Descobri ontem, só descobri ontem!
Não sei porquê a nossa televisão, ontem à noite, foi parar ao Food Network e vi pela primeira vez este programa, fiquei completamente rendida!
Já sou fã incondicional! Novas maneiras de fazer novas coisas para substituir maneiras e coisas menos saudáveis...
Também aqui.
Não há desculpas, o bom, bonito e saudável anda à mão de semear.
Completamente a não perder, dicas muito boas e para todos os gostos! E com a vantagem de a tradução no programa já vir com a conversão feita para (quilo)gramas e graus centígrados.
Muito bom.
17 de agosto de 2012
16 de agosto de 2012
14 de agosto de 2012
Maltese,
Corto Maltese.
Conhece?
Reza a história que nasceu na década de 80 de séc. XIX, na realidade nasceu cerca de 100 anos mais tarde, pela mão de Hugo Pratt.
Hugo Pratt é uma referência da Banda Desenhada, os desenhos dele são fluidos, parece que com uma só linha desenha o mundo, é um desenho limpo.
As histórias fascinam-me, os desenhos nem sempre, às vezes parece que ele (HP) levou com um comboio em cima e aquilo afectou-o um bocadinho, às vezes exagera, principalmente no que diz respeito à representação da imagem feminina.
Gosto das personagens, as histórias envoltas em mistério sem nunca desvendar mais do que o necessário. Corto Maltese é um encantador "bad-boy", charmoso q.b. com uma vida errante, desprendida e atractiva. Faz-nos sonhar, conhece o mundo todo e todo o mundo.
Dizem que Corto Maltese era o alter ego de Hugo Pratt, eu acho que era o maior sonho dele, ser a personagem que criou, mas, não seremos todos assim? Criamos aquilo que desejamos.
No fim dos anos 80/principio dos anos 90, fim do liceu/inicio da faculdade não havia quem não conhecesse - na área de artes, claro. Fui uma fã (acho que ainda sou) incondicional de Banda Desenhada. Tenho a sorte de ter vários livros autografados (de vários autores), e os autores de BD quando nos autografam um livro, desenham para nós.
Há já algum tempo que não me lembrava disto, e no outro dia, em pleno Benfica (bairro completamente "street-artless"), qual não foi o meu espanto ao dar de caras com este amiguinho em tamanho real, assim ao virar da esquina, ìa-me dando o "badagaio"!
Conhece?
Reza a história que nasceu na década de 80 de séc. XIX, na realidade nasceu cerca de 100 anos mais tarde, pela mão de Hugo Pratt.
Hugo Pratt é uma referência da Banda Desenhada, os desenhos dele são fluidos, parece que com uma só linha desenha o mundo, é um desenho limpo.
As histórias fascinam-me, os desenhos nem sempre, às vezes parece que ele (HP) levou com um comboio em cima e aquilo afectou-o um bocadinho, às vezes exagera, principalmente no que diz respeito à representação da imagem feminina.
Gosto das personagens, as histórias envoltas em mistério sem nunca desvendar mais do que o necessário. Corto Maltese é um encantador "bad-boy", charmoso q.b. com uma vida errante, desprendida e atractiva. Faz-nos sonhar, conhece o mundo todo e todo o mundo.
Dizem que Corto Maltese era o alter ego de Hugo Pratt, eu acho que era o maior sonho dele, ser a personagem que criou, mas, não seremos todos assim? Criamos aquilo que desejamos.
No fim dos anos 80/principio dos anos 90, fim do liceu/inicio da faculdade não havia quem não conhecesse - na área de artes, claro. Fui uma fã (acho que ainda sou) incondicional de Banda Desenhada. Tenho a sorte de ter vários livros autografados (de vários autores), e os autores de BD quando nos autografam um livro, desenham para nós.
Há já algum tempo que não me lembrava disto, e no outro dia, em pleno Benfica (bairro completamente "street-artless"), qual não foi o meu espanto ao dar de caras com este amiguinho em tamanho real, assim ao virar da esquina, ìa-me dando o "badagaio"!
Subscrever:
Mensagens (Atom)