10 de dezembro de 2012

7 de dezembro de 2012

I, Pet Goat II


By Heliofant

O simbolismo no seu melhor.
Para amar, odiar, comentar, interpretar, mas principalmente para pensar.
 aqui uma interpretação e aqui uma entrevista do realizador Louis Lefebvre ao Infowars.

6 de dezembro de 2012

Conforto em dois minutos


Não sou muito de usar o microondas para grandes cozinhados. Reconheço-lhe a utilidade e rapidez para aquecer tudo (ou quase tudo) e para descongelar, principalmente, o pão (foi a isto que ao longo de 10 anos o nosso microondas ficou reduzido).
No outro dia, estava assim necessitada de qualquer coisinha... doce, como a outra senhora, apetecia-me algo mas nada de que um Ambrósio me pudesse valer.
Arrumava eu revistas velhas quando não foi o meu espanto que nas 2 ou 3 folhas  que algumas revistas reservam para o capítulo de culinária, dei de caras com o bolo de 2 minutos. Não me lembro qual foi a revista, normalmente herdo-as da minha mãe e às vezes vêm 4 ou 5 todas juntas lá para casa. Por isso, não posso deixar aqui os devidos créditos mas qualquer coisinha avisem e eu ou retiro o post ou faço aqui a devida referência.
Dizia eu que dei de caras com uma receita para um bolo individual feito numa caneca e que coze em 2 minutos na potência máxima do dito aparelho. Bolos em microondas deve ser coisa que não falta na net mas, nunca me tinha lembrado disto.
Se bem me recordo, a fórmula de preparação rezava assim:
4 colheres sopa açucar, 3 c. sopa leite, 3 c. sopa óleo (acho muito), 1 ovo, 4 c. sopa farinha e meia c. chá de fermento (se o bolo for de chocolate deve-se ainda juntar 3 c.sopa de cacau e colocar chocolate derretido por cima - depois de feito). Bater  os primeiros 4 ingredientes muito bem e juntar depois a farinha. Numa caneca untada vai ao forno e é vê-lo crescer. Cuidado porque obviamente, sai a ferver.
Para um daqueles momentos serve lindamente, não é preciso batedeira, faz-se tudo bem rapidinho à mão. E mal começamos temos logo o bolo feito.
Este bolo da fotografia é de laranja por isso substituí o leite pelo sumo e raspa de meia laranja. Pode-se comer à colher dentro da caneca ou cá fora à dentada ou à fatia, etc. Não é a melhor coisa do mundo, até porque cada cabeça, cada sentença e cada receita mas, cai na categoria-mais-que-perfeita de "Confort food".
Fiquei fã.

A nossa própria energia é a melhor

 
Em escolas por aí, os agentes da Escola Segura andam a fazer pequenas intervenções de prevenção, distribuindo documentação importante e informando sobre os vários "perigos" que espreitam os adolescentes. Não foi na escola do meu filho, foi na escola de um colega de trabalho, por isso, não sei há quanto tempo estas "apresentações" são feitas, nem com que frequência, nem em que escolas.
Acho interessante e pelo folheto (e pela acção) fiquei a saber de muita coisa que desconhecia.
Como em tudo, também estes produtos e formas de chegarem aos miúdos "evoluem" mas, neste momento, o que se conhece está aqui. Sei que esta documentação muitas vezes serve mais para assustar os pais do que propriamente os informar a eles, mas pais informados é meio caminho andado para uma prevenção vantajosa.
aqui

5 de dezembro de 2012

Cápirane (a solução)

Então "Cápirane" pode ser um substantivo masculino ou algo como um nome próprio...
E assim foi. Ontem mal nos pusemos a caminho, de rádio ligado (claro), começa ele:
- Olha, é este!
- Este o quê?
- o Cápirane!
- Quem? Este? Este que está a cantar? Este é o Cápirane?
-Sim!

"Sim", tão simples. A mãe é que nunca lá chegaria porque por muito que revisse (e revi) não há nada na letra, mesmo dito muito depressa que se assemelhe a "Cápirane". Ora vejam lá:

"Somebody That I Used To Know"(feat. Kimbra)
[Gotye:]
Now and then I think of when we were together
Like when you said you felt so happy you could die
Told myself that you were right for me
But felt so lonely in your company
But that was love and it's an ache I still remember

You can get addicted to a certain kind of sadness
Like resignation to the end, always the end
So when we found that we could not make sense
Well you said that we would still be friends
But I'll admit that I was glad it was over

But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need that though
Now you're just somebody that I used to know

Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know

[Kimbra:]
Now and then I think of all the times you screwed me over
But had me believing it was always something that I'd done
But I don't wanna live that way
Reading into every word you say
You said that you could let it go
And I wouldn't catch you hung up on somebody that you used to know

[Gotye:]
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need that though
Now you're just somebody that I used to know

[x2]
Somebody
(I used to know)
Somebody
(Now you're just somebody that I used to know)

(I used to know)
(That I used to know)
(I used to know)
Somebody
 
Letra retirada daqui