16 de setembro de 2013

Ontem foi dia Internacional da Democracia

A propósito disso, junto aqui um email que recebi há dias e que reza assim:


"Cruzei-me há pouco com um colega na rua e parámos a comentar os recentes acontecimentos.
Dizia-me ele que já não acreditava em qualquer solução democrática.
Perante essa desilusão , perguntei-lhe porquê e a resposta deixou-me a meditar:
-Porque a primeira consulta democrática de que há memória foi a de Pôncio Pilatos ao povo:
- "Quem quereis que vos solte, Cristo ou Barrabás?"
E o povo escolheu o ladrão..."

A campanha eleitoral, lá para os meus lados, ontem esteve ao rubro. Andaram todos pelas mesmas ruas, com o mesmo aparato, com a mesma conversa e quase ao mesmo tempo.
Sinceramente nem sei se vou votar. Longe vai o tempo em que não perdoava uma, votar era um direito pelo qual muita gente tinha lutado e não podíamos tomar como garantido um acto que custou a vida a tantos e que com ele fazemos valer a nossa escolha e o nosso papel de cidadãos activos.... blá, blá, blá.
É verdade, blá, blá, blá!
Seria tudo muito bonito se fosse assim.
 Mas hoje está lá Fulano e amanhã quando para lá for Sicrano, os donos dos partidos, e do dinheiro, e dos bancos e de sei lá mais o quê vão-lhe cobrar os favores todos (aos partidos porque só os partidos é que contam cá na nossa democracia) por terem ajudado à eleição e porque chegaram alto para poder mandar, e lá se vai a democracia, e Sicrano lá vai ter que cumprir com tudo o que acordou e desfalcar mais um bocadinho o povo, e afinal um novo resgate/empréstimo/o que for é que é, porque não estava a ver bem a coisa e porque o Fulano deixou aquilo num buraco sem fundo... E com Beltrano a mesma coisa!

O que eu acho, é que eles precisam todos de um susto, um bom castigo, como se faz aos miúdos, para eles aprenderem, é preciso educar esta gente, só não sei como, ainda estou a descobrir como se faz com o meu filho mas que vejo algumas semelhanças de comportamento, isso vejo, principalmente nas birras ( e até acho que o puto se porta melhor).

Lisboa ao 7º dia (em imagens)













Caparica



O pai chama-lhe o "mano-velho" porque foi o seu primogénito e porque a diferença entre eles é maior do que alguma vez imaginaria.
Foi um fim de tarde na Caparica que nos deu ainda muito do seu persistente Verão.
A alegria foi muita principalmente porque encontrou no mano um companheiro de brincadeira. A C é uma ternura, cativou o piolho assim que o viu, de tal forma que só queria ela ficasse ao pé dele.
É bom vê-lo assim, com família alargada, com mais referências, com a enorme alegria de quem é querido por todos.
Não estamos juntos muitas vezes até porque temos um país pequenino de distâncias mas grande, imenso ainda na falta de infraestruturas. Para quem tem o modo de vida de Lisboa parece estranho que noutros locais se viva de maneira diferente, mas a verdade é que na cidade grande se vive loucamente a velocidades vertiginosas e o bom da vida passa muitas vezes ao lado. 
Mas na calma de um fim de dia junto à praia, não se pensa muito nisso. Ficam "algumas" fotos para marcar um dia muito especial.












13 de setembro de 2013

Portugal e os relatórios Internacionais

"A Europa devia aprender duas lições importantes com as crises de dívida anteriores noutras regiões: que uma dívida insustentável é uma dívida impagável, que exige um processo de arbitragem justo e transparente que possa incluir uma reestruturação alargada ou o cancelamento da dívida, e que quanto mais cedo a espiral de crescimento da dívida for atacada pelos Estados-membros e pela União Europeia melhor", alerta a Oxfam.
Além disso, a instituição considera que são precisas "intervenções públicas corajosas que ataquem as verdadeiras causas da crise, com o objectivo de ter um mundo mais justo e mais igualitário". Neste sentido, a Oxfam deixa quatro recomendações aos governos europeus: investir nas pessoas e no crescimento económico, investir nos serviços públicos, reforçar a democracia institucional e construir sistemas fiscais justos.

O relatório "A Cautionary Tale(...)" com os links todos, aqui
E Portugal - o case study,  aqui

10 de setembro de 2013

Obrigada a todos



Quase dois milhões de pessoas na primeira iniciativa de cidadãos europeus. O mundo está cada vez mais próximo.
Exactamente, exactamente, conseguiram-se 1 857 615 assinaturas. Em Portugal apesar de tudo ainda se conseguiram 15677.  Obrigada a todos pelo esforço!
Agora é fazer figas para que este envolvimento de dois milhões de pessoas traga (bons) resultados.
Sempre que precisarem de informação, está tudo aqui.

Toda a ajuda é bem vinda

Talvez já tenhamos passado por situações em que bem cientes, bem conscientes de nós próprios e da situação em que estamos, temos uma melhor capacidade para lidar com as circunstâncias. Talvez já tenhamos passado por situações em que sentimos que controlamos uma parte importante. Não me refiro a situações simples geradas por nós, refiro-me a momentos da vida que nos marcam pela revelação interior que sentimos e não sabemos de onde vem. 

Dizem os entendidos que com meditação diária e uma organização mental e emocional da nossa parte, é um investimento que traz o melhor dos retornos. E investir em nós próprios deveria sempre ser uma prioridade. Se estamos bem, fazemos o bem, e contagiamos os outros. 

Talvez por isso, algumas pessoas queiram ou sintam que têm que levar o investimento mais longe. As emoções geram forças poderosas e quando orientamos ou dirigimos essa emoção por vezes conseguimos resultados brilhantes.  É verdade que quando temos uma claque  grande e sentimos o apoio bem perto de nós, conseguimos feitos grandiosos, lembro-me do Europeu de futebol cá em Portugal, para dar um exemplo bom.

Assim, grupos de pessoas se juntam para ajudar amigos, familiares, causas em que acreditam ou mesmo populações.
 Recebi o seguinte apelo/convite por email e conforme pedido, passo a divulgar:

Tod@s sabemos que quando algo está mal, não ajuda criticar. Ajuda sim; ter uma nova visão, investigar uma alternativa, ver possibilidades de melhoria, enviar bons sentimentos, boas energias, centrar a nossa atenção numa solução mais perfeita.

Todo@s sentimos que a classe política está numa situação delicada entre os grandes grupos económicos e a população.
Em vez de achincalharmos todos os que estão num cargo politico tornando-o(a)s mais pesado(a)s pela densidade da energia enviada; porque não mostramos a Humanidade que reside em Tod@s Nós ao enviarmos votos de Clareza, Visibilidade, Luz, Amor, Paz, Fraternidade e Consciência.

É esta a proposta para esta meditação coletiva:
- Enviar boas vibrações para tod@s aqueles que estão no sistema politico ou em seu torno apelando a uma maior visibilidade sobre as reais necessidades de tão soberano País;
- Apelar ao voto por parte de todo@s nós como forma de exercermos o nosso poder pessoal. Se não acreditamos ou confiamos nos partidos políticos que tenhamos a consciência de que o voto em branco é sem sombra de dúvida a forma de demonstrarmos o que sentimos, não passando para outros o nosso poder pessoal, exercendo desta forma a nossa responsabilidade pessoal.

Acreditamos que o rumo do Futuro está na mão de cada Ser.
Cada um é uma peça importante e decisiva na engrenagem global.
Vamos deixar de lado as queixas, as criticas, as desculpas e vamos arregaçar a Alma e mostrar que este mundo pode ser um sítio melhor para Tod@s.
Não é necessária experiencia em meditação ou noutras técnicas. De ressalvar que esta meditação é GRATUITA.
Basta aparecer e deixar fluir do Coração Amor, boas intenções, aquilo que cada um sentir indicado.
Agradecemos a sua presença no próximo dia 22 de Setembro pelas 11horas em Lisboa nos Jardins de Belém (em frente aos Pasteis de Belém).

Bem Hajam,
José Martins & Sandra Justino

Pessoalmente acredito que temos um poder pessoal que precisamos todos de resgatar, é necessário que acreditemos e que façamos bom uso dele. Quanto à classe politica, quem sou eu para achar que outro ser humano merece ou não merece seja o que fôr? Não estou dentro da pele de outra pessoa para fazer estes juízos de valor, mas que eles (assim como todos nós) se deitam na cama que fazem, que sofrem o stress que sofrem porque não prescindem de certas mordomias, que devem favores à direita à esquerda, a cima, a baixo, a trás, ao meio, etc, temos a certeza e também sabemos que é por causa de tudo isso que o país e as pessoas não andam para a frente. Temos uma classe política que só vive para si própria, fazem as leis para se protegerem, enaltecerem e favorecerem e a si próprios, tudo o resto não interessa porque ninguém gosta de estar nem perto do trabalho árduo, nem da miséria, nem da ignorância.

Por isso, desejo com muita força que todos eles tenham a clareza da incapacidade que têm e que permitam a acção a quem é capaz, percebam que as leis estão mal feitas para o progresso, que na lei da justiça poética ou divina do "cá se fazem cá se pagam" (porque tudo tem um retorno) não podem abusar muito mais. E em última instância, todos têm descendentes, há que ter clareza a esse ponto, pai que é pai não quer um futuro difícil para os seus filhos.

Enfim, que em boa hora essas boas vibrações lá cheguem e façam o seu trabalho.
Fica a divulgação.

9 de setembro de 2013

Hoje é o último dia

copiado da página da Oikos

Não vamos morrer na praia. 
Se não conseguirmos as 2300 (+-) assinaturas que faltam o esforço foi em vão.
Aqui pela última vez, por nós e por todos. Porque a água é um bem mais que essencial, e tem que ser acessível a todos. Privatizar a água é tão absurdo como privatizar o oxigénio.