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27 de janeiro de 2013

Sábados de sol

São dias de...

... mercado biológico.

E de passear no parque.
Que saudades do tempo bom, foi encher a barriga de passear sem casaco. Foi tempo de ficar ao sol e deixar a moleza instalar-se.

19 de janeiro de 2013

Chuva, chuva, chuva, chuva....

 
Não sendo benfiquista, acho que não me lembro de algua vez ver o nosso mapa assim, (quase) todo pintado de vermelho.
Haja paciência para este terceiro dia sem sair de casa...  também só já quero é que ele fique bom. Trabalhamos para isso.
Bom fim de semana.

16 de outubro de 2012

O dia começou indeciso



 
E foi assim sob um manto de fogo que fizémos o caminho para Lisboa.
Teve o seu encanto.

31 de agosto de 2012

Dois dias no Luso

A vila do Luso





E a mata do Buçaco








Dá para perceber que por muito bonito que este nosso país seja e mereça ser divulgado, eu tenho um problema em me conter quando se trata de fotografias... (e tantas, tantas outras que não vão aparecer por aqui).
Temos um tesouro cultural inestimável, talvez valha a pena vir conhecer ao vivo (não só aqui, claro). Ao vivo é sempre diferente, o peso do trabalho esmaga-nos, pensar como certas obras poderão ter sido feitas, erguidas, pensadas, quem as pensou e com os meios da época. De onde terá vindo a inspiração (quase sempre da natureza) e como hoje tudo é tão diferente.
Ainda bem que (mesmo a custo) estas obras ainda permanecem, nada melhor do que a obra de Arte para nos ensinar sobre a beleza.

29 de julho de 2012

Sábado ao Sul

Um dia que começou cinzento


E que nem por isso privou o alentejano da sua sesta



Onde os passarinhos bebem água

Descobrir promessas que se formam

Passear com o avô
Por tudo o que vejo, por tudo onde me perco, quando volto à cidade parecem sempre que se passaram semanas. Volto de cabeça leve e corpo tranquilo.
É por isto volto sempre.
Desde que me conheço que me reparto por estas terras, não imagino que alguma vez deixe de o fazer.

3 de julho de 2012

Jardim da Babilónia











Porque hoje estou numa de natureza.

Quando a população intervém, quando há vontade e acção, fazem-se obras fantásticas.
Esta rua não tem nome, não existe no mapa da cidade.
Dos pátios ou logradouros que existiram, do arregaçar de mangas das senhoras (sim, é uma obra no feminino) que os habitam, da sua vontade e trabalho nasceu um jardim.
Tudo o que aqui está foi plantado, construído, trazido, arranjado com todo o cuidado por quem, dentro de si, encontrou espaço e tempo para se dedicar a um projecto comum em que o ganho é a satisfação de passar e/ou permanecer num mundo à parte.
Não sei quantas senhoras se envolveram nem quanto tempo demorou a obra, sei que pediram à junta ajuda com a água para a rega e meteram mãos ao trabalho.
Que ideia tão boa.
Aqui no meio da pedra nasceu um pequeno oásis povoado de centenas de espécies de plantas, de pássaros, repuxos com peixes e gatos que se passeiam. Em pouco mais de 50 metros.
Haja vontade.

Bocadinhos de magia



Como este bocadinho de arco-íris que ontem nos deu as boas vindas no regresso a casa.

24 de junho de 2012

Primeiro fim-de-semana de Verão

Seguir para sul
rumo a outras paisagens

rever velhos amigos

fazer coisas de que tinha saudades

andar completamente à vontade

aprender a suportar o calor

lambuzar-me de malencia

ver a fruta a crescer nas árvores

aprender como nascem as cebolas

passar tempo valioso em família

rever mais velhos amigos

descobrir sobre a paisagem alentejana

Encontrar pinhas "floridas" nos pinheiros

apanhar figos e teimar em carregar a caixa

procurar a bola no meio do feijão

descobrir mangueiradas de verão e seguir descalço

comer caracóis

Encantar-me com as cores do fim do dia