem nos lembramos do foi preciso para os adquirir.

A mim acontece-me todos os anos, por volta do Dia da Mulher, alguém dizer-me que não percebe o porquê do dia, uma vez que não existe o Dia do Homem (não que um implique o outro).
Ah, mas existe, o meu filho (6 anos) assim que acordou disse-me logo que hoje é o Dia Internacional (não se esqueceu do "internacional") do Homem. E está num completo êxtase. Até já me disse que no Dia da Mulher me deu uma prenda (foi um desenho lindo, mas acho que ele confundiu com o Dia da Mãe)...


O Dia Internacional do Homem celebra-se desde 1999 (sim, há 16 anos, e aposto que todos os [homens] que dizem que "não acham piada a celebrar essas coisas",  hoje vão mencionar a data, e devem.). Existe para promover modelos masculinos positivos. Celebra as suas conquistas e contribuições para a sociedade. E visa promover a saúde masculina - porque eles não se preocupam tanto - e a igualdade entre os géneros.

Já agora,  vale sempre a pena, lembrar que ao longo do mês de 
Novembro são várias as iniciativas que decorrem para a prevenção do cancro da próstata.
Sobre este tema, mais informação aqui.

Homens de Portugal (e do mundo), um dia muito feliz para todos.
Para o meu pai, o meu marido e o meu filho, uma beijoca gorda e um dia em grande.