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20 de setembro de 2013

Oh não, a Lua outra vez!...



Eu sei, sou uma chata mas gosto mais desta fotografia (de ontem à noite) do que da de ante-ontem (3 posts atrás)...
E pronto, é só.

8 de setembro de 2013

O Verão

Para mim o Verão terá sempre maiúscula. Mais pelo sentido, pela estação que é, pelo que nos dá do que pelo Acordo ortográfico.
A Primavera traz o parentesco no nome mas o Verão é por excelência o tempo dos primos.
 
Os meus verões da infância eram três infindáveis meses passados na companhia da minha prima, em plena vila alentejana, valia-nos a biblioteca municipal e uma ou outra amiga com quem ao fim da tarde corríamos a vila de bicicleta. Os banhos no tanque (de rega), o pão com manteiga e açúcar, a televisão a bateria, malgas de melancia ao lanche, as brincadeiras com os cães, os gelados feitos de refresco e congelados na arca. Açorda de alho, sopas de tomate, café de cafeteira, bolinhos de torresmos, e cartas, muitas cartas aos amigos que ficavam em Lisboa.
O céu nocturno era de cortar a respiração, tantas estrelas quantos os desejos dos homens. Este ano consegui voltar a vê-lo, há muito que não o via. Uma sensação de pureza e um banho de realidade, um alerta para o pequeno que somos comparado com o grande que nos achamos no Universo.
 
Este ano o G teve primos, muitos primos nas férias, este ano mostrei-lhe o céu nocturno e as estrelas que se escondem na noite, é um mundo novo que se revela aos nossos olhos. Inspirada pela visão disse-lhe que poderá ser tudo aquilo que ele quiser, as opções são tantas quantas estrelas há no céu.
Perguntou-me se era para aquele céu que íamos quando morremos. Expliquei-lhe que voltávamos para o sítio onde estávamos antes de nascer. Desconcertou-o mas deve ter-lhe dado alguma tranquilidade, não voltou a falar no assunto.
 
Mas o menino crescido já teve um Verão diferente, ao mesmo tempo que tentamos levá-lo a um qualquer sítio novo, tentamos juntar-nos sempre com a família para que tenha o melhor de todos os mundos. E é estranho vê-lo a resolver coisas com os primos, a combinarem o que vão fazer, a passear com eles separado dos adultos, sem "trela" (figurativamente falando). E ainda só vai fazer 4 anos! Às vezes acho que cresceu tanto neste último mês que já nem é o mesmo menino. E às vezes até acho que nem eu sou a mesma pessoa.

1 de agosto de 2013

As pessoas e a vida

Para quem não tem estado a ouvir rádio, hoje houve aí um pequeno alarido por causa de um blog do tumblr.
Uma rapariga (acho que alemã) foi de férias para Ibiza e a certa altura, durante a noite, já bem bebida, ela e os amigos (as) resolveram ir "skinni dippin" para refrescar as ideias. Mas como por todo o lado há gente sempre atenta às movimentações e vidas alheias, tudo o que o grupo de amigos retirou do corpo (roupa, carteiras, telefones, etc), desapareceu.
O... "rapaz" que achou por bem levar os pertences do grupo ficou com o smartphone da pequena e não sabendo que o upload automático das fotos para a dropbox estava ligado, nem tendo feito nenhum reset ao aparelho, começou a usá-lo.
Resultado, ela vai a cada dia que passa sabendo mais sobre a vida dele. Assim como toda a web.
Podem ver aqui se quiserem.  Mas, gostava só de parar um bocadinho para pensar sobre isto.
A vida é incrível, e neste mundo cada vez mais global as distâncias vão sendo encurtadas a cada dia que passa.
 
Nos meios... mais esotéricos (se é que possa chamar assim) existe uma designação para quem faz o trabalho do bem, chama-se trabalhador da luz. O trabalhador da luz existe em qualquer sítio, em qualquer sociedade, em qualquer tempo. O trabalhador da luz, o trabalho da luz é assim designado por oposição ao trabalho das trevas. A luz é o que nos permite ver, saber. Trabalhar para a luz é trazer à luz, é a partilha da informação. Informados fazemos melhores escolhas e colocando o ego de lado fazemos escolhas humanas e para o bem geral.
Às vezes pensamos e dizemos relativamente a algum assunto pior que "não queremos nem saber", é legitimo. Mas devemos saber. Do bom e do mau. Devemos estar atentos, temos a obrigação de fazermos as melhores escolhas possíveis.
 
Quando tenho conhecimento de casos destes, alguém que é "apanhado" por alguma coisa que fez penso sempre na vida e de como ela é mestra em ensinar-nos lições. Não sei qual é a lição deste senhor, não interessa, interessa que ele a aprenda e interessa tirarmos nós também uma lição disto tudo. A vida encarregar-se-á de levar as consequências até onde têm que ir. O mundo está cada vez mais global a todos os níveis. Temos colegas de trabalho em todas as partes do mundo, qualquer pessoa que se cruze connosco numa qualquer rua pode de algum modo ficar ligada a nós para sempre. Se for por bem é muito bom.

9 de julho de 2013

Correr só porque sim

Gostava de conseguir correr, gostava de ter a resistência necessária para conseguir correr pelo menos uma meia hora seguida. Mas sou completamente pés de chumbo. Não sei se é coisa de organismo (uns conseguem e outros não) ou se é preciso uma educação necessária nesse sentido, provavelmente será.
E depois há aquele bónus de se perderem uma montanha de calorias só num bocadinho...
Vinha a ouvir na rádio o anúncio da Urban Trail, e fiquei mesmo com vontade, as imagens são fantásticas e os desafios (circuito com provas) devem ser giros. Também se pode participar em caminhada, é uma hipótese quem sabe? Vou pensar no assunto.
Alguém por aí?

27 de junho de 2013

As flores


O meu filho gosta de apanhar florinhas para dar à mamã. A vovó já o ensinou a pedir antes de o fazer porque às vezes as flores pertencem a jardins e não se pode simplesmente andar a colher a flor alheia.
Mas na semana passada na escola não se livrou de ficar de castigo porque resolveu apanhar um malmequer e teve tanto azar que veio logo um terço do arbusto atrás.
Ficou sentadinho no recreio a ver os outros brincar...
Tento explicar-lhe que as plantas são lindas onde estão, e pessoalmente não concordo com a apanha de flores, a alegria/cor/luz que dão a uma casa é demasiado efémera, como se o custo (e não estou a falar de dinheiro) fosse demasiado alto. As flores são bonitas no jardim sempre, mesmo até ao fim.
E não tenho nada contra as floristas.

5 de junho de 2013

Uma prenda atrasada




Ficou do dia da Mãe e só a mandaram (da escola) esta semana, não sei porquê, só sei que fiquei rendida.

31 de maio de 2013

Os nomes carinhosos

É o meu "piolho", "pirilampo", "fofinho" e "boneco". Ocasionalmente é o "guilas". Porque está a ficar espigadito às vezes já é o "pirulito".
Naqueles momentos intemporais de mimo, com abraços apertados e beijos de encher a cara é o "meu gordo".
Ele, na retribuição abraça-me, chama-me "parulita" e diz-me baixinho "és a minha gorda".

É assim, chama-me gorda e parola e faz de mim a mãe mais feliz do mundo.

20 de maio de 2013

A hora do almoço


A minha hora do almoço, para além de servir para me alimentar o estômago (o corpo vá), serve também para me alimentar a alma.
Apaixonei-me por este nenúfar e gosto de o fotografar assim, quando ele não me está a ver, parece que o consigo perceber em toda a sua essência, solitário, tranquilo, luminoso, assim entre o sol e a água sem exigir nada, sem esforço, sem despropósito.
A minha hora de almoço é um bocadinho de céu onde todos os dia consigo ir buscar um pouco de clareza para continuar o caminho.

16 de maio de 2013

Vence o cansaço

Sabemos que estamos nas últimas quando vamos num instante à hora do almoço ali ao cafezinho da frente comer uma sopa, nos encostamos à cadeira e ferramos a dormir!
(até alguém movido pela pena da figura que fazemos nos vir acordar)

4 de maio de 2013

A casinha de bonecas



 
Encontrei-a há uns anos (uns nove ou dez), assim que a vi apaixonei-me perdidamente.
Não sei se a ideia/esperança de um dia vir a ter uma filha me influenciou de alguma forma mas, a menina dentro de mim falou bem alto - gritou até,  e o plano formou-se ali naquele momento, construir um pequeno lar, peça a peça, eu ía construir cada pequeno objecto desta casa. Ía finalmente ter a minha casinha de bonecas.
 
Enquanto cresci tive alguns objectos icónicos das décadas que se viveram (acho que todos nós tivemos), alguns guardei especialmente para a minha "filha", uma ou outra mala, bonecas, ganchos ou molas de cabelo com flores enormes, colares ou brincos característicos daqueles anos 80, a boneca "careca" qual bebé que fez as delícias de muitas de nós. Enfim, coisas dessas.
O tempo foi passando, a filha não veio e hoje é tudo diferente. Para o meu filho fica o meu primeiro telemóvel (religiosamente guardado), o meu primeiro (e único) jogo electrónico (predecessor dos "tetris", "nintendos", "Marios" e "PSPs"), nada de valor que não seja de algum modo sentimental, se é que se pode chamar assim. O resto quem sabe, para uma neta se antes o tempo não se apoderar de tudo. Planos que fazemos à revelia da vida.
 
Ter uma casa de bonecas deixou de fazer parte do plano. Continuo apaixonada por ela, claro, e a tal menina pequenina continua cá dentro (algo destroçada) mas, hoje o foco é outro.
E hoje, a minha casinha de sonho tomou um banho de chuveiro e amanhã seguirá para alguém que sei que lhe dará finalmente a devida atenção, alguém que a completará e a transformará no tal lar. Alguém com o tempo e habilidade que um dia acreditei ter.
É estranho, está a custar-me imenso desfazer-me dela mas sei que preciso de o fazer... aqui está simplesmente estagnada à espera de algo que não virá.  E alguém dizia que "é preciso deixar sair o velho para poder entrar o novo".
Pode parecer disparate mas espero sinceramente estar a dar-lhe o lar que ela merece.
Quem sabe, pode ser que daqui a uns tempos esteja a colocar aqui fotos de uma casinha completamente...  habitada.

27 de março de 2013

A Primavera e a Páscoa


Desde miúda que oiço dizer "Carnaval em casa, Páscoa na rua".
No Carnaval o tempo esteve muito incerto e se momentos existiram que deixaram dúvida quanto à saída do corso, a verdade é que a chuva marcou maioritariamente presença por todo o país.
Por isso, Tempo, se  és visita regular deste blog, lembra-te, a tradição é uma coisa forte, a tradição faz parte da memória do povo, a tradição liga-nos ao conhecimento antigo e o conhecimento antigo é teu amigo, conhece-lo bem. E depois, precisamos de ânimo, podias agilizar um bocadinho a coisa, trazia o Sol deixavas um povo inteiro a sorrir, isso é que era.
Dez milhões (talvez um bocadinho menos por estes dias, deves saber que há muitos de nós espalhados pelo mundo) de pessoas felizes por estar neste país... coisa rara!
Prometes que vais pensar? Prometes?

26 de março de 2013

A comissão europeia está a ponderar

E eu digo "a ponderar é que a gente se desentende".
Já não há paciência, já não há saúde.
E o que é que se faz? A quem é que nos queixamos? Não posso crer que estas "coisas" só se resolvam com banhos de sangue. Será que estes senhores não aprendem nada com a história?
Estou cansada e tenho verdadeiramente medo do futuro.
Isto por causa dos depósitos a cima de cem mil euros (aqui).
"Ah e tal, é bem feito, eu não tenho 100 mil euros", pois é, mas há gente que trabalhou uma vida inteira e cem mil euros (eram 20 mil contos aqui há uns anos) é tudo o que lhes resta... e para que conste, eu também não tenho cem mil euros.
Estou farta de bancos, estou farta de políticos, estou farta de entidades reguladoras que só regulam para um lado, estou farta de gente desonesta, estou farta de gente que não tem vergonha na cara, estou farta de oportunistas e o pior é que, para onde quer que se olhe, é só o que se vê.
Desculpem-me o desabafo, mas nunca pensei, sempre vi os meus pais trabalharem de sol a sol para que eu pudesse estudar e tirar o tal do curso superior para que pudesse ser alguém na vida... mal sabíamos nós. Sou alguém, claro que sou, mas sou alguém desta geração que viverá pior, que por nunca ter sido oportunista vivo com um emprego precário, pouco acima do salário minimo e só me posso dar por muito feliz por conseguir ter um rendimento e poder ter o meu filho na escola.
Tenho verdadeiramente medo pelo futuro. Uma geração inteira que se está a perder. Miúdos a deixarem de estudar, crianças com fome nas escolas. Que capacidade de resposta terá esta geração? Que faremos? Que fazemos agora quando ninguém nos ouve?
E quando as fugas de capitais tiverem acontecido? Taxam-se os que tiverem mil euros na conta? Taxam-se todos os que tiverem contas?
Já para não falar nas mais-valias que também não eram taxadas e de um momento para o outro levaram com o rombo dos 28% (se não estou em erro). Não se pode tentar zelar pelo futuro, este país está a saque, quem mais roubar é que ganha, e se roubar sem dar muito trabalho, tanto melhor. Tudo com o aval do Estado, claro.
Este país merecia melhor, nós mereciamos melhor.
Estou tão zangada, já não lhes chega o dinheiro que temos que lhes dar, tiram-nos, roubam-nos.
É tão difícil, chegar até ao final do mês, sempre a fazer contas. E penso em tanta gente a viver bem pior do que eu... como deve ser.
Tenho verdadeiramente medo pelo futuro.
Desculpem-me o desabafo mas, estou zangada... e tenho medo.

19 de março de 2013

Os temas dos posts

E assim é, os filhos preenchem-nos e tomam-nos de assalto e nada mais faz sentido sem eles.
A cada dia que passa noto que os posts que aqui vou deixando são cada vez mais dominados por ele.  É normal, falamos do que gostamos, do que nos faz felizes, do que nos preenche a cada momento de cada dia.
Não foi esse o propósito na ideia e momento da criação deste blog mas depois, depois as emoções falam alto e, lá muito de vez em quando algo me leva o pensamento para outro tema e consigo destanciar-me um pouco para escrever sobre qualquer outra coisa mas, é como um encantamento, é como quando estamos apaixonados, nada nos leva para longe dali, queremos estar continuamente na emoção, a falar e a sentir sempre. Por isso, é assim, criança a toda a hora, a todo o instante e uma mãe super super babada, encantada, inebriada, maravilhada, eu sei lá.
E mais que viessem.

11 de março de 2013

Mais um fã...

... de Ludovico Einaudi ao cimo da Terra (que bom, que bom, que bom!)

Assim foi

"- Mãe, fica aqui a minha chucha ao pé de ti, se ela te disser alguma coisa, fala com ela, tá bem? "
 
Saltou da cama e foi ter com o pai à sala.
Eram 10 da manhã de domingo (ontem) e a febre dava finalmente tréguas. Só o facto de ele se levantar às dez da manhã dizia tudo.
Foi uma semana, foi uma dança de vai e vem com a febre, ora vinha em força e ficava por um dia inteiro ora nos deixava em paz durante quase 24 horas, até que por fim, a constipação caiu com tanta força que ele chorou, chorou, chorou. E dormiu.
A vida fez uma pausa e mãe e filho em casa num certo tipo de isolamento que só a disposição impôs. As noites foram de vigília com a sentinela materna ali em sentido forçado, o pai abdicou do seu espaço, ocupámo-nos de filho da cabeça aos pés.
Foi assim, já passou. Não sei se faço grande sentido com as palavras mas na minha cabeça parece-me bem. Passou-se assim mas, talvez o cansaço físico e mental disto tudo não me permitam pensar com clareza. Talvez amanhã tudo seja mais nitido. Já passou e amanhã é um novo dia.

28 de fevereiro de 2013

Uma fotografia por dia (V, VI e VII)




 
 
17. In your hand
18. Something you don't like   "being sick"
19. I am...    "absent, in my mind"
20. where you stood   "in the middle"
21. Full
22. Makes you smile   "providing happiness"
23. A Word
24. Cloud
25. On your bedside table
26. Quiet
27. Playing
28. Upside down   "trying to reach the ground"

25 de fevereiro de 2013

O Bom Domingo

Esquerda - fotos (do filho) by mãe                         Direita - fotos by filho
A aproveitar um Domingo que se fez bom, deixámo-nos levar pelo sol e pela vontade de fotografar. Mãe e filho, o resultado está à vista. Pois é, preparem-se porque pode bem vir a ser um enjoo de tripas. Eu não consigo evitar...

20 de fevereiro de 2013

19 de fevereiro de 2013

Filhos

Ontem o pai foi buscá-lo.
"- Sabes pai, quando tiver onze anos vou ter um maninho que chama António. É assim, é o três, depois é o quatro, depois é o cinco, depois é o seis... e quando for o onze vou ter um maninho."
 
Talvez ele saiba algo que eu não sei mas, a ser verdade, será de outra mãe. Não me estou a ver aos 50 anos grávida, cheia de força e vitalidade para começar tudo de novo. Talvez um último esforço agora, talvez, mas aos 50 não. Coisas mais estranhas já aconteceram sobre a terra, e o futuro, como se diz por aí, a Deus pertence.
 
Hoje de manhã enquanto o vestia ataquei de novo:
- G, olha o queixo cheio de baba, a chucha é mesmo uma porcaria.
Ele tirou-a, estendeu-a para mim.
- Toma, eu empresto ao meu maninho, é p'ó meu maninho.
Aceitei-a e coloquei-a em cima da cama
- Mas a mãe e o pai não vão ter  um bébé.
Ele olhou-me e franziu a sobrancelha: - Porquê?
- A mãe não tem dinheiro para comprar papa nem fraldas ao bébé, isso não é bom pois não?
Não respondeu.
 
Se eu gostaria? Gostaria sim, do mais fundo do meu ser e com todas as forças que tivesse que encontrar, mais por ele do que por mim, mas a vida, dizem, é sábia e essa sabedoria está-nos reservada para qualquer outra finalidade.
Sei o que foi crescer filha única, com os holofotes todos apontados, de ter que estar à altura das situações, de ter que chegar onde era esperado. Estar sob escrutínio não é fácil nem agradável, e nunca tive feitio para ser o centro das atenções.
Lembro-me de pedir um irmão, lembro-me de crescer sozinha.
Esse tempo já passou há muito mas lembro-me como se fosse ontem e queria melhor para o meu filho.
A atenção dos pais deve ser mais diluída, os filhos devem ter o espaço e o tempo de criar as suas asas.
Nós devemos poder concentrar-nos em vários pontos, ter sentimentos contraditórios e no mesmo dia conseguir superar várias provas e ganhar uma medalha (mental) por isso. Torna a vida mais interessante  e o passar o teste tem todo um novo significado. Uma única criança não deve ser o objecto da nossa "tirania" boa ou má. Não é saudável.
E depois o retorno, o retorno é a dobrar, que bom que deve ser.
Nota mental para mim, na próxima vida, começar cedo, independentemente do que nos dizem. Às vezes aquilo que achamos que é importante, não é.