"- Deixa-me ver o relatório de contas!"
"- [Vovó] Dá-me as chaves do carro que eu quero ir ter com a mamã!"
23 de julho de 2013
Por terras do Algarve
Quem tiver a sorte de se encontrar por terras do Algarve nestes dias talvez queira aproveitar.
Comprar comidinha naturalmente saudável sem químicos ou pesticidas, aproveitar as Oficinas Culinárias ou provar as iguarias no Arraial.
A não perder.
Apoio às vítimas de tráfico
A Oikos faz parte da Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico, passo a divulgar.
A RAPVT - Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico é uma rede de cooperação e partilha de informação, coordenada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) , que tem como finalidade a prevenção, a proteção e a reintegração das vítimas de tráfico.
Esta rede, formalmente criada no dia 21 de junho de 2013, através da assinatura de um protocolo, reúne Organizações não-governamentais e Entidades Oficiais, num total de 22 parceiros, entre os quais a Oikos.
Tendo em conta que o tráfico Humano representa, depois do tráfico da droga, a segunda fonte ilegal de lucro no mundo, e envolve cerca de dois milhões e oitocentos mil Seres Humanos (traficados para trabalho escravo, exploração sexual e venda de órgãos e tecidos), e tendo ainda em conta que o seu combate requer uma intervenção integrada, não só no que se refere à aplicação da legislação, mas também no que diz respeito à prevenção e proteção das vítimas, a RAPVT terá a importante missão de disponibilizar uma resposta de intervenção em rede que integre as diferentes componentes do processo.
Com efeito pretende-se criar uma metodologia de intervenção multidisciplinar e especializada, nas vertentes do apoio jurídico, psicológico e social, de acordo com a área de trabalho de cada entidade parceira, proporcionado ainda o adequado encaminhamento das vítimas para outros serviços de apoio previamente identificados.
A ação da Oikos centrar-se-á fundamentalmente no desenvolvimento de ações de (in)formação destinadas, tanto ao público em geral, como a grupos específicos, nomeadamente jovens em idade escolar e profissionais que trabalham na área da prevenção e do combate ao tráfico de Seres Humanos.
A Exploração Laboral das populações mais vulneráveis e o Tráfico de Seres Humanos permanece em Portugal como uma realidade relativamente oculta. Reconhecendo a importância de tornar este tema cada vez mais presente enquanto objeto de reflexão por parte da sociedade, a Oikos tem vindo a trabalhar nesta questão desde 2003.
É incrível o que não sabemos sobre este tema. E o tráfico de seres humanos não está tão longe assim das nossas portas, não é uma realidade só de outros países ou economias ou sociedades, está bem perto e às vezes à distância de um anúncio de emprego, de um atalho no caminho, da hora errada no sitio errado.
Estarmos atentos e sermos informados é o melhor que podemos fazer para ajudar a prevenir. Por isso, para acções de informação, principalmente junto de jovens/escolas, é só contactar oikos.sec@oikos.pt .
21 de julho de 2013
O espaço sideral
Muito por culpa dos desenhos animados e das suas viagens a Marte e outros sítios do universo. O G andava a pedir-me para ver os espaço sideral e Marte e Júpiter. Quando descobriu o telescópio arrumadinho num cantinho deixou de haver desculpa e lá foi então a mãe montar a traquitana para o piolho ver a lua. Pois, é que temos um telescópio mas para ver Marte e Júpiter só mesmo quando visitarmos o observatório.
Assim têm sido os nossos dias III
Foi uma visita muito rápida, o pirulito não estava muito para aí virado e fartou-se depressa. A intenção era visitar um sítio semelhante à Ilha do Jake e os Piratas. Quedas de água, vegetação luxuriante tipo selva, caminhos de pedras dentro de água... mas não, a vontade não estava mesmo lá.
No entanto, foi um passeio lindo, tinha muita vontade de lá voltar, há muitos anos que lá não ía.
Ficam as imagens para sugerir e quem sabe inspirar uma visita... vale mesmo a pena.
Assim têm sido os nossos dias II
A Igreja do Murtal funciona há anos numa construção temporária feita de contentores.
Agora um Arraial marcou o fim do tempo dessa construção, tentam angariar-se fundos para andar com o novo edifício em frente... Aqueles que pouco têm precisam da fé mais para os ajudar no dia a dia e a suportar as dificuldades em que vivem. Precisam da sua Igreja porque precisam sentir-se perto de Deus.
A Igreja precisa deles porque são a força e o trabalho e muito à custa deles a fé católica vai sobrevivendo. A Igreja podia ter outra atitude.
Eu prometo que não vou falar da "falta de dinheiro" que a igreja tem e de serem sempre os mesmos, os que menos têm que se juntam e dão mais um pouco do pouco que têm... eu juro que não vou falar de mais uma vez os grande se servirem dos pequenos, da riqueza dos que muito têm e da pobreza dos que trabalham.... e como prometi e jurei que não ía falar nisso, não tenho mais nada a dizer.
Assim têm sido os nossos dias
O Gi (amiguinho do G) fez anos e foi uma festa de meninos.
Não há muitas meninas na sala e mais ainda agora em tempo de férias. A modos que a "testosterona infantil" andou para lá ao rubro. Chegaram a ser 7 no trampolim, volta e meia dasatava tudo à bofetada. Os pais ficavam meio sem jeito, mas, o melhor é serem eles a resolver os sarilhos em que se metem. Cabeçadas, tropeções, pisadelas e birras (muitas). Entre muito ranho e muitas lágrimas a tarde foi super divertida.
E estas festas em que os pais ainda participam são o melhor meio para que possamos também ter aquele convívio são e troca de ideias e truques (tão necessários por estas alturas).
Foi cansativo mas foi bom.
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