Não foi só a chuva, a virose chegou em força na madrugada de 6ª feira. A reboque veio uma febre maluca que o deixou prostrado, sem vontade para nada. Valeu-nos o soro oral com sabor a laranja que nos deram no hospital senão estava até agora sem se alimentar.
Tendo em conta esta história ficámos os três dias sem sair de casa (ir ao hospital não conta).
Nos momentos em que o ben-u-ron ou o brufen estão em acção nem parece que se passa alguma coisa, a boa disposição salta e ele, uma criança feliz por natureza, brinca dança, canta, salta, corre.
E nem pudémos ir à festa de anos do A...
Ontem à noite, numa tentativa (bem sucedida) de afastar uma febre já mais baixa sem medicamentos concentrámo-nos nos desenhos, pinturas e recortes.
Peguei numa cartolina, desenhei e quando estava a acabar de recortar ele perguntou-me:
- "mamã, tás a fazer um cubo?"
Eu estava a tentar fazer uma surpresa, não falei em cubo nenhum...
"Espertalhufo!"
29 de abril de 2012
25 de abril de 2012
O dia não está de sol
Há já algum tempo que queria fazer queijadas, queijadas de queijo mesmo, estavam lindas no forno mas só no forno. E não tinham que ficar lindas, tinham era que ficar boas. É que eu às vezes invento e faço alterações, muito por razões de saúde (açucares, gorduras, etc) e depois... depois olha, é aquela velha formula da tentiva e erro. E um dia acerto (como tantas outras coisas na vida).
Vamos lá então outra vez.
24 de abril de 2012
19 de abril de 2012
Street art com muito orgulho
Banksy, Pavel e muitos outros são artistas fenomenais, mas, street art que não fica nada atrás também nasce por cá.
Chama-se Alexandre Farto "aka" Vhils e pode ser vista aqui.
E eu não acredito que finalmente consegui escrever este post!
Chama-se Alexandre Farto "aka" Vhils e pode ser vista aqui.
E eu não acredito que finalmente consegui escrever este post!
P183 - Street art
Do Banksy já aqui falei.
De Moscovo para o mundo é Pavel, com o "nome de guerra" P183.
15 de abril de 2012
Ursinhos do nosso (des)contentamento
Juro, juro com todas as forças do meu ser que gostava de não gostar de gomas!
Adorava não gostar de gomas, aliás, adorava detestar gomas. Por todas as razões e mais alguma.
Não sei, não tenho memória de quando comi a primeira goma, nem onde, nem quando, nem coisa nenhuma. Lembro-me apenas há muitos anos, era eu miúda, a minha mãe me comprar no Califa uns tubinhos de quadradinhos coloridos de gelatinas (não me lembro da marca) embrulhados num celofane incolor. Penso que ainda existam no mercado hei-de inspeccionar.
Dizia eu que queria nunca ter comido nenhuma (goma).
Assim sendo, é natural que afaste o meu filho pequenino (enquanto acho que consigo controlar) de todo esse mundo. Sempre que exista a minima possibilidade de se lhe vislumbrar algo que seja de parecido, levo-o no sentido oposto. Até mesmo evitando que tal coisa entre cá em casa.
Por isso, pode-se imaginar a minha surpresa, aminha admiração, pasmo, horror até, quando ele, ontem de manhã chegou ao pé de mim todo sorridente e disse:
"- Mamã, quelo gomas!"
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