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27 de março de 2013

As lanternas tailandesas, a praia de Carcavelos e a Street (beach?) art









 
Pois foi, esqueci-me de falar da aventura de sábado.
Tudo começou com uma iniciativa que nos (me) cativou pela beleza que prometia.
 
O peixe estava pronto a entrar no forno, horas todas contadas e tudo combinado com o maridão, daria tempo para ir, fotografar e voltar exactamente no momento de servir o jantar. Deixei marido e filho em casa e meti-me a caminho.
 
Cheguei com meia hora de folga, muita gente, muito, muito trânsito e a praia da Torre deserta!
"Mau!" toca de ligar à R: "Pois foi, não viste o facebook, hoje de manhã mudaram para a praia de Carcavelos!"
Havia tempo, toca a andar.
Muita gente contra a corrente, foi fácil perceber que a coisa não tinha mudado só de sítio. E tal como no ano passado foi tudo adiado, o vento, a chuva, etc...  No caminho encontrei a M que vinha de retorno e já me tinha tentado ligar. Obrigada Amiga, acho que nem te agradeci. Curioso como nos encontrámos no meio daquela multidão, se tivéssemos combinado ainda andávamos à procura uma da outra :)
 
Mas nada se perde, o passeio até estava agradável, a ideia era  fotografar e fotografei. Já não andava por ali há muito, a street art floresce por todo o lado, criatividade não nos falta. A multidão espalhou-se e parecia uma noite de Verão (não fosse o vento).
 
Cheguei a casa mesmo a tempo, o peixinho assado confortou-me o estomago. O marido e o filho confortaram-me a alma.

11 de setembro de 2012

Actos de vandalismo


Perguntaram-me se eu concordava com a nova (futura/possivel) lei sobre actos, perdão, atos de vandalismo (estou a tentar, estou a fazer um esforço).
É claro que concordo, sou a favor da "street art", não da porcaria.
Estes dois exemplos colhidos por aqui quase ao virar da esquina, são excelentes. Um é mais porco que o outro sim, mas ambos servem para o mesmo. Não atraem nada de bom, não são simpáticos, não transmitem nada, não inspiram nada.
É claro que sou a favor de uma lei, mas também sei que nos casos pioneiros alguém sai sempre a perder. Espero que a "pessoa" que está neste momento a estudar a lei, a estude mesmo e faça os trabalhos de casa bem feitinhos, há uma grande diferença de street art para vandalismo e não é nada difícil de saber qual é, implica trabalho, implica esforço, implica inspiração, implica dedicação.  Implica alguém cheio de criatividade que apanha um suporte que lhe serve  e cria algo à sua dimensão, para todos. Implica principalmente gerar uma emoção, transmitir uma mensagem.
A história da arte não esquece que poucos são os artistas pioneiros que são reconhecidos desde logo, a começar no próprio país, mas também sabemos que a arte que é feita nas paredes terá um duração (mais) efémera  pelo suporte que ocupa.
Veremos.

14 de agosto de 2012

Maltese,

Corto Maltese.

Conhece?
Reza a história que nasceu na década de 80 de séc. XIX, na realidade nasceu cerca de 100 anos mais tarde, pela mão de Hugo Pratt.

Hugo Pratt é uma referência  da Banda Desenhada, os desenhos dele são fluidos, parece que com uma só linha desenha o mundo, é um desenho limpo.
As histórias fascinam-me, os desenhos nem sempre, às vezes parece que ele (HP) levou com um comboio em cima e aquilo afectou-o um bocadinho, às vezes exagera, principalmente no que diz respeito à representação da imagem feminina.

Gosto das personagens, as histórias envoltas em mistério sem nunca desvendar mais do que o necessário. Corto Maltese é um encantador "bad-boy", charmoso q.b. com uma vida errante, desprendida e atractiva. Faz-nos sonhar, conhece o mundo todo e todo o mundo.

Dizem que Corto Maltese era o alter ego de Hugo Pratt, eu acho que era o maior sonho dele, ser a personagem que criou, mas, não seremos todos assim? Criamos aquilo que desejamos.

No fim dos anos 80/principio dos anos 90, fim do liceu/inicio da faculdade não havia quem não conhecesse - na área de artes, claro. Fui uma fã (acho que ainda sou) incondicional de Banda Desenhada. Tenho a sorte de ter vários livros autografados (de vários autores), e os autores de BD quando nos autografam um livro, desenham para nós.

Há já algum tempo que não me lembrava disto, e no outro dia, em pleno Benfica (bairro completamente "street-artless"), qual não foi o meu espanto ao dar de caras com este amiguinho em tamanho real, assim ao virar da esquina, ìa-me dando o "badagaio"!

22 de junho de 2012

Tinta Crua - Créditos

ou pelo menos, divulgação.

Apercebi-me que já "publiquei" aqui desenhos do artista do post anterior e nunca nunca fiz referência nenhuma em termos de divulgação do trabalho dele.
Aqui, aqui, aqui, no facebook - Tinta Crua,  etc.

No flickr então a galeria é fantástica. Apercebi-me de que tenho tantos daqueles desenhos fotografados.

É incrivel a capacidade criativa de algumas pessoas. O que nos move a ir para a rua e a colocar, expôr o trabalho assim em qualquer lado. Foram várias as vezes que vi, passei e até fotografei desenhos dele e que no dia seguinte simplesmente tinham desaparecido.
Tive uma professora de "artes" que dizia que nós só poderíamos viver do nosso trabalho (artistico) no dia em que pegássemos num desenho nosso, que gostássemos, e o conseguissemos rasgar com desprendimento. Talvez viver/crescer seja isso mesmo, pegar nas experiências, retirar apenas o ensinamento e desprendermo-nos ao ponto de conseguirmos seguir em frente sem correntes e fazer de novo, e melhor, cada vez melhor.
Outra vezes a vida simplesmente retira-nos tudo e não temos outro remédio senão andar para a frente porque não há nada a que nos possamos prender. Prefiro a primeira opção e espero e desejo sinceramente que estes nossos artistas de rua vivam assim também, divulgando e oferecendo o seu talento porque acredito que um dia a sua recompensa chegará.

"Long live the streets"

Street art #7


(na Baixa)

4 de junho de 2012

Mais para oeste



Encontrei mais Street art em Benfica.
Bichinhos a caminho do Jardim zoológico...

19 de abril de 2012

Street art com muito orgulho

Banksy, Pavel e muitos outros são artistas fenomenais,  mas, street art que não fica nada atrás também nasce por cá.
Chama-se Alexandre Farto "aka" Vhils e pode ser vista aqui.

E eu não acredito que finalmente consegui escrever este post!

P183 - Street art

Do Banksy já aqui falei. De Moscovo para o mundo é Pavel, com o "nome de guerra" P183.

16 de fevereiro de 2012

Street Art #6


Chegou um dia (uma noite?) bem de mansinho, com mais de um metro de altura, dava-nos os bons dias ao virar da esquina a caminho do trabalho e, assim como chegou, desapareceu.
A fotografia não lhe faz jus, era algo... deixem-me inventar uma palavra que transmita o que sinto, "inignorável" e as coisas assim, que dão nas vistas, ou despertam paixões ou despertam ódios e simplesmente desaparecem!
Pena!

1 de setembro de 2011


Pronto, acho que hoje já encontrei um bocadinho do meu chão. O meu pirilampo já começou a escolinha e apesar de serem muito pouquinhos nestes primeiros dias, já dá para matar saudades e variar as rotinas. Agora vamos apreciar a calma destes dois dias para na próxima semana baralhar tudo outra vez!

17 de junho de 2011

Street art #4




Os desenhos eram (e são) enormes, não consegui apanhar a parede toda e fazer uma fotografia única.

16 de junho de 2011


Sou fã de Banksi, sou a fã nº 1 de Banksi. Bom, a fã nº1 deve muito provavelmente ser a mãe dele, sou a fã nº2.
Não faço nada daquilo que ele faz (falta de tempo e talento), mas gosto de praticamente tudo o que ele (até agora) fez. E gosto de fotografar aquilo que se vai fazendo por cá, não temos nenhum Banksi mas temos gente igualmente talentosa.
"Ah e tal, eles pintam as paredes, sujam tudo..." Não me parece que quem anda a mostrar a sua arte, vá sujar o sitio que pintou, não me perece que sejam as mesmas pessoas e depois, há pinturas fenomenais que só valorizam o sitio onde estão, veja-se o exemplo do Parque de estacionamento do Mercado do Chão do Loureiro (pertinho do largo do Caldas, do CDS), por dentro está todo pintado assim e foi por encomenda não foi por assalto (um dia vou lá fotografar e trago para aqui).
Gosto de pensar que a arte como forma de mensagem, chega ao próximo e gosto quando me emociono com aquilo que vejo, no fundo, tudo o que fotografo diariamente são momentos, coisas, pessoas que de algum modo captaram a minha atenção precisamente por alguma emoção que provocaram em mim.
Banksi é um jovem artista de rua que nunca se deixou fotografar (de cara a descoberto), para ele é a mensagem que conta.
Eu gosto das mensagens dele.
Aqui, para quem não conhece, vale bem a pena.

Escrito na pedra


Amigos queridos que vêem estas coisas que eu gosto, fotografam e mandam para mim.
Bigada Migo.

31 de maio de 2011

Street art #3




Nunca fui muito fã de Mimos (mimica, entenda-se, adoro mimos dos outros), não lhes consigo achar piada, não consigo encontrar em mim nenhuma emoção empática na presença de uma "actuação" de mimica.
Para mim, expressão corporal é dança, é teatro, é cinema. Mimica não me atrai nem nos jogos (nem vou entrar por este caminho). Mas aqui, aqui foi diferente, esta senhora-estátua cativou-me. Acho que a diferença pode estar em usar adereços á "altura" da representação, adereços que mereçam o actor (aqui actriz), o que nem sempre é o caso e deita sempre tudo a perder. Muitas vezes é exactamente a escolha ou estado dos adereços que estraga tudo, por muito bom trabalho que a pessoa esteja a fazer.
Não é o caso aqui, e acho até que a fotografia não ajudou porque ao vivo esta senhora era uma autentica estátua de bronze.
Muito bom.

18 de maio de 2011

Ainda a arte, street art







E porque estou numa de arte, não posso deixar de homenagear os nossos artistas de rua que por aí andam.
Porque temos excelentes mostras da criatividade que por estas partes abunda.
Começo com o "José e Pilar" (ali em frente à Casa dos Bicos), e não posso deixar de pensar que teríamos todos muito mais a ganhar se muitos dos muros e paredes desta cidade fossem aproveitados assim, com trabalho, cor, diversão e emoção. Porque é isso mesmo, a arte desperta emoções e para além da música, onde mais é que o ser humano (a esta altura da evolução) consegue absorver mais do que uma coisa ao mesmo tempo? Dizem os entendidos (e com razão) que só conseguimos ter uma conversa de cada vez, não conseguimos ouvir duas conversas ao mesmo tempo e não conseguimos ouvir e falar ao mesmo tempo. Só numa sinfonia (e acho que qualquer outro tipo de música) conseguimos ouvir centenas de sons ao mesmo tempo e só na pintura conseguimos ver ("processar") centenas de cores ao mesmo tempo. Somos assim, somos humanos e ainda bem pois temos a música e a pintura para nos maravilhar e emocionar. E obrigada a quem "transpira" tanta criatividade que tem que a espalhar pelas paredes. Nós, os que passamos é que disfrutamos e ganhamos.