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3 de novembro de 2016

A magia de crescer


Na semana em que perdeu três dentes, fez também os sete anos e recebemos este video por email. 
O tempo passa demasiado depressa e a pressa de crescer é tanta que quase não têm tempo para apreciar a magia. Por isso fazemos questão de insistir um bocadinho, a magia na infância é poderosa, daí virão memórias e emoções que nos fortalecerão ao longo da vida.

O doce (de) Halloween

Entrar a matar (ou a cortar)


Uns dedinhos de zombie, cortados de fresquinho, para acompanhar o café ou o chá.
A criança da casa não achou muita piada, diz ele que não gosta de amêndoas... e pensando bem, é verdade, não que não goste de amêndoas, mas todo o resto implícito, se calhar andamos todos a exagerar um bocadinho. E é em escalada, não sabemos fazer a coisa de mansinho. 
Quando eu era miúda (nem havia halloween), se por acaso nos apetecesse brincar a alguma coisa assim mais visualmente forte, fazíamos um risco na cara com uns tracinhos atravessados e tínhamos uma cicatriz para nos assustarmos umas às outras na brincadeira. Não havia nada tão visualmente descritivo de coisas nojentas e assustadoras como hoje. É um milagre eles não acordarem com pesadelos. 
Ainda assim este ano deu-me para isto, nem faria nada se na escola não pedissem sempre aos pais para fazerem umas coisas horripilantes para comer. Na escola tudo é uma festa.

Caso interesse, é a massa das bolachas de manteiga, vai ao forno com a amêndoa e depois (para que a amêndoa não caia), é colada com doce de morango. A massa fica mais escura que o normal porque uso açúcar de côco (que é castanho escuro). A ideia veio da net.


16 de abril de 2016

Apartment Therapy

(daqui)




Não me lembro da primeira vez que li este nome ou vi este site, mas, tem sido assim, é o que me ocorre quando penso neste último mês. Não tanto na linha do site, mas numa tradução à letra, levada a um outro nível.

A nossa casa não é velha, tens uns quinze anos, e sendo uma construção já deste século, merecia um outro tipo de atenção, talvez um pouco mais de cuidado por parte de quem a construiu.
Como em tantos outros aspectos da vida, só ficamos mesmo conhecedores das situações depois de embarcarmos nelas. Com as casas é a mesma coisa. Só depois de lá vivermos é que percebemos bem os materiais de que são feitas.
E infiltração após infiltração decidimos que estava na hora de mudar umas coisas.
Nós saímos e o Paulo entrou.
O Paulo trata-nos do quarto, da casa de banho, e da infiltração massiva do corredor, uma daquelas que deixa chover dentro de casa quase tanto quanto na rua - é um exagero claro, mas é o que sinto quando depois de uma chuvada forte me começam a cair gotas de água dentro de casa. Um desespero.

E nós saímos porque temos a sorte de  ter guarida em casa do avó e do avô.
Estou a cinco minutos da escola e do trabalho, é outra qualidade de vida. E assim começa a tal da terapia.

Mudámos temporariamente de casa, temos a mesma vivência numa casa diferente. Bastam-nos cinco minutos para chegar a onde interessa e nesse aspecto o stress é menos de zero.
Aqui da janela vemos muitas casas, muitos carros, muita estrada, mais do que aquilo a que estamos habituados, mas, tem o seu encanto, é como se estivéssemos de férias. Às vezes imaginamos em voz alta como poderemos mudar a nossa vida um pouco mais para facilitar o que não está tão bem. É bom sonhar que podemos fazer muita coisa.

Gosto muito da minha casa e do local onde ela está. Muita natureza, muitos bichinhos, vizinhos simpáticos e muita tranquilidade mas, como diz uma amiga minha, são anos de vida que se perdem no transito todas as manhãs.  Não é fácil.

Este últimos mês reforçou o que tenho vindo a aprender nos últimos anos, não precisamos de muito para viver.
Viemos por três semanas e já lá vão seis. As obras têm este condão, de se prolongarem indefinidamente. 
Não temos pressa, estamos bem mas não viemos propriamente preparados para meses de estadia - daí dizer que podemos mesmo viver com muito pouco ( e apesar de estarmos perto de casa, temos tudo encaixotado e armazenado, é pouco útil recorrer a alguma coisa que não tenha vindo).
Cada vez mais reforço o quanto melhor é possuir uma experiência/vivência do que um objecto. Não há comparação possível.

Mas a "terapia" tem sido interessante, estou de volta ao meu antigo espaço (ao meu quarto) mas já foi há tanto tempo, já não tem nada de mim. A vida continuou e eu também. 
É giro perceber que a vivência muda em função do espaço e a nossa interacção também. Estamos os três em vez de cada um se espalhar pelo seu espaço. O espaço é e não é nosso. A avó e o avô às vezes estão e outras não estão. E até a Mia se porta de forma diferente.

E eu aprecio um espaço diferente com uma decoração diferente e uma luz diferente. Encanto-me com essas pequenas coisas porque é bom gostar do que temos.
Quando voltarmos teremos uma noção diferente de tudo o que está a mais, de tudo o que já não nos serve porque nem sentimos falta, e seremos também já capazes de fazer as mudanças que antes não víamos necessárias.

9 de março de 2014

Nas explorações


A Mia descobriu o saco onde guardamos as tampinhas... é a noite toda a jogar hóquei.

4 de março de 2014

O "dual"


Sei que nem todos podem ter canais para além do pacote base, sei que tudo o que não é essencial nestes dias, toca o supérfluo. E esta palavra não faz parte da vida de muitas famílias do nosso país.
Talvez sejamos privilegiados ou talvez as nossas escolhas tenham outras prioridades. 
Foi há pouco mais de um ano que o Disney Junior entrou pela nossa casa a dentro, não me lembro como mas sei que nos conquistou e ficou. São bonequinhos simpáticos, não há violência, nem vilões nem velocidades, há muito carinho, há muito sentido de família, as cores são fortes, alegres, é um mundo doce e muito bonito. Ficámos fãs.
Agora existe uma novidade, chama-se "dual", pode-se escolher ver os desenhos animados em Inglês. O piolho cá de casa adorou, escolhe o Inglês sempre que se lembra, repete algumas frases, pergunta-me o que quer dizer. Não sei quanto tempo a coisa vai durar mas por enquanto corre bem e pelo menos vai treinando a pronuncia.
Recomendo.

Dica: Não vale a pena forçar, têm que ser eles a querer, mais vale fazer uma grande coisa à cerca do Inglês, criar a vontade.
Acho que até a gata já mia em Inglês :)

14 de fevereiro de 2014

Um coração doce para o papá


Para o papá cá de casa, no dia dos namorados, um coração doce mas sem açúcar. 
Temos consciência que quanto mais tomamos esta opção, menos necessidade vamos tendo de adoçar.
Farinha de côco, farinha de amêndoa, farinha de trigo sarraceno, farinha de arroz, ovos, manteiga (ou óleo de côco), um pouco de leite de aveia/soja/amêndoa e maçãs em quantidade industrial. Uma colher de sopa de geleia de arroz (em pó) só para não deixar a acidez da maçã levar a melhor. A receita é inventada, não é nada de especial mas resulta tão bem, a maçã é dos frutos que melhor funciona nos bolos porque adoça. O papá fica feliz da vida e  a mamã também.

6 de fevereiro de 2014

Selfies


As novas "selfies" cá de casa.
E outras para descontrair um bocadinho.

Estes dias


Primeiro ficou ele constipadinho, ficámos em casa, fizemos puzzles, curámos a constipação. Dois dias depois fiquei eu, uma constipação daquelas, sem voz, sem cheiro, sem sabor, sem dormir e com muita, muita  tosse e muita dor de cabeça. Nem me lembro da última vez que apanhei uma assim. Quando me preparava para retomar a vida normal, volta ele com a febre. Cá estamos, sentados no sofá, enrolados na mantinha e a televisão nos desenhos animados.
 Não saio de casa há seis dias. 

1 de fevereiro de 2014

Os anos do papá



Este ano fomos só nós os três, o papá teve um bolinho de maçã que é o seu preferido. A gripe maluca da mamã não a deixa sair de casa nem tão pouco a deixa pôr-se com invenções, por isso, a tão desejada festa de que o piolho não parava de falar ficou adiada. Pai e filho merecem mais do que ficar "presos" em casa a servir uma mamã completamente ranhosa.
Parabéns papá queremos que sejas sempre muito feliz ao nosso lado. Sei que apesar de todas as condicionantes gostaste do dia e gostas muito de nós. Obrigada por seres o papá lindo que és.

21 de janeiro de 2014

Petiscos improváveis


Domingo à tarde a comer Tomate Cherry enquanto vê desenhos animados. Um avanço do outro mundo em relação aos doces.  
Eu também era assim.

6 de janeiro de 2014

Dia de Reis


O trabalho da escola era fazer uma (eco)coroa de materiais reciclados...
(suspiro)
Cortámos o molde de um garrafão de plástico (de água destilada), as jóias foram feitas a partir de caixas de ovos, usámos espuma para que assentasse confortavelmente na cabeça e o "veludo" vermelho é papel crepe. No fim, tudo "pintado" com cola em gel e salpicado de purpurinas. Só não foi ao forno.

Deu cá um trabalhão... e o piolho ficou tão contente. É o que interessa.

28 de dezembro de 2013

As viagens

Ter família "espalhada" pelo país resulta numa correria para chegar a todos. 
Viajar com quem conhece os cantos à casa é ter um guia privado que nos leva a conhecer a fundo os sítios e a história de uma cidade. Claro que ficar a saber onde era a casa da avó do Carvalho e saber que nos tempo de juventude era no quarto que tinha sido dele que guardavam as garrafas de whisky, só interessa a quem viveu, mas, recordar é sempre viver, e receber as histórias pessoais de quem nos é próximo é também entrar nesse mundo cúmplice de aventuras.








E depois, anda tudo tão triste e tão escuro cá pela capital e arredores que ver iluminações de rua até é uma agradável surpresa.
Ah, as fotos são Viseu by night. E o tempo também não foi nada amiguinho, fotografar a noite à chuva (com a temperatura bem baixinha) não é a melhor das escolhas, ainda se estivesse a nevar... o estímulo era outro.

8 de dezembro de 2013

Apresento-vos...


... a Mia (ou Bia como diz o meu filho).
O G andava há já algum tempo a pedir, e como é filho "único" (pela distância física e diferença de idades), achei que deveria ceder neste capítulo. Ter um bichinho pequeno para tomar conta ajuda-o (mesmo sem que se aperceba) a ser mais empático e preocupado com as necessidades alheias. Coloca tudo mais em perspectiva.
Chegou ontem ao fim do dia.  Estamos em fase de adaptação e estamos completamente rendidos.
Meiguinha, conversadora, asseada, brincalhona e nada nada chateada por ter ficado sozinha em casa por umas três horas hoje.
Claro, será muitas vezes a estrela muito fotografada neste blog. E tem muito prazer em conhecer-vos.

26 de novembro de 2013

A praia


E como nós estamos a ficar viciados em praia nas tardes de "Inverno".
E o que eu adoro esta fotografia do meu pirolito.

3 de novembro de 2013

Tardes boas






E o dia estava tão bom que nos pareceu perfeito um passeio na praia. Tantas saudades. Tanta diversão.

31 de outubro de 2013

Sweet Halloween



Ficaram assim os doces (bolachas) deste ano da escola. Parece que os fantasmas se zangaram com os morcegos mas não foi nada disso. Eles estavam era fartos de lá estar em casa, queriam meninos para assustar...
O meu filho foi dormir zangado porque queria comer morcegos... (claro que não comeu). 
Eu confesso que sou só apreciadora do efeito final, uma quantidade tão grande de açúcar numa só bolacha deveria ser proibido (e eu bem que estiquei a pasta para fazer uma camada mais fina - não sei é se aguentará bem). A minha esperança é que eles enjoem antes de acabar (e retirem a pasta de açúcar), a tarefa cumpre-se na mesma, aqui o que interessa é alimentar os olhos e causar o efeito.
Desejo-vos um dia "horripilante" (mas num sentido doce).

30 de outubro de 2013

Um lado bom da vida

Costumava defender com unhas e dentes a mudança da hora. Mesmo a semana passada, antes do piolho adoecer, mal podia esperar pela mudança de hora, mais uma hora durante a noite e ele ao dia seguinte levantar-se-ía melhor, sem a birra de sono habitual. Mas, a vida tem destas coisas e ele ficou doente. Mudança ou permanência, o resultado foi o mesmo. A única diferença (que não muda em nada a cena do levantar) é que quando saímos de casa já temos luz do sol. 
Podia queixar-me aqui que a luz baixinha do sol para quem conduz a esta hora só serve mesmo para encandear... podia, mas não queixo, o sol é precioso, vem aí o Inverno (que se adivinha bem frio e bem escuro) e vamos ter muitos dias a suspirar por ele (o sol).
E se por um lado saímos de casa já com luz solar por outro chegamos a casa já no lusco-fusco... também me podia queixar por isso... E depois do esforço do levantar a mim e ao piolho e encarar as birras e o transito, chegar ao trabalho com a sensação que o dia já vai a "meio" e constatar que afinal ainda são oito da manhã.... também me podia queixar por isso... E o frio?... (tudo coisas simples).
Respiro fundo.
Está um dia lindo, está um sol maravilhoso, tenho saúde, tenho emprego, tenho um filhote fantástico, tenho casa e comida. Pronto, tenho frio e tenho sono mas bolas, se não tivermos coisas menos boas para comparação, não sabemos dar valor às melhores.
Ontem à noite o meu filho era um super-herói: 
- Mãe, imagina que fazes uma situação e eu apareço e vou salvar-te!
Eu fingi que tropecei 
- Socooooorro, tropecei e vou cair! (mãe faz cada coisa).
Ele "voou" e agarrou-se às minhas pernas para me salvar:
- Pronto, salvei-te!
- Oh, obrigada meu herói!
Ele virou-se levantou os braços em "L" à altura dos ombros (a mostrar os músculos) e disse:
- Super G...! 
E pronto, há lá coisa melhor que ter um super-herói em casa? Queixas para quê? Ele resolve tudo.

28 de outubro de 2013

Fazer ou não fazer


Chegaram-nos cá a casa uns marmelos lindos, alentejanos.
Tirando aquelas vezes que as nossas avós nos deixaram mexer na colher de pau e depois dissemos à família toda que fomos nós que fizemos, acho que nunca me meti a fazer um doce ou uma marmelada.
Adoro marmelada e o meu pirulito também, quase que me sinto tentada... 

O ponto alto desta "férias" forçadas foi quando fizemos um bolo de maçã para o papá e o G partiu os ovos. Não o via tão excitado com uma coisa como com quando partiu os ovos para o bolo. Foi um passo na escada do crescimento, acho que para ele foi um ponto marcante, até ficou logo melhor da gripe.
Diga-se de passagem que se aos 4 anos me deixassem partir ovos, eu ía achar aquilo a melhor coisa do mundo. E hoje de manhã depois de ver o urso Oso a ajudar as meninas a fazer sumo de laranja, quis, claro, fazer sumo de laranja. Fizemos e não fosse a laranja mais azeda que já provámos, ele tinha bebido o sumo todo que fez.
Agora estou tentada a experimentar a marmelada. Acho que ele no mínimo vai delirar.
De qualquer modo para esta semana já temos os doces horripilantes... vamos ver como corre.


Dias nossos



O começo e o fim do dia.
Quando em casa a dar em doida, fotografo as nuvens... a chuva, as flores da varanda, os bonecos do piolho, sei lá. Basicamente qualquer coisa que me dê um pequeno momento de fuga.
A gripe finalmente abrandou, a tosse também e amanhã já voltaremos à vida normal. O que me custa é não sair de casa, é não falar com gente cujas conversas evoluam para além do Jake e os Piratas, do Harry o monstro feliz, da Doutora Brinquedos, do Urso Oso...
Aproveito e adianto algumas tarefas domésticas. Ganho muitos beijinhos e abraços que retribuo em dobro ou triplo. Amanso o bichinho no momento do banho e cantamos, cantamos muito com os Little Einsteins. Respondemos às dúvidas dos desenhos animados e por momentos esqueço-me da idade, do trabalho, da vida e somos os dois pequeninos. Deito-me no sofá para descansar da risota e ele atira-se para cima de mim, nunca está a menos de um ou dois metros de distância.
Comemos melancia e queques de chocolate.
Quer todos os brinquedos que anunciam nos intervalos, digo-lhe que que não tenho dinheiro para tanto e ele diz que não sou eu, é o Pai Natal! 
Vibra com as apresentações da semana do Halloween e pergunta constantemente as horas, sabe a programação de cor.
Diz-me que sou a melhor mãe mundo, que sou a mamã gira e sempre que fala comigo chama-me mamã querida.
Eu interiorizo tudo, sei que nada me tirará o que já é nosso mas por antecipação temo os dias em que isto terminará. 

27 de outubro de 2013

Alfaces ( e cebolas)


Diz o Borda D'Água que Outubro é mês para resguardar do gelo e preparar canteiros para a sementeira de alface e cebola.
Por aqui já semeámos, já colhemos e já comemos as alfaces da nossa horta (leia-se varanda). Não me lembro quando as plantámos - Setembro seguramente.  E hoje, porque o Borda d'água disse, já replantámos tudo.  Também temos salsa. E recomendo não só porque temos as plantas frescas quando precisamos, mas porque para eles, é uma aventura segurar na semente, plantar e ver crescer. Pode ser feito num qualquer pequeno vaso dentro de casa (para a alface o vaso tem que ser um bocadinho maior senão não cresce) e já agora, um alerta para o tipo de terra, já se vendem sacos de terra própria para cultivo de alimentos, a planta absorve tudo o que o solo contiver - caso não tenham por perto sitio onde ir buscar um bocadinho de terra sã (a terra para flores tem químicos específicos para flores).
Boas sementeiras caso queiram arriscar.