Devo andar distraída.
Só dei por esta campanha hoje.
Interessante
Vivemos, sem dúvida, tempos muito interessantes!
30 de julho de 2012
29 de julho de 2012
Domingo de festa
| O melhor bolo do mundo, o bolo arco-íris feito pela R (mãe da J) |
| Brincar a contar |
| A aniversariante em momento criativo |
Estivémos no parque da Parede no primeiro aniversário da J, hoje voltámos para o quinto.
Pessoalmente adoro festejar os aniversários nos parques, tem sido sempre assim, dá para experimentar ideias que fazem sempre muito sucesso com os mais novos e depois, os baloiços são sempre a melhor opção para o divertimento total porque há escolhas para todas as idades.
É um piquenique em festa, há mesas corridas e bancos, há lago com patos, há baloiços, há alegria e gargalhadas a rodos. Quem mais se pode querer?
Sábado ao Sul
| Um dia que começou cinzento |
| E que nem por isso privou o alentejano da sua sesta |
| Onde os passarinhos bebem água |
| Descobrir promessas que se formam |
| Passear com o avô |
É por isto volto sempre.
Desde que me conheço que me reparto por estas terras, não imagino que alguma vez deixe de o fazer.
27 de julho de 2012
Condicionantes
| Imagem do Google |
A última vez que o fiz, fui eu que o fiz e fiquei-me só pela pintura das unhas. Não é a mesma coisa mas já dá um empurrãozito à vaidade e lá nos sentimos um bocadinho melhor.
Foi há quase duas semanas, pintei as unhas de azul claro, meio turquesa, o meu filho adorou. Quem tem crianças pequenas sabe bem o fascínio que as unhas coloridas exercem sobre eles.
Passados dois dias a pintura estava uma miséria e substituí-a por um alfazema suave, lindo. O meu filho adorou, ele gosta de me ver de cor-de-rosa.
Segunda-feira voltei ao azul e quando nos vimos ao final do dia mostrei-lhe:
- Olha amor, a mamã pintou a unhas!
- O mãe, nãããããão!
- Então? Não gostas? É azul, no outro dia gostaste!
- Mas tu és "côrrórrósa"!
Rendi-me!
26 de julho de 2012
Dia dos Avós
| A vó e o vô |
A vovó faz puzels e binca às condidas, toca o xilofone e a vovó lê os livos e veste o pijama ao G.
O vovô é mais gande e gosta de tocar musica
O vovô tá cansadinho e dome, o vovô pica na baba (pica com a barba).
A vovó é amarela e o vovô é vemelho.
O vô e a vó dão moedas.
O vovô e a vovó vão jogar à bola
O vô e a vó dão muitas pendas
Eu gosto muito da vó e do vô.
G.
Os avós
Os avós são seres humanos com todas as virtudes e defeitos inerentes à qualidade humana.
E tantas serão as opiniões quantas as pessoas a quem se perguntar "o que é ser avó/avô?"
Ficará bem dizer que são seres brilhantes, fiéis depositários da história e conhecimento de gerações, que são agregadores, conciliadores, exemplos de trabalho e sacrifício pela família, etc. E muitos serão certamente, já outros, serão outras coisas.
Para mim, são/foram realmente grandes pessoas que muito lutaram pela família, à sua maneira, e à luz do conhecimento que tinham ou lhes foi permitido adquirir. Tenho para mim que os elementos mais agregadores são os que mais dificuldades passaram... certo ou errado, é a experiência que tenho.
Praticamente não conheci dois dos quatro "elementos", o pai do meu pai acho que só o vi uma vez - no meu baptizado. A mão da minha mãe deixou-nos muito cedo, tinha eu três anos. Dela guardo no entanto uma memória muito vívida já perto do final. Por tudo o que contam dela, tenho a certeza que adoraria tê-la por perto. Sinto desde sempre umas saudades inexplicáveis. Sinto que me fez e faz muita falta. Sinto que me compreenderia na perfeição.
Tanto a mãe do meu pai, como o pai da minha mãe, foram a minha ligação ao passado. Tive a sorte de conviver com eles ainda durante bons anos, e através deles conheci melhor a história da família, de onde venho, do que somos feitos.
Se do avô adquirimos noções sobre a sociedade e o trabalho que se fazia, já da avó fica-se a saber das relações familiares quem era como era e de quem tinha a audácia de fazer ou dizer o menos aceitável.
Seja como for, tenho muitas saudades de todos, do que tive e do que nunca cheguei a ter, gostava de ter sabido mais, de ter conhecido melhor. Gostava de ter apreciado mais, de ter reconhecido com mais entrega aquilo que eles nos quiseram dar. Gostava de ter tido a noção de que por muito que o meu pai ou mãe tivessem partilhado muitos dos momentos, não é nunca a mesma coisa contado de outro ponto de vista.
Fazem-me falta, tenho tantas saudades. Estejam onde estiverem, amo-vos muito, aos quatro.
Obrigada por tudo o que foram, tenho muito orgulho por ser a vossa continuidade, só espero estar à altura.
E tantas serão as opiniões quantas as pessoas a quem se perguntar "o que é ser avó/avô?"
Ficará bem dizer que são seres brilhantes, fiéis depositários da história e conhecimento de gerações, que são agregadores, conciliadores, exemplos de trabalho e sacrifício pela família, etc. E muitos serão certamente, já outros, serão outras coisas.
Para mim, são/foram realmente grandes pessoas que muito lutaram pela família, à sua maneira, e à luz do conhecimento que tinham ou lhes foi permitido adquirir. Tenho para mim que os elementos mais agregadores são os que mais dificuldades passaram... certo ou errado, é a experiência que tenho.
Praticamente não conheci dois dos quatro "elementos", o pai do meu pai acho que só o vi uma vez - no meu baptizado. A mão da minha mãe deixou-nos muito cedo, tinha eu três anos. Dela guardo no entanto uma memória muito vívida já perto do final. Por tudo o que contam dela, tenho a certeza que adoraria tê-la por perto. Sinto desde sempre umas saudades inexplicáveis. Sinto que me fez e faz muita falta. Sinto que me compreenderia na perfeição.
Tanto a mãe do meu pai, como o pai da minha mãe, foram a minha ligação ao passado. Tive a sorte de conviver com eles ainda durante bons anos, e através deles conheci melhor a história da família, de onde venho, do que somos feitos.
Se do avô adquirimos noções sobre a sociedade e o trabalho que se fazia, já da avó fica-se a saber das relações familiares quem era como era e de quem tinha a audácia de fazer ou dizer o menos aceitável.
Seja como for, tenho muitas saudades de todos, do que tive e do que nunca cheguei a ter, gostava de ter sabido mais, de ter conhecido melhor. Gostava de ter apreciado mais, de ter reconhecido com mais entrega aquilo que eles nos quiseram dar. Gostava de ter tido a noção de que por muito que o meu pai ou mãe tivessem partilhado muitos dos momentos, não é nunca a mesma coisa contado de outro ponto de vista.
Fazem-me falta, tenho tantas saudades. Estejam onde estiverem, amo-vos muito, aos quatro.
Obrigada por tudo o que foram, tenho muito orgulho por ser a vossa continuidade, só espero estar à altura.
25 de julho de 2012
Diferentes perspectivas
Sempre achei piada a ver (e fotografar) as coisas simples de diferentes perspectivas.
Lembro-me de há uns anos andar à coca para apanhar os cães e os gatos distraídos quando se sentavam simplesmente a olhar para o horizonte. Costumava dizer que estavam absortos nos seus pensamentos e depois, como era no Alentejo, havia sempre uma calma inerente a este acto como se em mais lado nenhum do planeta os animais pudessem ter tal vontade.
Com as plantas é igual, apesar de diferente, não é própriamente uma escolha, é a posição tranquila em que vivem, e nós, vamos lá atrás, posicionamo-nos e descobrimos a razão do seu florir.
Pronto, hoje deu-me para isto!
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