1 de junho de 2014

Sábado de livro





Há dois anos lá estivemos para ver nascer um novo projecto. Hoje o projecto continua.
"O meu nome é..." o nome de todos nós. Um livro pensado para crianças não tão pequeninas, cheio de "tesouros" para descobrir. Do site(blog) descarregam-se uns selos/cromos para compor a história. E as próprias páginas do livro formam um desenho inteiro, como um puzzle mas sem direito a arrancar as folhas.  
Eu sei que sou suspeita mas, é tão bonito, os desenhos da nossa Ritinha são tão, tão, mas tão lindos! E a ternura que passa em cada um deles, e a emoção de cada linha, perdoem-me (os outros ilustradores) mas não há como ela.

Foi uma tarde soalheira, cheia de amigos, família, brincadeira, gargalhadas, estávamos a precisar. E descobrir coisas novas e bonitas é sempre bom.

Ah, é verdade, fora de publicidades ou patrocínios (que não existem) porque este espaço permanece o meu espaço de partilha, se alguém por aí estiver interessado, é por aqui que se consegue adquirir o livro, e autografado ainda por cima.
Esta menina vai longe.

PS - a miúda gira de máquina fotográfica em punho é daqui.


28 de maio de 2014

Histórias com coração


Não conhecia a AJUDARIS, fiquei a conhecer porque me ofereceram o livro "Pequenos gestos, grandes corações" (2013). Todos os anos a AJUDARIS se junta a uns quantos ilustradores e dá cor e vida a histórias escritas por crianças, para crianças.
A AJUDARIS é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que luta contra a fome, pobreza e exclusão social. Fica no Porto e intervem em toda a sua área metropolitana. Vive de parcerias, doações e voluntariado.
A ideia dos livros é muito boa. Ilustradores de nome ajudam a dar vida a histórias que vão ajudar a vida de quem mais precisa. 
Um monte de histórias, um monte de sorrisos, por 5€. Acho que vale a pena.

Só coisinhas boas


23 de maio de 2014

Como nos sentimos

No editorial da revista Prevenir do mês de Abril vem um link para uma TED talk brilhante sobre a depressão.
É um tema difícil mas um acto corajoso, uma conversa não só na primeira pessoa que nos dá a conhecer um pouco mais desse mundo estranho que são os caminhos da mente e o esforço sobre-humano que todos os dias é necessário enfrentar.
Andrew Solomon, um escritor nova-iorquino que conheceu a fundo a inacção, a tristeza, a falta de vitalidade, e tudo o mais que a caracteriza. 
Simplesmente a não perder. Aqui.

O começo do fim-de-semana

A semana de trabalho parece ganhar todo um novo sentido quando chega a sexta-feira ao final do dia, quando muda aquele último minuto que nos dá a permissão de nos levantarmos mesmo antes de desligar o computador, arrumamos a secretária a correr e saímos porta a fora. Há dias em que me esqueço das horas mas à sexta-feira é imperdoável, a tarde já pesa tanto que literalmente nos arrastamos de um lado para o outro, o silêncio que reina naquele escritório à sexta à tarde, denuncia a dormência colectiva que se apodera de nós. É penoso, a sério!
Adoro chegar a sexta à noite e saber que posso (se quiser), ver um filme ou uma série sem ter que me preocupar com o número de horas que (não) vou dormir. Levanto-me sempre muito cedo e normalmente às 10 da noite já caio para o lado. À sexta à noite é rara a vez que não adormeço em frente à TV. Hoje já cabeceei várias vezes, mas é sexta-feira, é dia de inabalavelmente me manter acordada só porque sim, ir para a cama é dar o braço a torcer e perder  estas tão desejadas primeiras horas. É ponto de honra, é sexta-feira e é dia de ficar sentada no sofá nem que seja para dormir.

20 de maio de 2014

O Martelo do Thor


Somos fãs da Rádio Comercial e o piolho é super-fã do "hoje é dia de...", canta o "jingle" ou o indicativo, como eles dizem, e vibra com a informação que faz questão de repetir exaustivamente para não se esquecer de dizer na escola.
Hoje então foi o delírio, de acordo com a mitologia Escandinava, hoje é dia do Martelo do Thor, e se há fã do martelo do Thor, mais do que do o próprio Thor, é o meu filho!
E lá veio ele o resto do tempo no carro a fazer efeitos sonoros enquanto na sua imaginação empunhava e lançava a "ferramenta"  poderosa em direcção a monstros imaginários

Desde que me conheço que adoro heróis de animação, BD e ficção -  Disney, Marvel, venham eles, quantos mais, melhor e vou adorar poder partilhar isso com o piolho (quando ele crescer mais um bocado). Mas, quando nos tornamos mães (e se calhar pais também) avaliamos as coisas por outro prisma, e ainda bem. Não querendo entrar na parte da "Psicanálise dos contos de fadas" (que é um livro fantástico escrito por Bruno Bettelheim e que recomendo - mas só a quem tem paciência para este tipo de literatura), quando pensamos ou transpomos um pouco daquela realidade para a nossa é que nos apercebemos da quantidade de violencia que carregam, e se sonhamos em andar ali de um lado para o outro a fazer o mesmo que o herói, vale a pena pensar no stress que realmente seria, um mundo hostil, cheio de inimigos com capacidade estranhas para nos lixar a vida, que só querem o que nós temos e muitas vezes só nos querem matar porque sim . Gostamos de ver porque o herói dá uma carga de pancada aos maus e no fim vence sempre. E nós vibramos porque na nossa imaginação também damos cargas de pancada e vencemos sempre - somos heróis.  
Paralelismos à parte, porque também vivemos num mundo lixado onde a pancada que damos e levamos é um pouco diferente (embora faça por vezes mais mossa), e há "seres" com quem interagimos que parecem mesmo de outro mundo, pelos "poderes" que têm. Talvez não seja tão mau deixar as "ferramentas" e os seus donos nos mundos a que pertencem, assim como assim a vida já é tão complicada e se todos pudéssemos ser heróis, era uma confusão desgraçada. Diz-se que em terra de cegos, quem tem olho é rei, e nós somos assim, quem é grande é quem tem o poder, a única diferença é que não somos como os seres invasores, não nos atrevemos a fazer frente. Somos seres pacíficos, e pancadaria mesmo, só em sonhos, ali ao lado do Chris Hemsworth...

16 de maio de 2014

Cem dias felizes


Dizem que são necessários 28 dias para mudar um comportamento. É o tempo que o cérebro necessita para quebrar um hábito.
E já que a felicidade vem de dentro, bora lá ser feliz!
Tudo aqui.