23 de janeiro de 2013

As coisas boas e a hora de ponta

Parados no semáforo

Parados na berma (para tirar a foto)
Mal entrou no carro disse-me: "mamã, vamos pela estrada marginal!"
Ainda pensei durante um segundo mas depois, para quê o stress? para quê a correria?
No rádio começou "sail", aumentei o som mesmo antes dele pedir e rumámos à Marginal. A música era boa, a chuva embalava o caminho e ele disse satisfeito: "esta é a minha música preferida de todas!"
Foi uma viagem de contemplação.

Sugestão


 
Desta "marca" gosto do pão de Espelta, que é de todos os pães de Espelta, de comer e chorar por mais. Mas hoje o papá trouxe pão de Kamut com bagas goji e sementes de abóbora e girassol (e linhaça), fresquinho. À primeira vista, não dei muito por ele, não me agradam coisas moles (passas e afins) a habitar o pão, mas depois, provei e fiquei rendida. É bom (mas o de Espelta continua no topo da lista), é biológico e cheio de coisas boas que fazem bem à saude.
Recomendo.

22 de janeiro de 2013

Como nascem os feijões

 

Em Dezembro, eu e o G resolvemos fazer algo diferente, decidimos ver como nascem os feijões... claro que para isso precisámos de feijões! O G escolheu 7 ou 8, a mamã colocou o algodão molhado dentro do frasco e todos os dias vimos a evolução.
É um projecto engraçado para fazer com eles. Voltarão com toda a certeza a repeti-lo mais tarde na escola, mas, desde o primeiro dia até à plantação no vaso, passaram-se 16 dias. É algo extremamente rápido, há dias em que de manhã está de uma maneira e à tarde já está de outra - ideal para estas idades. É muito giro, ele adorou. Recomendamos.
 

6 dias

 
Foram seis dias, seis dias intensos.
Manter a "peste" ocupada nos momentos em que febre era vencida é que foi o mais complicado. Mas o interessante foi vê-lo fazer os puzzles ao contrário porque da maneira correcta já é demasiado fácil.
É engraçado vê-los superarem-se, encontrarem maneiras de tornar as brincadeiras de sempre interessantes.
Desenhar com carvão foi a novidade, amanhã volta à vida real e eu preciso de férias.


a tea and a thought

Bom dia!

20 de janeiro de 2013

Casar

Há uma ou duas semanas o G viu (com olhos de ver), a mamã e o papá na cozinha a dar um abraço. Meio encostado meio escondido na ombreira da porta perguntou com ar acanhado: "Estão a casar?"
Agora quer casar connosco a toda a hora, por tudo e por nada diz "vamos casar!" e lá vamos todos a correr dar um abraço a três. Ele fica tão feliz!

Tréguas

Parece que a febre está finalmente a ceder, deu ainda um ar da sua graça por volta da hora do almoço mas desde aí que não tem dito nada.
Foram três dias e pior, três noites para esquecer. O papá cedeu o seu lugar na cama e o G dormiu como gosta, com companhia. Optámos por não ficar os três para ele não aquecer muito (por causa da febre), mesmo assim, foram horas de voltas e mais voltas na cama, sem encontrar a tranquilidade necessária para um soninho descansado. Muita medição de febre e muito remédio para o bucho. Sempre que o cansaço vencia um bocadinho e ele conseguia adormecer, chamava baixinho e eu dizia "o que foi amor?" e ele repetia: "Toooooooodles".
E depois das sete da manhã dormiu até às dez. Sesta é mentira e eu, eu já não suporto o loto do Noddy.
Como hoje ainda estamos de prevenção à febre, amanhã ficamos ainda em casa, será o quinto dia (suspiro!).
Amiga, o cafézinho combinado para amanhã de manhã vai ter que ficar adiado.