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20 de novembro de 2012

O Dia Universal da Criança

É preciso não esquecer que hoje é o dia Universal da Criança.

«Em 1954, a Assembleia Geral [da ONU] recomendou [resolução 836 (IX)] que todos os países instituíssem o Dia Universal da Criança, para celebrar a fraternidade e compreensão entre as crianças do mundo inteiro e organizar actividades adequadas à promoção do bem-estar de todas as crianças. Propôs que celebrassem o Dia na data e da forma que cada um considerasse mais conveniente. A 20 de Novembro assinala-se o aniversário do dia em que a Assembleia aprovou a Declaração sobre os Direitos da Criança, em 1959, e a Convenção sobre os Direitos da Crianças, em 1989.» Fonte NU

A Convenção sobre os Direitos das Crianças manifesta os direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais de todas as crianças e também as respectivas disposições para a sua aplicação.
Esta Convenção não é uma mera declaração de principios gerais, é hoje um vínculo jurídico para os países que a instituiram. Devem estes países adequar as suas normas e leis às da Convenção para uma promoção eficaz dos direitos e Liberdades aí consagrados.

Já aqui o disse uma vez, apenas os Estados Unidos e a Somália ainda não ratificaram a Convenção sobre os direitos da criança.

"A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais (...)
  • A não discriminação
  • O interesse superior da criança
  • A sobrevivencia e desenvolvimento
  • A opinião da criança
A Convenção contém 54 artigos, que podem ser dividido em quatro categorias de direitos:
  • Os direitos à sobrevivência
  • Os direitos relativos ao desenvolvimento
  • Os direitos relativos à protecção
  • Os direitos de participação "                                                   Fonte Unicef

Posto isto, estamos (a humanidade no seu todo) longe, estamos muito longe do cumprimento. E "penalizações" para os países não cumpridores? Para os obrigar a "policiar" aquilo que deveria ser natural em cada ser humano, tratar dos seus, proteger, amar e  acarinhar as suas crianças.
Cabe a cada um de nós fazer, como sempre, o melhor que sabe, com todo o amor que nos é possível. E inspirar outros a fazer o mesmo, ajudar de algum modo, alertar, proteger.
Talvez um dia casos de crianças em situação de risco existam apenas nos livros de História, na secção de História Obscura da Humanidade.

19 de outubro de 2012

O 3º Aniversário

Ontem

Entrada para a A5 - 7:20 da manhã

Um dia que tinha tudo para ser um drama, e completamente para esquecer,
não fosse a data mais especial do mundo.
Valeu-nos as 20 ou 30 vezes que cantámos os dois os parabéns no carro...
 


A mamã a dar em doida, a meter-se com modernices de pastas de açucar, bolo arco-iris  e "aparas" para "popcakes" (três coisas que nunca tinha feito)... e ainda por cima o minúsculo a pedir um bolo do "Scan to go", coisa de que eu nunca tinha ouvido falar.
 
E chegar a tempo do lanche à escola, foi uma aventura, foi um dia de férias metido a martelo.
(Fotografias que ficam para mais tarde, o cartão da máquina não está colaborante e tenho ainda que o convencer com falinhas muito mansas... vamos ver).

À noite, só ele e o avô. Os carrinhos da loja do chinês fizeram o maior sucesso e pô-los a dançar uns com os outros foi uma festa. 
Ir para a cama foi a maior tristeza porque acabar um dia bom nunca é agradável. Se dependesse da mãe (e do pai e da avó e do avô), nunca terias um dia desagradável na vida.

Hoje queria porque queria o relógio (que ganhou ontem).
Ser crescido é o maior sonho, o relógio aponta para o futuro, a chucha para o passado,
 estamos mesmo no meio.


11 de outubro de 2012

Faltam 8 dias

E a oito dias de fazer três anos, o meu mais-que-tudo não fala noutra coisa.
"Já sou c'scido!"

27 de agosto de 2012

Primeira semana



Foi uma primeira semana de trabalho, o G ganhou uma caminha nova, vá, um quarto novo, aproveitaram-se umas coisas, mudaram-se outras e o resultado agradou.
Embora as duas primeiras noites tenham gerado alguma insegurança, ultrapassou-se a questão da "mudança". Algo de que me apercebi desde cedo no meu piolho, é a resistência à mudança, mais do que aquela resistência inerente à idade.
Aqui, foi um misto, o facto de antes dormir numa caminha de grades que lhe dava uma contenção de espaço, dava-lhe também a segurança de se saber contido :)
Jogámos com a questão da autonomia, explicámos-lhe que pode subir e descer da caminha sempre que quiser, já não precisa de esperar pela mãe ou pelo pai. E teve mesmo que ser, mais um pouco e ele deixava de caber lá dentro
Ultrapassada mais uma etapa, seguem-se milhares de outras... a próxima, não contando com a mudança de escola, penso que seja a chucha... não me posso queixar, ele até tem colaborado bastante nestas coisas de etapas.
Vamos ver!

31 de julho de 2012

Para o L


Os melhores amigos.
Lindos!

O último dia

Uma das tarefas mais difíceis de fazer é encontrar uma escola nova para colocarmos os filhos.
Foi um trabalho hercúleo que empreendi entre Abril e Maio.
Por imposições da vida, o G não vai poder continuar na escolinha onde esteve estes dois anos. Encontrar um local que me agradasse, que cumprisse todos os requisitos que coloquei na minha cabeça e atingisse a fasquia, foi, obviamente muito difícil.
Mas a escolha está feita e para bem da minha sanidade mental, deixei este assunto para trás há muito. Ficou resolvido.

O segundo ponto (e mais difícil ainda) desta agenda, é, deixar os amigos. Toda a gente me diz "custa mais a nós que a eles", acredito, e ainda bem. De qualquer modo não é fácil, vejo o G feliz a brincar com os amiguinhos, a falar deles em casa e a cada dia vai-se partindo um bocadinho mais do meu coração.
Foram dois anos (quase a vida toda dele), foi a primeira escola. Duas das amiguinhas conhece desde os três meses, e ali fez o primeiro melhor amigo. Aquele sítio foi a primeira expansão do seu mundo, a vida dele sem os pais, sem o ninho.
Foi sempre tudo muito tranquilo, muito aberto. A Dita, (a educadora) aturou-me as manias todas, as fotografias a toda a hora, os balões, as minhas permanências desapropriadas (sim, tenho noção...). A Carla (a auxiliar) aturou todas as birras, manhas, manias, palermices durante os dois anos. Sei que os adora e sei que adora o caminho que faz a vê-los crescer, tem um coração doce e eles tiram partido.
E depois, o grupo de pais, o contacto que nos permitimos ter todos, atroca de informação, a disponibilidade, a ajuda. Recordarei sempre os ensaios do teatro de Natal, a contribuição de cada um.
Foi muito bom, foi em tudo uma excelente experiência, acho que fiquei mal habituada e lá anda a fasquia a dançar bem alto...
"E por último", como diz o G, o espaço em si, cheio de natureza por todos os lados, o "jardim da Celeste", tranquilo, com os baloiços e escorregas da praxe, tem uma horta com cebolinho, salsa, coentros, tomates, batatas, etc. O G leva-me sempre lá "tás a ver? tem batatas!"
Tem a caixa de areia, tem as casinhas que eles adoram e habitam a toda a hora.

Estou a esquecer-me do Zé e da Vera, duas pessoas que pelo trabalho que fazem, são as grandes paixões do pessoal pequeno. O Zé é o professor de ginástica, foi a melhor coisa que lhes podia ter acontecido este ano, poder pular, rebolar, cabriolar de todas as maneiras e feitios e ainda por cima com um professor a mandar fazer, é do outro mundo!
E a Vera, a professora de música. É incrível o repertório que uma criança de dois anos consegue ter. E, se por acaso conheço alguma das canções (ou aprendo com ele), não posso cantar porque eu não sei, "não mãe, tu não, é assim olha..." e canta e canta e canta, "tás a ver?".

Como sempre partilhei com o grupo (pais e professora) as fotografias que tirei, ontem à noite fizemos bolachinhas em modo de agradecimento à Dita e à Carla. Sei que é pouco, mas nada que pudesse comprar estaria à altura da situação, e nada poderia dizer mais "obrigado" do que algo feito por nós de propósito e o G fez o desenho dos cartões.

E assim se fecha um ciclo, e por muito que me prepare para cada vez que ele me perguntar pelo L (melhor amigo) e para nos primeiros dias ele me dizer que não quer a escola nova mas a antiga, nada, nada me valerá.
Haja coragem.

30 de julho de 2012

E por falar nisso

Por falar em releituras e no fundo do baú, este fim-de-semana encontrei estas três maravilhas. Mesmo sem andar à procura.




Tenho/tinha muitos mais, mas estes estavam no meio dos livros da Anita, se calhar por isso é que ainda cá andam (os da Anita estão "religiosamente" guardados).
O mais engraçado disto tudo é que de tanto os ler me lembro das histórias até em pequenos promenores. :)

2 de julho de 2012

Primeiro dia de praia


E lá foi ele, para uma vida independente da dos pais.
Já estão, a esta hora, quase quase de volta.
Como eu às vezes gostava de ser uma "mosca" (ou talvez um bichinho mais... apetecível) para poder voar e ver a alegria destes piolhos todos porque são os primeiros amigos e estão todos juntos num local que os faz felizes.
E foram de autocarro como o meu filho fez questão de me dizer vezes sem conta durante o fim-de-semana: - "vamos de atocarro pá paia!"- foi uma estreia.

17 de junho de 2012

Diversão (?)



Estará "certo" dizer que o meu filho de dois anos e meio está a tornar-se um "excelente" jogador da mesa de... ar (não sei como se chama o jogo em que o disco desliza na mesa de ar até entrar na baliza adversária, dependendo da defesa do outro)?

Uma boa parte da infância





Os primeiros melhores amigos. Uma das melhores partes da infância.
E aos três anos, no nosso mundo perfeito, sabemos bem o que queremos.

14 de junho de 2012

E pronto

Foi a folia de Stº António, a meia-noite nas urgências (pela segunda vez).

O diagnóstico veio, mais concreto, mais desenvolvido.
Escarlatina. Parece que anda na moda.
E assim as peças encaixaram, veio luz e os passos seguintes já não foram no escuro.

Agora já passou, já nada é como foi, estamos quase nas 24 horas sem febre e após isso poderemos todos regressar à vida normal.

Magrinho, sem apetite lá começa a sorrir, e nós também.

6 de junho de 2012

5 de junho de 2012

Ainda o Dia da Criança

Não escrevi um post sobre o dia da criança no próprio dia. Ainda bem que o tema é constante, não apenas pertencente a um dia no ano, e por essa razão em qualquer momento esse/este post estará actual e inserido por si só no contexto diário, seja ele qual fôr.

Mas inicialmente pensei fazê-lo e queria tê-lo feito, o tempo ou a falta dele, é que me pregou uma partida.
Imaginei algo onde pudesse incluir uma ou outra curiosidade como por exemplo o dia Universal da Criança ser a 20 de Novembro - a Declaração dos direitos da Criança, claro! - de no Japão existirem dois dias da criança, um para as meninas (3 de Março) e outro para os meninos (5 de Maio), sim é verdade! De por todo o planeta existirem as mais variadas datas para comemorar este dia mas, a "melhor" de todas, é que, os Estados Unidos, o país da democracia e das oportunidades, onde o maior sonho está ao alcance de qualquer pessoa, os Estados Unidos, não assinaram a Convenção do Direitos da Criança, são neste momento o único país (ou um dos únicos) do mundo que não lhes reconhece os direitos.  Pois é, parecem que os preocupa o facto de num dos artigos dizer que os Estados devem tomar todas as medidas possíveis para assegurar que as crianças (os menores) não participem directamente nos conflitos armados... o nos Estados Unidos recrutam-se meninos (de 17 anos) para a Guerra. Idem com as penas de prisão perpétua e de condenação à morte.
Sem mais palavras.

Hoje, como ontem ou amanhã (em algumas partes do mundo), o Dia da Criança é todos os dias.
Na passada 6ª feira (1 de Junho - o dia), o meu "pirilampo" mais uma vez não foi à escola. Tive tanta pena quando ele na sua vozinha adoentada e de olhinhos tristes muito abertos me dizia: "mamã, hoje há balões na escola!"  E eu, de coração apertado  só queria encher a casa de balões de todas as cores, de todas as formas e de todos os tamanhos para ele se alegrar e assim, quem sabe, num passe de magia, ficar bem.
Dói no coração e dói na alma.
Os nossos meninos deveriam ser sempre e apenas muito felizes.

A vida é curiosa, tudo se altera quando somos mães, não que não soubessemos da existencia, ou não nos soubessemos capazes de um amor assim, da inocência e da possibilidade da condição humana num ser pequenino, no início de vida, mas porque em todas as crianças encontramos a nossa, há sempre um bocadinho da nossa criança nas outras crianças todas e há sempre um bocadinho de nós nas outras mães todas.
E tornamo-nos assim como que "mães universais", com o tal coração (de mãe), capaz de abrigar todo o mundo e o mundo todo.
E a cada esquina do percurso, observamos melhor, com olhos de mãe. E como tudo seria diferente se as mães governassem o mundo...
A expresão "a mão que embala o berço é a mão que governa o mundo", é bem verdadeira mas a um outro nível que não raras vezes nada tem a ver com o Amor. Infelizmente.

Entrámos na Era do Amor, vem aí a energia no feminino, a energia da mãe, da geradora de vida. Para todos, para o planeta, para a consciência global.
E não, os homens não vão passar a andar de saia, os homens vão encontrar dentro deles o seu lado materno que vai passar a ter mais peso nas suas decisões diárias de "governação do mundo". E quando esse lado materno entrar em acção, nunca mais mãe alguma verá um filho partir para a guerra. E o Dia da Criança será com toda a certeza todos os dias por todo o planeta.





Update ao caso das fraldas "perdidas"

Fará hoje à noite uma semana que ele experimentou a sensação de vestir umas cuecas pela primeira vez.
Foi tão grande ou tão forte que no dia seguinte não me deixou por-lhe fraldas e assim por opção dele iniciámos um trabalho que não pode (ou não deve) ter regresso.

A coisa tem corrido mais ou menos, como seria de esperar, não é de um dia para o outro que se transformam bebés em meninos mas, tendo em conta que é um rapaz e que tem dois anos e meio, até tem corrido bem. Isto porque dizem que as meninas são mais despachadas. E eu acredito.

Ontem foi o primeiro dia em que se portou como um menino "crescido", o dia todo na escola e nem um "acidente".
Sou a orgulhosa mamã de um "piolho" que se sabe portar bem quando quer. Como todos.

E as fraldas duram e duram e provavelmente seguirão de herança para um dos mais novos da família.
Que alegria e que alívio!
Sou ou não sou uma sortuda?

30 de maio de 2012

E pronto,

Começámos ontem nas andanças das cuecas. Foi um sucesso. Claro que foi só um bocadinho mas foi o suficiente para causar uma impressão de tal forma grande que hoje se recusou a pôr fralda. E lá foi ele de cuecas para a escola.
Ontem à primeira pessoa que nos tocou à campainha foi vê-lo de porta aberta, calças pelos tornozelos e a mostrar as cuecas azuis às risquinhas com um orgulho tremendo.
Queremos todos crescer tão depressa...

Hoje antes de sair pediu e fez cocó e xixi. Na escola, mostrou as cuecas a toda a gente e nestas alturas, e nestas idades, basta um mostrar para todos entrarem no esquema e fazerem disto um acontecimento "global" à dimensão do pequeno mundo deles.
Tenho estado o dia todo a morder-me para saber novidades desta nova etapa. Quantas vezes já terá ele mudado de roupa?

6 de maio de 2012

Dia da Mãe #4


Bolsa de feltro laranja pintada à mão
com espelho multicolor - Arte infantil - de autor em tons florais
Dim. aprox do espelho 12x8cm

4 livros fofinhos para ler com a mamã

9 de abril de 2012

Páscoa Feliz












Que sorte meu amor, que sorte que eu tenho de te poder proporcionar a ti dias de natureza. Espaços com pedrinhas, com muros pequeninos para tu trepares. Nestes espaços que a natureza invade sem pedir licença, as gatas e as patas juntam-se na maternidade, os cães são os melhores amigos dos meninos, os ninhos fazem-se de fios coloridos no meio dos blocos de cimento, a paisagem tranquilamente cuprimenta-nos e as lesmas passeiam-se sem pressas.
E no final do dia, a melhor comida cozinha-se nos tachos mais antigos.

9 de fevereiro de 2012

4 Pequenas Histórias

Recebi hoje o e-mail que se segue. Vem com a devida referência de quem o escreveu e de como lhe chegou ao conhecimento, se foi mesmo assim, não sei mas é simplesmente uma delícia. E às vezes andamos nós preocupados com mesquinhices e ninharias. Temos tanto que a prender sobre a pureza e a doçura, e eles bem nos dão grandes lições.


O autor e conferencista Leo Buscagli a certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado.
O objectivo era escolher a criança mais cuidadosa.

Eis alguns dos vencedores:


Um menino de 4 anos tinha um vizinho idoso cuja esposa haviafalecido recentemente.

Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo.
Quando a mãe lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu:
- Nada. Só o ajudei a chorar.


Os alunos da professora do primeiro ano Debbie Moon estavam aexaminar uma foto de família.
Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos outros. Alguém sugeriu que essa criança tivesse sido adotada.
Logo uma menina disse:
- Sei tudo sobre adopção, porque eu fui adoptada.
Logo outro aluno lhe perguntou:
- O que significa "ser adoptado"?
- Significa - disse a menina - que tu cresceste no coração da tua mãe, e não na barriga!


Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jamie Scott.
Jamie queria muito ter um papel na peça da escola. A mãe disse que tinha procurado preparar o seu coração, pois ela temia que ele não fosse escolhido
No dia em que os papéis foram distribuídos, eu fui com ela buscá-lo à escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhantes de orgulho e emoção:
- Adivinha, mãe!
E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!


Conta uma testemunha ocular de Nova York:
Num frio dia de Dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos,olhando a montra e tremendo de frio.
Uma senhora aproximou-se do rapaz e disse:
- Você está com pensamento tão profundo, a olhar essa montra!
- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o garoto...
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao empregado para dar meia duzia de pares de meias ao menino. Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O empregado atendeu-a rapidamente e ela levou o menino para a parte detrás da loja e, ajoelhando-se lavou os seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Ela calçou-as nos pés do garoto e também comprou-lhe um par de sapatos.
Depois entregou-lhe os outros pares de meias e carinhosamente disse-lhe:
- Estás mais confortável agora.
Como ela se virou para ir embora, o menino segurou-lhe na mão, olhou o seu rosto com lágrimas nos olhos e perguntou:
- Você é a mulher de Deus?

23 de dezembro de 2011

Muitos Parabéns



Hoje o pequeno T faz um ano.
O G fez um desenho lindo para lhe oferecer.

Parabéns T, que a vida seja suave contigo, que os amigos sejam presentes e muitos, e que o amor seja a maior constante da tua vida.
Adoromos-te pequenino.