5 de fevereiro de 2012

A nova e a velha energia

Imagem retirada da net

Tardes de fim-de-semana





 Tardes frias querem-se confortáveis na companhia de amigos, com chá, bolos e bolinhos.
A M trouxe  a Tarte de Lima e eu (nós) recomendamos, é cremosa qb para colar a conversa e deixámo-nos ficar umas horitas sem pressas a pôr a história da vida em dia.
Há muito que não fazíamos isto.
O futuro que o presente nos oferece não parece permitir muita proximidade, a família, os amigos partem em busca de vidas melhores, a net transforma-se aos poucos no ponto mais próximo de ligação, no ponto de encontro que permite enganar um pouco a saudade mas sem a cura que o toque, o carinho de um abraço, uma festa e um beijo podem trazer... Por isso, tardes assim são preciosas. Gosto dos amigos, gosto dos reencontros, gosto da companhia, gosto da casa com gente. Simplesmente gosto.

1 de fevereiro de 2012

Divulgação

A Confederação Nacional das Associações de Pais lançou um apelo, uma petição para a criação urgente de um programa de pequenos-almoços nas escolas.
São cada vez mais as crianças cuja primeira refeição do dia é o leite (do Programa de Leite Escolar) a meio da manhã, ou mesmo o almoço, ficando em jejum (com fome) até lá.
Não é aceitável e não pode ser encarado com indiferença ou irresponsabilidade. Todas as crianças são o futuro, não umas mais do que outras.
São alarmantes as proporções e implicações que a dita crise está a tomar, custa-me que os detentores de grandes quantidades de dinheiro sejam insensiveis ao que se passa.

Podemos todos começar por assinar aqui.
Quem sabe, amanhã teremos outras ideias e faremos muito mais.

31 de janeiro de 2012

Não quero agoirar....

... mas o blogger acabou de me deixar fazer um comentário num blog!

As resoluções que nos acorrentam

E eis que termina o primeiro mês do ano.
Que tal estamos de resoluções de ano novo? Muita coisa em prática ou caiu tudo no poço do esquecimento e da falta de vontade?
E que tal fazermos resoluções de "mês novo"? Sempre se dilui um bocadinho a lista e já não assusta tanto.
Este mês é um bom mês para... sei lá, aprender uma coisa nova, tirar um curso de costura e fazer a máscara  para a criança/cão/periquito lá de casa... vem aí o carnaval...
Talvez seja mais fácil assim.

Às vezes damos por nós a querer mudar, a querer fazer tanta coisa que, quando juntamos tudo quase desistimos só de olhar para a lista. Quem disse que temos que fazer tudo ao mesmo tempo?
Cada tarefa que nos propomos é uma corrente que nos prende ao chão (sei por experiência própria). Enquanto não terminarmos, não libertamos o espaço interior que essa tarefa ocupa.
Não faz mal termos várias correntes, tudo o que escolhemos para nós vem para nos ensinar algo, é preciso é não nos permitirmos ficar acorrentados uma eternidade, é preciso ir soltando uma corrente de vez em quando. E, principalmente, saber quando não acrescentar mais nenhuma porque esse também é um ensinamento.
É bom parar, voltar atrás e recuperar uma tarefa antiga, mesmo uma tarefa nunca começada, porque a intenção, essa também vive lá, naquele cantinho da nossa cabeça, a ocupar espaço e energia e ás vezes até, vontade.
Mas dizia eu, é bom recuperar uma tarefa antiga, é como recuperar coisas perdidas e, depois de completa, é a satisfação de cumprimento.
Talvez valha a pena parar um bocadinho, e devagar, com calma, que tal começar com uma por semana? Pronto, uma por mês, assim não há desculpas.
Mas a sensação é tão boa que uma por mês vai saber a pouco, aviso já.

28 de janeiro de 2012

Acorda!

Street art
Eu diria mais,  ACORDA MUNDO!

Somos nós

Street art

Corremos que nem doidos à procura de... algo... daquilo que nos possa orientar, tranquilizar, amar, fazer felizes e nem temos um bocadinho para perceber que tudo está dentro de nós.
Somos nós que nos aprisionamos, desacreditamos, nos impedimos, nos cegamos, desamamos. Somos nós próprios.
Somos nós os únicos responsáveis pela nossa vida, o bom, e o mau.
É urgente tomarmos consciência disso porque, das emoções mal vividas, das emoções retidas nascem os problemas físicos e já dizia não sei quem, o autor que me perdoe, uma mentira muitas vezes repetida (mesmo dentro de nós), torna-se verdade.
Somos seres fantásticos, com asas para voar alto, muito alto, mas, como vemos pássaros, agrilhoamo-nos e não nos permitimos acreditar e viver felizes em liberdade.
É urgente percebermos o que somos.
É urgente acreditarmos. Somos quem somos e é só isso que interessa.