O trabalho da Paz feito pela sala do G. Só ficou pronto no sexta à tarde.
24 de setembro de 2012
21 de setembro de 2012
Os pequenos seres humanos
Não consigo evitar, gosto de tudo o que eles fazem, e com o andar da vida, à medida que vão conseguindo exprimir-se a falar, a escrever e a desenhar, vou ficando assim cada vez mais dependente.
Sei que um dia acaba, cada fase dura apenas um momento por isso aproveito cada pequena coisa, tento não perder nada (mas também não tenho ilusões).
Já sabemos que a vida é a melhor escola mas descobri que ter um filho, acompanhar o seu desenvolvimento é o ensinamento mais fascinante que existe. A perspectiva que aprendemos da vida fica inteira, completa. É como se nos lembrassemos de algo, parece que de repente ficamos detentores de um qualquer conhecimento que nos estava vedado. Não estava, claro, esteve sempre lá, nós é que víamos o mundo por outros olhos.
Agora temos mais olhos, e várias perspectivas ao mesmo tempo, o conhecimento chega de outro modo, mais completo.
E toda a humanidade está ali, naquela(s) pessoa(a) pequenina(a) e aprendemos o que fomos, o que somos, e às vezes até, o que seremos.
Pronto, chega, se me dão corda nunca mais me calo e além disso, tenho que ir trabalhar!
Sei que um dia acaba, cada fase dura apenas um momento por isso aproveito cada pequena coisa, tento não perder nada (mas também não tenho ilusões).
Já sabemos que a vida é a melhor escola mas descobri que ter um filho, acompanhar o seu desenvolvimento é o ensinamento mais fascinante que existe. A perspectiva que aprendemos da vida fica inteira, completa. É como se nos lembrassemos de algo, parece que de repente ficamos detentores de um qualquer conhecimento que nos estava vedado. Não estava, claro, esteve sempre lá, nós é que víamos o mundo por outros olhos.
Agora temos mais olhos, e várias perspectivas ao mesmo tempo, o conhecimento chega de outro modo, mais completo.
E toda a humanidade está ali, naquela(s) pessoa(a) pequenina(a) e aprendemos o que fomos, o que somos, e às vezes até, o que seremos.
Pronto, chega, se me dão corda nunca mais me calo e além disso, tenho que ir trabalhar!
20 de setembro de 2012
Uma estreia
E pronto, só faltava o carro. Agora já não falta nada, é oficial, autocolantes por tudo quanto é sítio
Pequenas grandes obras
18 de setembro de 2012
As manifestações e as detenções
É notícia de primeira página, hoje, a condenação do(s) detido(s) das manifestações de sábado.
Por entre um pedido de desculpas à PSP que vale o que vale, e umas horas de trabalho a favor da comunidade, pode ler-se ainda que “[os arguidos] comprometeram-se em abster-se da prática de atos violentos em manifestações públicas e desportivas durante o período de suspensão dos autos”, e eu acrescento que fora das manifestações públicas e desportivas (em casa por exemplo) tudo bem, e passados os 12 meses, podem voltar à normalidade. A PSP depois, se for chamada a intervir, leva com outro pedido de desculpas.
Custou-me ver, estava longe e acompanhei pela televisão mas custou-me ver a falta de respeito.
Não acredito que naquele mar de polícia não houvesse um único que não gostasse de se poder manifestar também. Eles estavam e estão sempre lá para garantir o direito à manifestação pacífica de todos nós. E mais, estão a trabalhar. São obrigados a estar lá.
E aquilo que fica sempre por dizer é que sendo claro como água, que no meio da multidão, onde o rio corre com mais força nunca se tenta apurar quem ordena (leia-se paga) o incitamento à revolta. Os individuos mais motivados desaparecem assim que esgota o tempo pago. Ou isso ou dão a cara a uma noite no presídio já com o deles garantido.
Sim, somos um povo pacífico, não é vergonha nenhuma, é a nossa maior força, valha-nos isso.
No meio de toda esta precaridade, só nos faltava agora começarmos com violências. Era só o que nos faltava!
O excerto da pena que transcrevo em cima foi retirado do iOnline mas podia ter sido de qualquer outro jornal ou até da página da PGDL.
Por entre um pedido de desculpas à PSP que vale o que vale, e umas horas de trabalho a favor da comunidade, pode ler-se ainda que “[os arguidos] comprometeram-se em abster-se da prática de atos violentos em manifestações públicas e desportivas durante o período de suspensão dos autos”, e eu acrescento que fora das manifestações públicas e desportivas (em casa por exemplo) tudo bem, e passados os 12 meses, podem voltar à normalidade. A PSP depois, se for chamada a intervir, leva com outro pedido de desculpas.
Custou-me ver, estava longe e acompanhei pela televisão mas custou-me ver a falta de respeito.
Não acredito que naquele mar de polícia não houvesse um único que não gostasse de se poder manifestar também. Eles estavam e estão sempre lá para garantir o direito à manifestação pacífica de todos nós. E mais, estão a trabalhar. São obrigados a estar lá.
E aquilo que fica sempre por dizer é que sendo claro como água, que no meio da multidão, onde o rio corre com mais força nunca se tenta apurar quem ordena (leia-se paga) o incitamento à revolta. Os individuos mais motivados desaparecem assim que esgota o tempo pago. Ou isso ou dão a cara a uma noite no presídio já com o deles garantido.
Sim, somos um povo pacífico, não é vergonha nenhuma, é a nossa maior força, valha-nos isso.
No meio de toda esta precaridade, só nos faltava agora começarmos com violências. Era só o que nos faltava!
O excerto da pena que transcrevo em cima foi retirado do iOnline mas podia ter sido de qualquer outro jornal ou até da página da PGDL.
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