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| Retirado de Quotes Gallery via FB |
7 de agosto de 2012
Tenho tantas saudades
Já me lembrei hoje tantas vezes de Estocolmo que tive que ir buscar estas fotos ao baú...
Será? Será alguma mensagem da vida? Lembrar-me assim tanto de uma coisa no mesmo dia?
Assim de repente não vejo jeitos de tal acontecer, só posso ter férias daqui a uns 15 dias e não há propriamente "T€mpo" para uma aventura destas, por isso, não sei o que poderá ser...
A primeira vez que fui a Estocolmo foi no Verão de 2005, fui (entre muitas outras coisas) conhecer o Sol da Meia-noite.
A viajem foi um escape, um "refúgio", uma dádiva, uma benção para a altura em que foi. Foi maravilhosa, apaixonei-me perdidamente pela cidade.
Voltei lá em Janeiro de 2009, a "empresa-mãe" era sueca e fomos todos a "casa" para um festa, foi-nos oferecida a viagem por termos atingido os objectivos propostos. Foi igualmente bom, conheci Estocolmo de uma maneira completamente nova e tal como da primeira vez, voltei a apaixonar-me perdidamente.
Quero lá voltar milhares de vezes e não preciso de mais, quero apenas ser igualmente feliz.
Tenho tantas saudades!
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6 de agosto de 2012
808 508 508
808 508 508
Eu não sabia, fiquei a saber hoje quando me deram um folheto na portagem da A5.
Este é o número para o qual devemos ligar quando temos alguma urgência e precisamos de parar na Auto-estrada. Se não existir à vista um posto SOS ou não funcionar, é este o número. Claro que o 112 é bem mais fácil de decorar...
Aqui fica a partilha, espero que não seja necessário.
subterfúgios infantis
O meu filho já percebe que se pode rir dos outros (pois!), coisas que se aprendem na escola.
Invariavelmente, quando alguém cai ou tropeça ou se engana de modo a produzir algum movimento involuntário, o meu filho desata-se a rir e a chamar a vítima de "Bebé-chulé"!
A vitima pode ser uma pessoa, um boneco, um desenho animado, um animal, o que for, e pode nem sofrer de maus odores corporais.
No fim-de-semana estava eu a fazer uma sopa e ele passarinhava á minha volta. Às tantas começou a cheirar muito mal, "G, deste um pum?", ele olhou-me sério sem responder (calculo que estivesse a pensar nos prós e contras da resposta), "és um bebé-pum!" Ele desatou-se a rir e pisgou-se.
Mais tarde, eu e ele no sofá (o pai na cozinha) e começa de novo um aroma forte a encher o ar, "G, não acredito, deste um pum? És um bebé-pum?" - perguntei fingindo um ar incrédulo. "Não mãe, não fui eu" e olhou em volta, "foi o pai!"
Invariavelmente, quando alguém cai ou tropeça ou se engana de modo a produzir algum movimento involuntário, o meu filho desata-se a rir e a chamar a vítima de "Bebé-chulé"!
A vitima pode ser uma pessoa, um boneco, um desenho animado, um animal, o que for, e pode nem sofrer de maus odores corporais.
No fim-de-semana estava eu a fazer uma sopa e ele passarinhava á minha volta. Às tantas começou a cheirar muito mal, "G, deste um pum?", ele olhou-me sério sem responder (calculo que estivesse a pensar nos prós e contras da resposta), "és um bebé-pum!" Ele desatou-se a rir e pisgou-se.
Mais tarde, eu e ele no sofá (o pai na cozinha) e começa de novo um aroma forte a encher o ar, "G, não acredito, deste um pum? És um bebé-pum?" - perguntei fingindo um ar incrédulo. "Não mãe, não fui eu" e olhou em volta, "foi o pai!"
O Orgulho da mãe e do pai
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| Imagem retirada do Site Oficial da RTP. Aqui |
O Gombby (na Ilha Verde) não é só um sucesso nacional que se tornou internacional, é também um sucesso muito muito grande junto do meu filho.
Todos lá em casa conhecemos as personagens, cantamos a música e sabemos tudo o que se passa naquela Ilha, todos os episódios de cor e salteado. Houve uma altura que tivémos que os gravar religiosamente porque o G não queria ver outra coisa na televisão.
Tive que passar a música do genérico para mp3 para ouvir no carro e tudo. Fã mais fã não há (para não falar nos livros, puzzles e etc.).
Mas o engraçado aqui é que para ele tudo no Gombby é de grande importância, tanto os sketches dos passarinhos como o resto de toda a história.
As conversas entre o Ré e o Mi, os passarinhos que penso que sejam respectivamente o vermelho e o amarelo, são frequentes em todos os episódios. O Mi sendo mais trapalhão está sempre na mira do Ré para ser gozado. E ele gosta tanto que adopta as expressões que os "bichos" usam entre eles.
Hoje, o pai começou de volta dele para o conseguir despachar por volta das nove da manhã, para conseguirem passar a manhã no parque. Ele, colocando sempre as suas objecções... porque queria ver mais não sei o quê na televisão, porque queria fazer um puzzle, porque queria ver um livro...
Pelas 10:30 o princípe lá se dignou a fazer a vontade ao pai, lá se deixou vestir e calçar. Quando se sentiu pronto virou-se para o pai e condescendendo disse (tal Ré) a frase que já interiorizou:
- "Anda cabeça amarela, vamos ao paque!"
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