Não sei com que velocidade as modas voam de escola para escola mas, parece-me que há por aí uma epidemia (pandemia?) de pulseirinhas de elásticos. E claro, de tão coloridas que podem ser nem os mais pequeninos ficam imunes. É vê-los a querer fazer, e a não conseguir, e sobrar sempre para quem? Claro, os pais - as mães que isto é coisa de gaja, pai que é gajo não é apanhado morto a fazer pulseirinhas coloridas.
A modos que lá fui à "loja do chinês" e comprei mais dois pacotes de elásticos... um deles de elásticos que mudam de cor ao sol. Já sei que vai querer uns que mudem de cor dentro de água e uns que mudem de cor à noite e outros que mudem de cor quando o rei fizer anos... mas não há, só mesmo na imaginação deles.
À conta disto já revivi neste últimos dias algumas modas que vingaram nos meus tempos de escola. Daquela que mais memórias e saudades me deixou é o lemon twister (um anel - que se colocava no tornozelo - ligado por um tubo a um limão - tudo de plástico - fazia-se rodar com um pé e saltava-se com o outro), adorava aquilo. Lembro-me também do Aquaplay com os botões para tentarmos com a força da "corrente" enfiar os aneis nos espigões. Lembro-me do Vai-vem, um género de limão grande com duas pegas de cada lado e duas cordas que o atravessavam, ao abrirmos de um lado, o limão deslocava-se nas cordas para o outro jogador... O 4 em linha... Do cubo mágico não se esquece até porque nunca deixou verdadeiramente de existir. Ah, e tive um "jogo electrónico" e mais, ainda funciona! Mas este, o meu filho não vai conhecer já até porque nem deve achar piada nenhuma, é a preto e branco...
Mas agora é mais pulseiras e mãe fixe deve ter e usar uma pulseira feita pela, ou igual, à da sua cria. Chama-se empatia, há quem lhe chame orgulho, há quem lhe chame mariquice. Cá por mim chama-se abraçar a ideia e aproveitar porque tenho a desculpa de ser mãe e posso sempre dizer que o piolho insistiu, e ele bem que insiste. É aproveitar.