19 de abril de 2012

Street art com muito orgulho

Banksy, Pavel e muitos outros são artistas fenomenais,  mas, street art que não fica nada atrás também nasce por cá.
Chama-se Alexandre Farto "aka" Vhils e pode ser vista aqui.

E eu não acredito que finalmente consegui escrever este post!

P183 - Street art

Do Banksy já aqui falei. De Moscovo para o mundo é Pavel, com o "nome de guerra" P183.

15 de abril de 2012

Ursinhos do nosso (des)contentamento


Juro, juro com todas as forças do meu ser que gostava de não gostar de gomas!
Adorava não gostar de gomas, aliás, adorava detestar gomas. Por todas as razões e mais alguma.

Não sei, não tenho memória de quando comi a primeira goma, nem onde, nem quando, nem coisa nenhuma. Lembro-me apenas há muitos anos, era eu miúda, a minha mãe me comprar no Califa uns tubinhos de quadradinhos coloridos de gelatinas (não me lembro da marca) embrulhados num celofane incolor. Penso que ainda existam no mercado hei-de inspeccionar.

Dizia eu que queria nunca ter comido nenhuma (goma).
Assim sendo, é natural que afaste o meu filho pequenino (enquanto acho que consigo controlar) de todo esse mundo. Sempre que exista a minima possibilidade de se lhe vislumbrar algo que seja de parecido, levo-o no sentido oposto. Até mesmo evitando que tal coisa entre cá em casa.

Por isso, pode-se imaginar a minha surpresa, aminha admiração, pasmo, horror até, quando ele, ontem de manhã chegou ao pé de mim todo sorridente e disse:
"- Mamã, quelo gomas!"

As cores na chuva



Eram sete e meia da manhã e a mãe natureza andava já atarefada.
Nunca me vou cansar de ficar a olhar para um arco-íris. Nunca me cansarei de os tentar fotografar até ter a fotografia perfeita e talvez nem aí pare de o fazer.
Há qualquer coisa de "apelativo" que me encanta todas as vezes.
E nota-se sempre mais a sua "duplicidade" quando se observa a fotografia.
Arco-íris, arco-da-velha, arco-da-chuva, arco-da-aliança. Na realidade não é um arco, é uma circunferência! E é simplesmente maravilhoso!

Uma noite muito agradável



A M já me tinha desafiado para o concerto de James Morrison, não fui, não "deu" (infelizmente). Mas ela não desistiu e há duas semanas voltou à carga:
"-Bora ver Luisa Sobral?"
"-Ah e tal, o meu G, e blá blá blá." - respondi.
Mas ela não se deixou ficar:"- O teu G sobrevive bem uma noite sem ti!"
Claro que sobreviveu!
Saí de casa com um misto de sentimento de culpa e auto-recriminação mas, com o passar dos momentos de boa conversa e boa companhia essa má sensação foi-se diluindo, e a boa disposição chegou para vencer.
Quem também chegou e venceu (e convenceu) foi Luisa Sobral.
A melodia, a voz, a música, a presença em palco, a tenra idade que se deixa adivinhar, a simplicidade inteligente dos cenários, a ligação forte e a referência à família, a confiança e o trabalho e principalmente, o que me encantou, a ausência total de deslumbramento. Espero que se mantenha, é bom ver uma certa inocência, fica-lhe bem.
Desejo que lhe corra bem e que consiga fazer o percurso que sonhou porque merece.
Gostei muito. Foi muito bom!
Obrigada amiga pelo "desafio". Obrigada pela noite.
Estou até agora a cantar "Ó Xico, ó Xico..."

14 de abril de 2012

100 anos


Confesso que hoje tem sido um prazer cada vez que tive que recorrer ao Google.
(Não que não o seja das outras vezes).